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WEBINAR MONETIZANDO COM INFOPRODUTOS

DIAS 21 E 22 DE DEZEMBRO

Se você tem dúvidas em como criar e engajar sua audiência ou até mesmo como sair do zero e fazer vendas, este Webinar foi pensado para te ajudar com isso e muito mais!

De afiliado a produtor, construir um negócio digital não é uma tarefa fácil. Nós sabemos.

Por isso pensamos em apresentar um conteúdo que vai te direcionar melhor desde a escolha do produto, como utilizar estratégias e com certeza do que esperar de uma plataforma de marketplace.

Inscreva-se gratuitamente agora mesmo e aprenda com os melhores no assunto para garantir uma ótima monetização com seus produtos!

Aprenda, o marketplace do conhecimento.

PROGRAMAÇÃO

1º DIA – 21/12

▪ Como criar e engajar sua audiência – Gabriel Almeida e Taciana Carvalho;

▪ De Afiliado a Produtor: como sair do zero e fazer vendas – Felipe e Camila Odilon;

▪ Como construir um negócio digital – Bruno Viana e Guilherme Saraiva.

2º DIA – 22/12

▪ Como escolher e divulgar produtos na internet – Valter Rito e Alessandro Mazaroto;

▪ Estratégias de tráfego e distribuição – Felipe Santos e Rômulo Nery;

▪ O que esperar de uma plataforma de marketplace – Carla Costa e Francisco Penante.

Para ficar por dentro de todas as novidades é só nos seguir em:
Instagram: @aprenda.oficial /

youtube.com/aprenda

Aprenda, o marketplace do conhecimento.

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE III

Três Razões Poderosas para Existência de um Produto Digital

Como falamos anteriormente, os clientes só se preocupam com eles. Queira você ou não, somos egoístas em um processo de compra.

Existem três razões essenciais, três razões existenciais de um produto. Uma diz respeito ao consumidor, e outra ao produto.

No que diz respeito às razões do consumidor, existem 3 Razões Essenciais. Uma pessoa só compra algo:

1 –  Porque precisa;

2 –  Porque acha que precisa;

3 –  Porque ainda não tem certeza se precisa ou não.

Somos totalmente egoístas — e até hedonistas — em um processo de compra. Está na essência de preenchimento do ser humano consumirmos utilidades e futilidades.

Já no que condiz ao produto, existem 3 Razões Existenciais para um produto digital.

Educar: Você se coloca a levar o seu cliente do ponto A ao ponto B. O objetivo claro deste produto é a transformação. O seu cliente precisa conseguir algo objetivo (que pode ser para preencher uma utilidade ou uma futilidade). Geralmente ele quer dinheiro, fama e/ou poder (isso é assunto para um outro artigo).

Expor: Um produto pode ter como característica informar o seu cliente de algo. Essa informação pode ser referente a uma necessidade explícita, ou a uma necessidade oculta — que foi revelada em algum momento para o seu cliente.

Entreter: O seu cliente pode simplesmente estar buscando preencher sua dispersão, e busca algo que o faça bem — mesmo de forma subjetiva. Esse entretenimento pode ser sexual, cômico, midiático, ou qualquer tema que não se relaciona necessariamente com algo educativo ou informativo. Inclusive no Brasil, é a maior indústria na internet e televisão.

3Ps e 3Es.

Todo produto possui ao menos 1E e 1P. É impossível você criar um produto digital que não desempenhe tais características. E geralmente, para cada “E” existe um “P” com mais sinergia.

Existe uma determinada “fórmula” que você pode aplicar para identificar as características do seu produto. Fiz questão de colocar “fórmula entre aspas”, porque não acredito que exista uma fórmula perfeita, mas essa regra que sugiro é praticamente irrefutável na maioria das situações:

Um produto digital precisa estar pelo menos dentro de um (1) dos 3Es possíveis. E tal clareza deve ser transmitida e consolidada em toda a entregabilidade do seu produto.

Geralmente um produto que possui interesse em educar, acha público fácil entre as pessoas que já possuem conhecimento sobre uma necessidade a ser aprendida, e para aquelas pessoas que possuem necessidades ocultas — e quem em um processo de vendas se torna revelado.

Por exemplo: existem pessoas que se incomodam muito com o seu peso, e estão em busca de uma solução — que pode ser através de um curso. Mas, talvez você encontre alguém que está acima do peso, mas que não tinha percebido o quão prejudicial para a saúde isso pode ser.

Nesse caso, é alguém que possui uma dor “oculta”.

Então, talvez a sua a fórmula deste produto seja essa:

Isso quer dizer que 50% do seu produto é para educar 35% da sua audiência que PRECISAM COM URGÊNCIA do seu produto, e 15% que SABEM que têm um problema, mas que ainda não viu uma urgência imediata.

Talvez, e seu produto não seja só educativo, mas também expositivo (informando o cliente sobre o problema. Então você dividiria os 50% do seu produto talvez entre 35/15, ou 25/25.

“Ah Maza! Mas como chego nessa informação”. Depende. Você precisa conhecer as características do seu público, e quais são as suas forças para ajudá-lo.

Isso te possibilita a ter algo mais abrangente, e chegar em uma idéia aproximada do que você irá criar.

Agora dimensione isso.

Depois de entender isso, você percebe que possui uma audiência em escala, e que precisa criar a solução para o problema que você está se pondo a resolver.

Agora que você sabe disso, já pode criar o seu produto sabendo que não está se propondo a ser mais um, e sim quer fazer parte dos resolvedores de problemas.

Porém, como você fará isso?

Como conseguir encontrar o seu público de interesse?

Isso eu te explico no próximo artigo. 🙂

Para recebê-lo, coloque o seu nome e e-mail aqui, e ative a notificação.

AUTOR: ALESSANDRO MAZAROTO www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br

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Curso Educação Marketing Produtor

UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE II

Pare de falar sobre seu produto, empresa ou missão … foque no seu cliente!

No Empreendedorismo Digital está cheio de empresas com MUITO propósito, e POUCO resultado.

Agora, antes de prosseguir, eu preciso te dizer algo muito sério: ninguém se importa com o seu produto. Na verdade, as pessoas não estão nem aí se você possui ou não o melhor produto do mercado. O que elas precisam — e deveriam cobrar por isso — são os frutos que vão obter.

E não existe nada de errado nisso (em focar em um produto só pela entregabilidade de resultados). Inclusive, é isso que você aprende com a economia real.

Muitas vezes você não possui uma solução totalmente fechada, e sim algo que processo de validação. É normal que a maioria dos produtos da economia real esteja incompleto.

Algo que aprendi nos meus anos de anos, foi justamente que o cliente não vai te julgar pelo quão trabalhoso — e complexo — pode ser para que sua encomenda chegue na casa dele.

Existem vários processos logísticos, além do time de vendas; Atendimento;  Expansão; Jurídico; Fiscal; Desenvolvedores; Inteligência artificial de mapeamento por aplicativo, mais de 800 funcionários trabalhando noite e dia atendendo tickets e corrigindo bugs, e outras centenas de processos para que um simples smartphone comprado — comprado em um e-commerce —  chegasse em sua porta.

Ele só vai te julgar por isso: Meu produto chegou?! Chegou rápido?!

Porém, isso não deve ser motivo para que você entregue algo meia-boca.

Certa vez, eu estava lendo (em 2011) a biografia do Steve Jobs, que tinha acabado de falecer a poucos meses, em outubro do mesmo ano.

Nela, Steve conta uma história fantástica sobre quando estava montando um cercado junto com seu pai.

O pai, em certo momento, pediu para o Jobs, na época um pequeno garoto, pegar algumas boas madeiras para a cerca de sua casa. Jobs então pegou algumas madeiras velhas e de baixa qualidade junto com as boas. O pai, logo perguntou porque o filho pegou madeiras ruins, e Jobs responde: “Ah pai, mas é para uma parte que não ficará visível. Ninguém se importará”, e seu pai prontamente repreendeu:

Se você é um carpinteiro e está fazendo um belo armário com gavetas, não vai usar um pedaço de madeira inferior na parte de trás só porque as pessoas não o enxergarão, pois ele estará virado para a parede. Você sabe que está lá e, então, usará um pedaço de madeira bonito ali. Para você dormir bem à noite, a qualidade deve ser levada até o fim” – explicou ao filho, Steve Jobs

Quantos de nós produtores estamos realmente orgulhosos de nossos produtos? Como você enxerga o trabalho que têm feito? Quais soluções você realmente entrega?

Muitos produtores não deveriam estar dormindo bem à noite sem responder de forma positiva tais perguntas. Existem centenas de produtos que não valem um único centavo, e deveriam ser extintos definitivamente do mercado.

AUTOR: Alessandro Mazaroto – www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER ONLINE – PARTE I

Provavelmente seu produto é uma Farsa

Quando você está iniciando como Produtor de conteúdo, e usando as ferramentas de Marketing Digital, o que você mais escuta é que precisa produzir conteúdo e ter um bom produto. O “tal” conteúdo é primordial para que você entregue valor para a sua audiência, e o produto para que você seja retribuído — geralmente com status e dinheiro — o incrível e árduo trabalho de estar ali para elas (gerando reciprocidade) todos os dias, muitas vezes de graça…

E blá, blá, blá.. é reciprocidade pra cá, é entregar valor para lá, e você é bombardeado com um monte de conteúdo manjado — e muitas vezes totalmente inútil na internet. Além disso, seu produto nem é tão bom assim. Muitas vezes foi produzido às pressas, com uma câmera foleira e um áudio sofrível.

E se não bastasse, existe uma tal “Fórmula” por aí que impregna na mente do professor (ou “Expert”) que precisa postar conteúdos todos os dias, alguns menores (nuggets, nutellas, e esses termos ridículos) e conteúdos mais densos. Por si só você que a quantidade é mais exaltada que a qualidade.

São centenas de “especialistas” clamando que: “Você precisa ser uma autoridade!”, “Precisa produzir com conteúdo!”, “Dê de graça e será recompensado…”, “O conteúdo é o rei do Marketing..”, “Tenha um produto transformador!”, e mais blá, blá, blá.

E não é bem assim.

Depois de 7 anos trabalhando só com lançamentos de projetos e infoprodutos, e ao menos por 10 anos atuando em nível de gestão e sociedades em Startups de tecnologia — sendo uma delas um unicórnio — percebo que existe muito ruído e uma falta de clareza imensa no que condiz “gerar valor” para seus clientes.

Existem muitos conteúdos e produtos digitais transformadores? Sem dúvida.

Muitos dos conteúdos gratuitos são realmente focados em qualidade? Com certeza.

Mas… geralmente tanto os “conteúdos” como os produtos são ruins, e só servem para arrancar o seu dinheiro.

Além disso, o mercado te educa muito mal nas práticas de Marketing. Provavelmente — e infelizmente deve ser o seu caso — você não possui um produto verdadeiramente forte. Ou se possui, deve produzir conteúdo muito mal.

E isso não é culpa sua. Você não têm culpa de produzir conteúdo mal, ou de não saber exatamente como criar um produto que esteja conectado com as dores de sua audiência.

Como eu disse, o mercado de Marketing no Brasil em geral é muito bom.. em vender. Mas péssimo em gerar resultados satisfatórios para seus clientes.

Existem exceções? Lógico. Mas… não é fácil conseguir separar o joio do trigo.

Antes de falarmos os pontos que te fazem errar na sua produção de conteúdo e na elaboração do seu produto, eu gostaria de falar sobre dois tipos de economia.

Economia Digital vs Economia Real

A economia digital

É onde estão praticamente todos os tipos de produtos de informação — os famosos infoprodutos — e entretenimento, e possui hoje a barreira de mercado (que é o grau de dificuldade de você poder emprende-la) relativamente baixa, você podendo iniciar um negócio até mesmo com poucos reais.

Todos os cursos online se enquadram nesta categoria. Se você é um produtor/professor/expert, provavelmente é isso que você vende: informação.

A indústria de informação consiste em um agente, que transmite uma determinada informação para levar o cliente/consumidor/aluno de um ponto A para um ponto B.

Tanto que muitos a chamam de indústria da transformação. No Brasil — principalmente depois do COVID-19 — mais de 1,38 bilhões de crianças e adolescentes ao redor do mundo pararam de ir a aula por conta da pandemia. Para ajudar a diminuir esse número, a UNESCO criou um grupo de trabalho especial (Global Education Coalition) que dá uma consultoria técnica para governos.

Hoje, estima-se que a indústria do conhecimento gira em torno de 8 bilhões de reais só no Brasil. Não é atoa que a internet está cheio de especialistas e empresas de lançamentos e plataformas como a Hotmart, Eduzz e Monetizze faturam milhões de dólares por ano.

E quem se beneficia deste mercado, além dos Gateway de pagamentos, são os infoprodutores, coprodutores, afiliados, agências digitais, redes sociais (através da compra e venda de propagandas) e diversos empreendedores e negócios digitais.

Entretanto, a indústria de “digital marketing” ainda está só no começo no Brasil, visto que indústrias de mídia e informação tradicionais — como as redes Televisivas brasileiras — faturam mais de 30 bilhões ano… vendendo o quê? informação e entretenimento.

Fica óbvio que as grandes redes de mídia, rádio e tv estão se adaptando para os meios digitais, mas que ainda existe uma quantidade de dinheiro muito grande, e que está trocando cada vez mais de mãos na economia digital.

Mas, ela é um bebê comparada ao outro braço econômico que vamos citar…

A economia real.

Como o próprio nome já diz, a economia real é onde estão 90% de todos os negócios consumíveis conhecidos, e onde gira a maior parte do PIB nacional. A economia real é composta de negócios locais, produtos físicos, bancos digitais, empresas de entrega e e-commerces — que mesmo tendo sua aplicabilidade online, grande parte vende produtos físicos.

A economia real gira só no Brasil um quantitativo estimado de 80 bilhões por ano — isso mesmo, a economia digital vale só 10% do que hoje vale a economia real.

Para você ter idéia, até o momento (estou escrevendo isso em agosto) só os e-commerces nacionais faturaram R$ 41,92 bilhões — em pleno COVID-19 —, e nem chegou a Black Friday.

E mesmo sendo uma economia mais “física” ela está quase que praticamente digitalizada. Todos os braços que atendem empresas e serviços na economia digital estão na economia real, e ainda com muito mais estrutura e faturamento.

A Magazine Luiza por exemplo possui sistemas de Dropshipping — que possibilita autônomos a venderem através de seu portal, mesmo sem precisar de estoque, afiliados e distribuição de mídia paga com monitoramento inteligente de anúncios. Não é atoa que ela fez a recente aquisição da InLoco — empresa de mídia paga e inteligência de anúncios — para poder monetizar a sua audiência.

Além disso, as FinTecs – empresas que tecnologias no mercado financeiro – e as empresas de delivery como iFood, Loggi e Rappi, já são unicórnios (empresas com que possuem valor patrimonial acima de 1 bilhão de dólares) e estão crescendo ainda mais. Os unicórnios nacionais hoje são a 99, Ebanx, Gympass, iFood, Loft, Loggi, Nubank, QuintoAndar e Wildlife. Tais empresas captaram mais de US$ 1,2 bilhão em 2019 e outros US$ 175 milhões no primeiro mês de 2020.

Eu mesmo já fui gestor na Loggi, e fiz parte do time quando ainda estávamos batalhando para nos tornamos um unicórnio. Eu fiz parte do time justamente na expansão territorial e na abertura de mercado para o Nordeste.

O que eu vi na Loggi, e também com diversos amigos em postos chave em diversas Startups no Brasil, é a consolidação do que certa vez disse Bill Gates:

“Em alguns anos vão existir dois tipos de empresas – as que fazem negócio pela Internet e as que estão fora dos negócios”.

E o que isso tem a ver comigo?

Há 12 anos eu sou obcecado pelo Digital. Comecei trabalhando em 2009 desenvolvendo blogs e websites para quase todo o tipo de empresa. Depois, quando tive a honra de ser colaborador em 2013 do CERS (onde estive por quase 6 anos) eu pude viver o mundo dos produtos de informação. Nessa época eu já trabalhava mais com a parte estratégica de produto e já tinha passado por diversas agências sendo Designer e Propagandista. Depois, em 2017, com a minha empresa eu comecei a lançar professores e especialistas.

Mas, eu também tive duas agências de mídia e online, que tinham como foco atender empresas da economia real. Uma se chamava Jeito Geek — empresa com foco em criação de marca e branding — e a outra chamava-se Pontelab — cujo foco era a fornecer soluções tecnológicas para negócios físicos locais.

Além disso, como mencionado, tive o privilégio de fazer parte de uma unicórnio nacional, a Loggi — empresa de tecnologia em entregas — hoje atuante em todo o Brasil e em algumas cidades do exterior. 

Por eu ter uma experiência que é bem fora da curva do mercado tradicional, eu levantei todas as informações a ponto de ter o modelo de negócios inteiro na minha cabeça, e consegui identificar onde a maioria dos negócios da economia digital erram:

Eles criam conteúdos desconectados das soluções reais.

Por mais que se fale muito em “produzir conteúdo de valor”, ao pararmos para analisar, o comprometimento com o resultado de seus clientes (ou alunos) é praticamente zero.

Quando um professor/expert/especialista se propõe a criar um produto de informação, ele não está desenvolvendo algo que esteja 100% relacionado com o resultado do seu aluno. Se o seu aluno não conseguir colocar em prática, a culpa não é dele.

Basicamente, você adquire um serviço sem garantias. Além disso, 80% do tempo é despendido em atrair novos alunos, e não em melhorar a entregabilidade — e resultados — de seus clientes.

É isso que faz tanta gente enxergar com nariz torto os empreendedores digitais. E não me leve a mal, eu também sou um empreendedor digital e não estou isento de tal crítica.

Mas… como realmente deixar de ser um possível farsante, e realmente ter algo de valor — e que você se orgulhe — para entregar?

AUTOR: ALESSANDRO MAZAROTOwww.linkedin.com/in/mazaroto/?originalSubdomain=br

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Marketing Produtor

COMO ATINGIR O MEU PÚBLICO.

As redes sociais são uma excelente ferramenta para divulgação de produtos e serviços, principalmente quando nos referimos a B2C (business-to-consumer), ou seja, negócios para consumidor. Simplesmente pelo fato de que: se meus consumidores estão nas redes sociais, então é para lá que devo ir.

Dentre elas temos algumas redes sociais que se destacam pela quantidade de pessoas, ou pela forma inovadora de produzir conteúdo e que temos que ficar antenados para saber como se posicionar em cada canal para atingir nosso público com a linguagem e a metodologia correta.

Mas então como atingir meu público nestas redes sociais? Como diferenciar o conteúdo certo e que estes conteúdos se tornem interessantes? Uma das maiores grandes dificuldades de produtores de conteúdo hoje em dia é acertar os conteúdos certos para seu público, afinal, é muito complexo ficar postando e ninguém comentar ou interagir. No início isso acontece com todos, mas isso não pode se tornar permanente, certo? Então vamos lá para algumas dicas de como corrigir isso.

Porém, antes mesmo de começar a pensar em qual conteúdo produzir e em qual rede social, devemos pensar primeiro em responder duas perguntas:

1 – qual meu objetivo nas redes sociais?

2 – quem é/são de fato minha persona?

Estas duas perguntas devem ser o norte de sua produção de conteúdo, para que você possa entender o ponto de partida de sua produção.

O seu objetivo é o seu propósito, ou seja, entenda que as redes sociais não são local para vender diretamente. Você vende sim, claro, mas por consequência, não de forma direta. Primeiro é preciso estes 3 fatores: ganhar visibilidade, tornar-se autoridade para depois vender, este é o processo de vendas nas redes sociais. Então quando você se propõe a usar as redes sociais você deve entender seu propósito: informar, interagir, orientar, atrair determinado público, ser referência em sua área, etc.

Depois que você entender seu objetivo, chega a hora de definir sua persona: quem é/são o público que você quer atingir? E para definir alguma persona você deve responder algumas perguntas que vai lhe dar um norte para entender melhor seu público:

  • Nome
  • Idade
  • Sexo
  • Profissão
  • Classe social
  • Comportamento online
  • Anseios
  • Dificuldade
  • Vida social
  • Lazer

Existem ate alguns modelos de formulários que você pode preencher como o site: www.criesuapersona.com.br nele você já encontra um formulário de modelo pronto para responder e depois salvar em seu computador.

Uma vez definido seu objetivo, sua persona, agora sim chegou a hora de ir para as redes sociais. Mas antes vamos entender uma coisa: o que devo saber e fazer em cada rede sociail? É importante frisar que o comportamento das pessoas em cada rede social muda e o tipo de conteúdo também. Nada de compartilhar post do Instagram no WhatsApp, onde até as hashtags vem junto, nada disso ok? Molde o conteúdo para cada rede para quando seu público ver ou principalmente o público novo, tenha uma boa experiência tanto visual quanto de conteúdo. Então vamos lá:

Facebook: rede social com maior número de seguidores ativos no mundo. Possui um público mais maduro e familiar. Tente explicar bem os grupos temáticos que lá se encontra, pode ser uma chave importante para abrir caminho para novos seguidores. Mesmo tendo um dos engajamentos mais fracos do que as outras redes sociais, o Facebook possui uma série de ferramentas que nenhuma outra rede social tem, então, tente explorá-las para promover mais conteúdos estratégicos. Produza de 1 a 3 posts por dia.

Instagram: é a queridinha dos brasileiros. Local onde possui uma grande presença online das pessoas. A característica do Instagram são para pessoas que buscam conteúdos diversificados, pois tem como canais:

  • IGTV: conteúdos no formato vertical, podendo ser vídeos de até 1h;
  • Feed: podendo receber conteúdos em imagem, vídeos (até 59s) e carrossel. Aqui no feed costumo falar que é seu portfólio, então uma boa qualidade de edição para fortalecer a identidade visual de sua marca;
  • Storie: vídeos curtos de 15s, onde o principal fator é você mostrar sua rotina, seu dia a dia;
  • Reels: vídeos de 15s e 30s, onde você pode trabalhar com conteúdo de dicas rápidas.

O Instagram tem o público mais jovem do que no Facebook, então conteúdos caretas ou institucionais demais acabam não tendo tanto envolvimento assim. Mesmo para segmentos onde o humor ou interatividade não é muito característica, mesmo assim, estes devem buscar uma forma mais “leve” e com uma linguagem que seu público entenda, isso é fundamental.

Recomendado: 1 IGTV por semana, de 1 a 3 posts no feed por dia/ 1 reels por dia, 3 a 9 stories por dia.

Youtube: segunda maior fonte de pesquisa do mundo, perdendo apenas para o Google. Maior fonte de pesquisa do mundo em vídeos. O Youtube é poderoso para viralizar seus vídeos e conseguir uma boa presença digital. Se no Instagram você deve produzir conteúdos em vídeo mais curtos, aqui é o local de aumentar este tempo com vídeos mais longos. Porém atente que uma produção de vídeo tem suas técnicas e algumas dicas são fundamentais:

  • Os primeiros 5s do vídeo são fundamentais para prender sua audiência para continuar assistindo, a retenção é fundamental;
  • Construa uma capa bonita para ficar no seu canal do Youtube;
  • Insira palavras-chave para facilitar a localização de seu vídeo por sua temática trabalhada;
  • Durante o vídeo, faça chamadas para outros vídeos seu, contendo uma explicação mais aprofundada de um termo ou uma explicação sobre algo que você trouxe no vídeo atual, isso fara com que sua audiência percorra mais vídeos de seu canal.
  • Treine sua fala antes, seu roteiro, nada de entrar numa gravação sem ter o norte de sua comunicação;
  • Ao encerrar o vídeo peça opiniões, incentive a interação de quem viu nos comentários.

Produza de 1 a 2 vídeos por semana pelo menos.

Linkedin: o Linkedin é imporante para fazer conexões profissionais, publicar artigos também. Se posicionar com todos seus diferenciais é fundamental. Tente explorar conteúdos mais sérios e formais, com publicações de normas, editais, notícias, dicas mais consistentes. Lembre-se que nesta rede social é o local de você se posicionar mais formalmente e criar conexões profissionais e parcerias para expandir sua marca. Produza pelo menos 1 a 2 artigos por semana.

Tiktok: sim, TikTok. A rede social com mais download nos últimos meses. Lá está cheio de advogados, médicos, professores, contadores…. profissões que de certa forma, alguns não esperavam, por ser uma rede social muito jove. Predomina a geração dos Z, dos jovens que nasceram na década de 90. São muito imediatistas e querem consumir conteúdos rápidos, virais e engraçados. Por isso adoram tanto o Tiktok. Então os conteúdos no Tiktok devem acompanhar:

  • Vídeos rápidos( vídeos de até 60s, porém os que mais viralizam são os vídeos de até 15s;
  • Defina seu nicho, pois um perfil solto, que fala de tudo e qualquer coisa não tem a definição clara por parte dos seguidores;
  • Não venda, viralize e atraia atenção do público para um canal mais específico como o Telegram, muita gente anda fazendo isso lá;
  • Retenção é o mais importante. Técnicas de produção de vídeos rápidos devem ser fundamentais no TikTok;
  • Use os desafios e o que está mais em alta para entrar no ritmo do pessoal, porém você deve sempre adaptar isso ao seu nicho;
  • Produza de 1 a 3 vídeos por dia.

Então usando Facebook, Instagram, Linkedin, Youtube e Tiktok, unificando em conjunto com o WhatsApp ou Telegram, você consegue não só atingir seu público, mas como ganhar autoridade e reter sua audiência.

Não esqueça também de estar presente no Google Meu Negócio. Lembre-se: no mecanismo de busca do Google em primeiro os anúncios para depois aparecer o Google Meu Negócio, então cria sua conta lá também.

Usando as redes sociais de forma correta, com conteúdos de alta qualidade, baseado em sua audiência vai fazer com que você atrair novos seguidores e aumente sua credibilidade online. Porém como falei: temos que saber usar a comunicação certa em cada rede social, então revise as dicas que passei anteriormente para cada momento em cada rede social.

Além de todas estas dicas segue a baixo outras complementares para você conseguir atrair mais o seu público:

  • Faça lives com parceiros e profissionais de seu nicho: atualmente toda rede social já suporta lives: Faebook, Instagram, Youtube, Linkedin, Twitter, TikTok;
  • Realize eventos online e grátis com objetivo de atrair mais pessoas novas para sua base;
  • Faça anúncios patrocinados no Google e nas redes sociais para atrair um público mais nichado e novos;
  • Faça enquetes, interaja com seu público.

Agora, além de saber quem é seu público, entender todos os objetivos de cada rede social, você tem que saber também onde encontrar notícias, dicas e informações sobre seu segmento. Vou deixar a baixo algumas fontes super importantes para você pesquisar tendência de seus conteúdos:

www.trends.google.com.br

www.google.com.br/alerts

www.answerthepublic.com/

www.lsigraph.com

www.pt.quora.com

            Agora com todas estas dicas chegou a hora de colocar a mão na massa e começar a produzir seus conteúdos para encontrar, atrair e reter seu público nas redes sociais. Não esqueça de manter sempre em alta dois pilares: consistência e relevância. A consistência, significa manter uma frequência de conteúdos diários, então, faça um bom planejamento para saber o que postar e onde postar. E relevância é extremamente importante também, pois não adianta você manter uma frequência com conteúdos irrelevantes, então a dica é: estude o que sua audiência busca nas ferramentas mencionadas, ou até em conversas com colegas de trabalho, respostas e dúvidas que surgem no dia a dia, e assim você terá informações suficientes sobre o que postar e assim conseguirá ter mais sucesso em sua presença online nas redes sociais.

AUTOR: VALTER RITO.

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