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TRANSFORMAÇÃO EM TEMPO REAL – Ana Gardênia

Publicado em: 16 de dezembro de 2020 às 18:43 Ana Gardênia

Até os anos 1960 a orientação assertiva para o destino de um jovem era arranjar um emprego. Bastava arranjar um emprego, que todo o trajeto da vida fluía à estabilidade. Na década de 70,  uma certa rebeldia começou a explodir em movimentos de contracultura que questionavam o sistema. Hippies renegaram a estabilidade; punks chutaram o balde, o pau da barraca e tudo o que encontravam pela frente; darks disseram que o mundo era sombrio e cyberpunks criptografaram mensagens ultra secretas, para estremecer as estruturas de poder.

Essas tribos gritaram tantos Nãos e derrubaram tantos paradigmas que o mundo começou a inovar e a mudar o jeito herdado de fazer as coisas. Enquanto tudo isso acontecia, os nerds começaram a inventar coisas interessantes, usando a tecnologia. Sim, é verdade, ainda há um trilhão e oitocentos mil problemas graves, urgentes e imediatos para resolver. E também há muita gente ainda por mudar. Por isso, o trabalho continua.

Quando a disrupção tecnológica começou a substituir mão de obra humana pela automação, os organismos internacionais de observação da Economia e Sociedade previram o desemprego estrutural. Milhões de trabalhadores simplesmente perderiam a utilidade porque os seus serviços, as suas funções, os seus cargos, as suas especialidades deixariam de existir. Parecia, na época, algo longínquo, tipo filme de ficção científica. Uma década depois, nos anos 1980, a tecnologia se estabeleceu em todas as atividades humanas. Rapidamente os negócios e pessoas perceberam as vantagens e o custo/benefício. A rebeldia disruptiva ganhou velocidade e a profusão de novos negócios criou vida própria, inovou inventando o estilo startup. Esse modelo começou a disromper padrões de comportamento, espaços físicos e fluxogramas, quebrando tradições seculares nas empresas da velha economia. A não mais ficção, mas realidade científica, disparou a mudanças de paradigma no mundo do Trabalho.

49 % das profissões podem desaparecer, segundo dados coletados desde 2016 pelo Fórum Econômico Mundial. E tudo isso impacta a vida de modo irreversível. Muda o mundo, as pessoas mudam. Mudam as pessoas, o mundo muda.

O comportamento convencional, que era adotado nas empresas, também sentiu a transformação. Exatamente pela nova face cultural e social, os jovens não querem passar 30 anos no mesmo emprego e nem visam se aposentar. E mais, os veteranos de guerra, que já chegaram à faixa dos 50, 60 anos, perceberam que têm algo que é tão valoroso quanto a habilidade em fazer aplicativos disromper grandes mercados. Eles têm experiência, conhecimento e sabedoria, extraídos à moda antiga, sem internet. Se foram capazes de fazer sem internet, sem redes, sem Apps, imagine o que farão com tudo isso agora?

Os mais velhos são originais, sábios e experientes; e os mais novos são disruptivos e talentosos. O mundo mudou tanto, que pela primeira vez na história da Humanidade, um jovem de 16 anos e um tio de 55 anos, estão diante dos mesmos obstáculos e das mesmas oportunidades. Os obstáculo: escolher uma profissão ou atividade que vai continuar existindo no futuro, ou se preparar para uma profissão que ainda nem existe; oportunidade: as ferramentas e o conhecimento disponíveis hoje para um jovem do Ensino Médio são as mesmas e  igualmente oferecidas a um cinquentão que está se reinventando.

Mas, quem vai sobreviver a essas transformações? Quem também se transformar. Não é uma questão só de saber usar a tecnologia, mas de quem vai usar essa tecnologia, e para quê.

A máquina evolui, mas o ser humano ainda apresenta os mesmos problemas das épocas jurássica, da escravidão, do feudo e do capitalismo selvagem. O ser humano costuma “bugar”no ambiente de trabalho, por questões relacionadas à sua personalidade, conduta e caráter. As desigualdades e as injustiças de certo modo até foram acentuadas pela tecnologia. O que fazer então? Chegou a hora de Inovar o Humano.

O curso Transformação em Tempo Real propõe o desenvolvimento de Habilidades e Comportamentos do Futuro com base em Autoconhecimento, Motivação e Atitude. Ensina como é o processo de identificação e mudança de velhos paradigmas, que formatam a mentalidade, o mindset baseado no modelo do século e milênio passados. Explica como se formam as matrizes de comportamento pessoal e coletiva e como uma pessoa pode estar automaticamente impedida de compreender e agir para a sua mudança de nível e de vida.

Traduz vícios de vontade e conduta. Aponta quais as competências comportamentais necessárias para a vida profissional do Futuro do Trabalho. A nova Economia exige um novo tipo de comportamento. Para ser relevante, competitivo, útil e atuante no futuro do Trabalho, cada pessoa, terá que também disromper os seus paradigmas ultrapassados, terá que mudar. A Transformação é simultânea ao enfrentamento da realidade, é enquanto encara uma crise, e é por isso que é em Tempo Real.

Para saber mais sobre o nosso curso, acesse:

https://aprenda.com.br/anagardenia

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