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VOCÊ SABE O QUE É FUNIL DE VENDAS?

Também chamado de pipeline, o funil de vendas é um modelo estratégico que mostra a jornada do cliente, desde o primeiro contato dele com a empresa até o fechamento do negócio. 

Ele é formado por um conjunto de etapas e gatilhos cujo objetivo é dar suporte à jornada de compra das personas de uma determinada organização. O funil de vendas é divido em três etapas:

▪ TOPO DE FUNIL: está para o aprendizado e descobertas. Os visitantes descobrem que têm uma necessidade ou problema a ser resolvido, até então desconhecido. Essa é a etapa da consciência, despertada após entrarem em contato com você.

▪ MEIO DE FUNIL: estamos lidando com os Leads. Eles estão em busca de resolver suas necessidades, ainda que não saibam bem como fazer isso: pode ser com uma planilha específica ou até com a compra de um software. Sua função é ajudá-los com dicas e técnicas.

▪ FUNDO DE FUNIL: os Leads qualificados tornam-se oportunidades: estão praticamente prontos para serem abordados pelo time de vendas. Mais do que cientes do problema, buscam soluções. A relação de confiança estabelecida entre você e cada um deles faz com que você seja visto como uma referência no assunto e alguém com quem podem negociar. Mostre que você é o parceiro perfeito para eles.

Quer ficar por dentro de todas as dicas para fazer seu negócio crescer? Copie e cole aprenda.com.br no seu navegador, faça seu cadastro e acesse a nossa Escola de Formação de Produtores.

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WEBINAR MONETIZANDO COM INFOPRODUTOS

DIAS 21 E 22 DE DEZEMBRO

Se você tem dúvidas em como criar e engajar sua audiência ou até mesmo como sair do zero e fazer vendas, este Webinar foi pensado para te ajudar com isso e muito mais!

De afiliado a produtor, construir um negócio digital não é uma tarefa fácil. Nós sabemos.

Por isso pensamos em apresentar um conteúdo que vai te direcionar melhor desde a escolha do produto, como utilizar estratégias e com certeza do que esperar de uma plataforma de marketplace.

Inscreva-se gratuitamente agora mesmo e aprenda com os melhores no assunto para garantir uma ótima monetização com seus produtos!

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PROGRAMAÇÃO

1º DIA – 21/12

▪ Como criar e engajar sua audiência – Gabriel Almeida e Taciana Carvalho;

▪ De Afiliado a Produtor: como sair do zero e fazer vendas – Felipe e Camila Odilon;

▪ Como construir um negócio digital – Bruno Viana e Guilherme Saraiva.

2º DIA – 22/12

▪ Como escolher e divulgar produtos na internet – Valter Rito e Alessandro Mazaroto;

▪ Estratégias de tráfego e distribuição – Felipe Santos e Rômulo Nery;

▪ O que esperar de uma plataforma de marketplace – Carla Costa e Francisco Penante.

Para ficar por dentro de todas as novidades é só nos seguir em:
Instagram: @aprenda.oficial /

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE III

Três Razões Poderosas para Existência de um Produto Digital

Como falamos anteriormente, os clientes só se preocupam com eles. Queira você ou não, somos egoístas em um processo de compra.

Existem três razões essenciais, três razões existenciais de um produto. Uma diz respeito ao consumidor, e outra ao produto.

No que diz respeito às razões do consumidor, existem 3 Razões Essenciais. Uma pessoa só compra algo:

1 –  Porque precisa;

2 –  Porque acha que precisa;

3 –  Porque ainda não tem certeza se precisa ou não.

Somos totalmente egoístas — e até hedonistas — em um processo de compra. Está na essência de preenchimento do ser humano consumirmos utilidades e futilidades.

Já no que condiz ao produto, existem 3 Razões Existenciais para um produto digital.

Educar: Você se coloca a levar o seu cliente do ponto A ao ponto B. O objetivo claro deste produto é a transformação. O seu cliente precisa conseguir algo objetivo (que pode ser para preencher uma utilidade ou uma futilidade). Geralmente ele quer dinheiro, fama e/ou poder (isso é assunto para um outro artigo).

Expor: Um produto pode ter como característica informar o seu cliente de algo. Essa informação pode ser referente a uma necessidade explícita, ou a uma necessidade oculta — que foi revelada em algum momento para o seu cliente.

Entreter: O seu cliente pode simplesmente estar buscando preencher sua dispersão, e busca algo que o faça bem — mesmo de forma subjetiva. Esse entretenimento pode ser sexual, cômico, midiático, ou qualquer tema que não se relaciona necessariamente com algo educativo ou informativo. Inclusive no Brasil, é a maior indústria na internet e televisão.

3Ps e 3Es.

Todo produto possui ao menos 1E e 1P. É impossível você criar um produto digital que não desempenhe tais características. E geralmente, para cada “E” existe um “P” com mais sinergia.

Existe uma determinada “fórmula” que você pode aplicar para identificar as características do seu produto. Fiz questão de colocar “fórmula entre aspas”, porque não acredito que exista uma fórmula perfeita, mas essa regra que sugiro é praticamente irrefutável na maioria das situações:

Um produto digital precisa estar pelo menos dentro de um (1) dos 3Es possíveis. E tal clareza deve ser transmitida e consolidada em toda a entregabilidade do seu produto.

Geralmente um produto que possui interesse em educar, acha público fácil entre as pessoas que já possuem conhecimento sobre uma necessidade a ser aprendida, e para aquelas pessoas que possuem necessidades ocultas — e quem em um processo de vendas se torna revelado.

Por exemplo: existem pessoas que se incomodam muito com o seu peso, e estão em busca de uma solução — que pode ser através de um curso. Mas, talvez você encontre alguém que está acima do peso, mas que não tinha percebido o quão prejudicial para a saúde isso pode ser.

Nesse caso, é alguém que possui uma dor “oculta”.

Então, talvez a sua a fórmula deste produto seja essa:

Isso quer dizer que 50% do seu produto é para educar 35% da sua audiência que PRECISAM COM URGÊNCIA do seu produto, e 15% que SABEM que têm um problema, mas que ainda não viu uma urgência imediata.

Talvez, e seu produto não seja só educativo, mas também expositivo (informando o cliente sobre o problema. Então você dividiria os 50% do seu produto talvez entre 35/15, ou 25/25.

“Ah Maza! Mas como chego nessa informação”. Depende. Você precisa conhecer as características do seu público, e quais são as suas forças para ajudá-lo.

Isso te possibilita a ter algo mais abrangente, e chegar em uma idéia aproximada do que você irá criar.

Agora dimensione isso.

Depois de entender isso, você percebe que possui uma audiência em escala, e que precisa criar a solução para o problema que você está se pondo a resolver.

Agora que você sabe disso, já pode criar o seu produto sabendo que não está se propondo a ser mais um, e sim quer fazer parte dos resolvedores de problemas.

Porém, como você fará isso?

Como conseguir encontrar o seu público de interesse?

Isso eu te explico no próximo artigo. 🙂

Para recebê-lo, coloque o seu nome e e-mail aqui, e ative a notificação.

AUTOR: ALESSANDRO MAZAROTO www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE II

Pare de falar sobre seu produto, empresa ou missão … foque no seu cliente!

No Empreendedorismo Digital está cheio de empresas com MUITO propósito, e POUCO resultado.

Agora, antes de prosseguir, eu preciso te dizer algo muito sério: ninguém se importa com o seu produto. Na verdade, as pessoas não estão nem aí se você possui ou não o melhor produto do mercado. O que elas precisam — e deveriam cobrar por isso — são os frutos que vão obter.

E não existe nada de errado nisso (em focar em um produto só pela entregabilidade de resultados). Inclusive, é isso que você aprende com a economia real.

Muitas vezes você não possui uma solução totalmente fechada, e sim algo que processo de validação. É normal que a maioria dos produtos da economia real esteja incompleto.

Algo que aprendi nos meus anos de anos, foi justamente que o cliente não vai te julgar pelo quão trabalhoso — e complexo — pode ser para que sua encomenda chegue na casa dele.

Existem vários processos logísticos, além do time de vendas; Atendimento;  Expansão; Jurídico; Fiscal; Desenvolvedores; Inteligência artificial de mapeamento por aplicativo, mais de 800 funcionários trabalhando noite e dia atendendo tickets e corrigindo bugs, e outras centenas de processos para que um simples smartphone comprado — comprado em um e-commerce —  chegasse em sua porta.

Ele só vai te julgar por isso: Meu produto chegou?! Chegou rápido?!

Porém, isso não deve ser motivo para que você entregue algo meia-boca.

Certa vez, eu estava lendo (em 2011) a biografia do Steve Jobs, que tinha acabado de falecer a poucos meses, em outubro do mesmo ano.

Nela, Steve conta uma história fantástica sobre quando estava montando um cercado junto com seu pai.

O pai, em certo momento, pediu para o Jobs, na época um pequeno garoto, pegar algumas boas madeiras para a cerca de sua casa. Jobs então pegou algumas madeiras velhas e de baixa qualidade junto com as boas. O pai, logo perguntou porque o filho pegou madeiras ruins, e Jobs responde: “Ah pai, mas é para uma parte que não ficará visível. Ninguém se importará”, e seu pai prontamente repreendeu:

Se você é um carpinteiro e está fazendo um belo armário com gavetas, não vai usar um pedaço de madeira inferior na parte de trás só porque as pessoas não o enxergarão, pois ele estará virado para a parede. Você sabe que está lá e, então, usará um pedaço de madeira bonito ali. Para você dormir bem à noite, a qualidade deve ser levada até o fim” – explicou ao filho, Steve Jobs

Quantos de nós produtores estamos realmente orgulhosos de nossos produtos? Como você enxerga o trabalho que têm feito? Quais soluções você realmente entrega?

Muitos produtores não deveriam estar dormindo bem à noite sem responder de forma positiva tais perguntas. Existem centenas de produtos que não valem um único centavo, e deveriam ser extintos definitivamente do mercado.

AUTOR: Alessandro Mazaroto – www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br