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EDUARDO FONTES ESTÁ NO APRENDA.

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2021 JÁ COMEÇOU NO APRENDA

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TRANSFORMAÇÃO EM TEMPO REAL – Ana Gardênia

Até os anos 1960 a orientação assertiva para o destino de um jovem era arranjar um emprego. Bastava arranjar um emprego, que todo o trajeto da vida fluía à estabilidade. Na década de 70,  uma certa rebeldia começou a explodir em movimentos de contracultura que questionavam o sistema. Hippies renegaram a estabilidade; punks chutaram o balde, o pau da barraca e tudo o que encontravam pela frente; darks disseram que o mundo era sombrio e cyberpunks criptografaram mensagens ultra secretas, para estremecer as estruturas de poder.

Essas tribos gritaram tantos Nãos e derrubaram tantos paradigmas que o mundo começou a inovar e a mudar o jeito herdado de fazer as coisas. Enquanto tudo isso acontecia, os nerds começaram a inventar coisas interessantes, usando a tecnologia. Sim, é verdade, ainda há um trilhão e oitocentos mil problemas graves, urgentes e imediatos para resolver. E também há muita gente ainda por mudar. Por isso, o trabalho continua.

Quando a disrupção tecnológica começou a substituir mão de obra humana pela automação, os organismos internacionais de observação da Economia e Sociedade previram o desemprego estrutural. Milhões de trabalhadores simplesmente perderiam a utilidade porque os seus serviços, as suas funções, os seus cargos, as suas especialidades deixariam de existir. Parecia, na época, algo longínquo, tipo filme de ficção científica. Uma década depois, nos anos 1980, a tecnologia se estabeleceu em todas as atividades humanas. Rapidamente os negócios e pessoas perceberam as vantagens e o custo/benefício. A rebeldia disruptiva ganhou velocidade e a profusão de novos negócios criou vida própria, inovou inventando o estilo startup. Esse modelo começou a disromper padrões de comportamento, espaços físicos e fluxogramas, quebrando tradições seculares nas empresas da velha economia. A não mais ficção, mas realidade científica, disparou a mudanças de paradigma no mundo do Trabalho.

49 % das profissões podem desaparecer, segundo dados coletados desde 2016 pelo Fórum Econômico Mundial. E tudo isso impacta a vida de modo irreversível. Muda o mundo, as pessoas mudam. Mudam as pessoas, o mundo muda.

O comportamento convencional, que era adotado nas empresas, também sentiu a transformação. Exatamente pela nova face cultural e social, os jovens não querem passar 30 anos no mesmo emprego e nem visam se aposentar. E mais, os veteranos de guerra, que já chegaram à faixa dos 50, 60 anos, perceberam que têm algo que é tão valoroso quanto a habilidade em fazer aplicativos disromper grandes mercados. Eles têm experiência, conhecimento e sabedoria, extraídos à moda antiga, sem internet. Se foram capazes de fazer sem internet, sem redes, sem Apps, imagine o que farão com tudo isso agora?

Os mais velhos são originais, sábios e experientes; e os mais novos são disruptivos e talentosos. O mundo mudou tanto, que pela primeira vez na história da Humanidade, um jovem de 16 anos e um tio de 55 anos, estão diante dos mesmos obstáculos e das mesmas oportunidades. Os obstáculo: escolher uma profissão ou atividade que vai continuar existindo no futuro, ou se preparar para uma profissão que ainda nem existe; oportunidade: as ferramentas e o conhecimento disponíveis hoje para um jovem do Ensino Médio são as mesmas e  igualmente oferecidas a um cinquentão que está se reinventando.

Mas, quem vai sobreviver a essas transformações? Quem também se transformar. Não é uma questão só de saber usar a tecnologia, mas de quem vai usar essa tecnologia, e para quê.

A máquina evolui, mas o ser humano ainda apresenta os mesmos problemas das épocas jurássica, da escravidão, do feudo e do capitalismo selvagem. O ser humano costuma “bugar”no ambiente de trabalho, por questões relacionadas à sua personalidade, conduta e caráter. As desigualdades e as injustiças de certo modo até foram acentuadas pela tecnologia. O que fazer então? Chegou a hora de Inovar o Humano.

O curso Transformação em Tempo Real propõe o desenvolvimento de Habilidades e Comportamentos do Futuro com base em Autoconhecimento, Motivação e Atitude. Ensina como é o processo de identificação e mudança de velhos paradigmas, que formatam a mentalidade, o mindset baseado no modelo do século e milênio passados. Explica como se formam as matrizes de comportamento pessoal e coletiva e como uma pessoa pode estar automaticamente impedida de compreender e agir para a sua mudança de nível e de vida.

Traduz vícios de vontade e conduta. Aponta quais as competências comportamentais necessárias para a vida profissional do Futuro do Trabalho. A nova Economia exige um novo tipo de comportamento. Para ser relevante, competitivo, útil e atuante no futuro do Trabalho, cada pessoa, terá que também disromper os seus paradigmas ultrapassados, terá que mudar. A Transformação é simultânea ao enfrentamento da realidade, é enquanto encara uma crise, e é por isso que é em Tempo Real.

Para saber mais sobre o nosso curso, acesse:

https://aprenda.com.br/anagardenia

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VOCÊ SABE O QUE É FUNIL DE VENDAS?

Também chamado de pipeline, o funil de vendas é um modelo estratégico que mostra a jornada do cliente, desde o primeiro contato dele com a empresa até o fechamento do negócio. 

Ele é formado por um conjunto de etapas e gatilhos cujo objetivo é dar suporte à jornada de compra das personas de uma determinada organização. O funil de vendas é divido em três etapas:

▪ TOPO DE FUNIL: está para o aprendizado e descobertas. Os visitantes descobrem que têm uma necessidade ou problema a ser resolvido, até então desconhecido. Essa é a etapa da consciência, despertada após entrarem em contato com você.

▪ MEIO DE FUNIL: estamos lidando com os Leads. Eles estão em busca de resolver suas necessidades, ainda que não saibam bem como fazer isso: pode ser com uma planilha específica ou até com a compra de um software. Sua função é ajudá-los com dicas e técnicas.

▪ FUNDO DE FUNIL: os Leads qualificados tornam-se oportunidades: estão praticamente prontos para serem abordados pelo time de vendas. Mais do que cientes do problema, buscam soluções. A relação de confiança estabelecida entre você e cada um deles faz com que você seja visto como uma referência no assunto e alguém com quem podem negociar. Mostre que você é o parceiro perfeito para eles.

Quer ficar por dentro de todas as dicas para fazer seu negócio crescer? Copie e cole aprenda.com.br no seu navegador, faça seu cadastro e acesse a nossa Escola de Formação de Produtores.

Aprenda, o marketplace do conhecimento.

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE III

Três Razões Poderosas para Existência de um Produto Digital

Como falamos anteriormente, os clientes só se preocupam com eles. Queira você ou não, somos egoístas em um processo de compra.

Existem três razões essenciais, três razões existenciais de um produto. Uma diz respeito ao consumidor, e outra ao produto.

No que diz respeito às razões do consumidor, existem 3 Razões Essenciais. Uma pessoa só compra algo:

1 –  Porque precisa;

2 –  Porque acha que precisa;

3 –  Porque ainda não tem certeza se precisa ou não.

Somos totalmente egoístas — e até hedonistas — em um processo de compra. Está na essência de preenchimento do ser humano consumirmos utilidades e futilidades.

Já no que condiz ao produto, existem 3 Razões Existenciais para um produto digital.

Educar: Você se coloca a levar o seu cliente do ponto A ao ponto B. O objetivo claro deste produto é a transformação. O seu cliente precisa conseguir algo objetivo (que pode ser para preencher uma utilidade ou uma futilidade). Geralmente ele quer dinheiro, fama e/ou poder (isso é assunto para um outro artigo).

Expor: Um produto pode ter como característica informar o seu cliente de algo. Essa informação pode ser referente a uma necessidade explícita, ou a uma necessidade oculta — que foi revelada em algum momento para o seu cliente.

Entreter: O seu cliente pode simplesmente estar buscando preencher sua dispersão, e busca algo que o faça bem — mesmo de forma subjetiva. Esse entretenimento pode ser sexual, cômico, midiático, ou qualquer tema que não se relaciona necessariamente com algo educativo ou informativo. Inclusive no Brasil, é a maior indústria na internet e televisão.

3Ps e 3Es.

Todo produto possui ao menos 1E e 1P. É impossível você criar um produto digital que não desempenhe tais características. E geralmente, para cada “E” existe um “P” com mais sinergia.

Existe uma determinada “fórmula” que você pode aplicar para identificar as características do seu produto. Fiz questão de colocar “fórmula entre aspas”, porque não acredito que exista uma fórmula perfeita, mas essa regra que sugiro é praticamente irrefutável na maioria das situações:

Um produto digital precisa estar pelo menos dentro de um (1) dos 3Es possíveis. E tal clareza deve ser transmitida e consolidada em toda a entregabilidade do seu produto.

Geralmente um produto que possui interesse em educar, acha público fácil entre as pessoas que já possuem conhecimento sobre uma necessidade a ser aprendida, e para aquelas pessoas que possuem necessidades ocultas — e quem em um processo de vendas se torna revelado.

Por exemplo: existem pessoas que se incomodam muito com o seu peso, e estão em busca de uma solução — que pode ser através de um curso. Mas, talvez você encontre alguém que está acima do peso, mas que não tinha percebido o quão prejudicial para a saúde isso pode ser.

Nesse caso, é alguém que possui uma dor “oculta”.

Então, talvez a sua a fórmula deste produto seja essa:

Isso quer dizer que 50% do seu produto é para educar 35% da sua audiência que PRECISAM COM URGÊNCIA do seu produto, e 15% que SABEM que têm um problema, mas que ainda não viu uma urgência imediata.

Talvez, e seu produto não seja só educativo, mas também expositivo (informando o cliente sobre o problema. Então você dividiria os 50% do seu produto talvez entre 35/15, ou 25/25.

“Ah Maza! Mas como chego nessa informação”. Depende. Você precisa conhecer as características do seu público, e quais são as suas forças para ajudá-lo.

Isso te possibilita a ter algo mais abrangente, e chegar em uma idéia aproximada do que você irá criar.

Agora dimensione isso.

Depois de entender isso, você percebe que possui uma audiência em escala, e que precisa criar a solução para o problema que você está se pondo a resolver.

Agora que você sabe disso, já pode criar o seu produto sabendo que não está se propondo a ser mais um, e sim quer fazer parte dos resolvedores de problemas.

Porém, como você fará isso?

Como conseguir encontrar o seu público de interesse?

Isso eu te explico no próximo artigo. 🙂

Para recebê-lo, coloque o seu nome e e-mail aqui, e ative a notificação.

AUTOR: ALESSANDRO MAZAROTO www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER – PARTE II

Pare de falar sobre seu produto, empresa ou missão … foque no seu cliente!

No Empreendedorismo Digital está cheio de empresas com MUITO propósito, e POUCO resultado.

Agora, antes de prosseguir, eu preciso te dizer algo muito sério: ninguém se importa com o seu produto. Na verdade, as pessoas não estão nem aí se você possui ou não o melhor produto do mercado. O que elas precisam — e deveriam cobrar por isso — são os frutos que vão obter.

E não existe nada de errado nisso (em focar em um produto só pela entregabilidade de resultados). Inclusive, é isso que você aprende com a economia real.

Muitas vezes você não possui uma solução totalmente fechada, e sim algo que processo de validação. É normal que a maioria dos produtos da economia real esteja incompleto.

Algo que aprendi nos meus anos de anos, foi justamente que o cliente não vai te julgar pelo quão trabalhoso — e complexo — pode ser para que sua encomenda chegue na casa dele.

Existem vários processos logísticos, além do time de vendas; Atendimento;  Expansão; Jurídico; Fiscal; Desenvolvedores; Inteligência artificial de mapeamento por aplicativo, mais de 800 funcionários trabalhando noite e dia atendendo tickets e corrigindo bugs, e outras centenas de processos para que um simples smartphone comprado — comprado em um e-commerce —  chegasse em sua porta.

Ele só vai te julgar por isso: Meu produto chegou?! Chegou rápido?!

Porém, isso não deve ser motivo para que você entregue algo meia-boca.

Certa vez, eu estava lendo (em 2011) a biografia do Steve Jobs, que tinha acabado de falecer a poucos meses, em outubro do mesmo ano.

Nela, Steve conta uma história fantástica sobre quando estava montando um cercado junto com seu pai.

O pai, em certo momento, pediu para o Jobs, na época um pequeno garoto, pegar algumas boas madeiras para a cerca de sua casa. Jobs então pegou algumas madeiras velhas e de baixa qualidade junto com as boas. O pai, logo perguntou porque o filho pegou madeiras ruins, e Jobs responde: “Ah pai, mas é para uma parte que não ficará visível. Ninguém se importará”, e seu pai prontamente repreendeu:

Se você é um carpinteiro e está fazendo um belo armário com gavetas, não vai usar um pedaço de madeira inferior na parte de trás só porque as pessoas não o enxergarão, pois ele estará virado para a parede. Você sabe que está lá e, então, usará um pedaço de madeira bonito ali. Para você dormir bem à noite, a qualidade deve ser levada até o fim” – explicou ao filho, Steve Jobs

Quantos de nós produtores estamos realmente orgulhosos de nossos produtos? Como você enxerga o trabalho que têm feito? Quais soluções você realmente entrega?

Muitos produtores não deveriam estar dormindo bem à noite sem responder de forma positiva tais perguntas. Existem centenas de produtos que não valem um único centavo, e deveriam ser extintos definitivamente do mercado.

AUTOR: Alessandro Mazaroto – www.linkedin.comin/mazaroto/?originalSubdomain=br

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UMA CONVERSA FRANCA SOBRE EMPREENDER ONLINE – PARTE I

Provavelmente seu produto é uma Farsa

Quando você está iniciando como Produtor de conteúdo, e usando as ferramentas de Marketing Digital, o que você mais escuta é que precisa produzir conteúdo e ter um bom produto. O “tal” conteúdo é primordial para que você entregue valor para a sua audiência, e o produto para que você seja retribuído — geralmente com status e dinheiro — o incrível e árduo trabalho de estar ali para elas (gerando reciprocidade) todos os dias, muitas vezes de graça…

E blá, blá, blá.. é reciprocidade pra cá, é entregar valor para lá, e você é bombardeado com um monte de conteúdo manjado — e muitas vezes totalmente inútil na internet. Além disso, seu produto nem é tão bom assim. Muitas vezes foi produzido às pressas, com uma câmera foleira e um áudio sofrível.

E se não bastasse, existe uma tal “Fórmula” por aí que impregna na mente do professor (ou “Expert”) que precisa postar conteúdos todos os dias, alguns menores (nuggets, nutellas, e esses termos ridículos) e conteúdos mais densos. Por si só você que a quantidade é mais exaltada que a qualidade.

São centenas de “especialistas” clamando que: “Você precisa ser uma autoridade!”, “Precisa produzir com conteúdo!”, “Dê de graça e será recompensado…”, “O conteúdo é o rei do Marketing..”, “Tenha um produto transformador!”, e mais blá, blá, blá.

E não é bem assim.

Depois de 7 anos trabalhando só com lançamentos de projetos e infoprodutos, e ao menos por 10 anos atuando em nível de gestão e sociedades em Startups de tecnologia — sendo uma delas um unicórnio — percebo que existe muito ruído e uma falta de clareza imensa no que condiz “gerar valor” para seus clientes.

Existem muitos conteúdos e produtos digitais transformadores? Sem dúvida.

Muitos dos conteúdos gratuitos são realmente focados em qualidade? Com certeza.

Mas… geralmente tanto os “conteúdos” como os produtos são ruins, e só servem para arrancar o seu dinheiro.

Além disso, o mercado te educa muito mal nas práticas de Marketing. Provavelmente — e infelizmente deve ser o seu caso — você não possui um produto verdadeiramente forte. Ou se possui, deve produzir conteúdo muito mal.

E isso não é culpa sua. Você não têm culpa de produzir conteúdo mal, ou de não saber exatamente como criar um produto que esteja conectado com as dores de sua audiência.

Como eu disse, o mercado de Marketing no Brasil em geral é muito bom.. em vender. Mas péssimo em gerar resultados satisfatórios para seus clientes.

Existem exceções? Lógico. Mas… não é fácil conseguir separar o joio do trigo.

Antes de falarmos os pontos que te fazem errar na sua produção de conteúdo e na elaboração do seu produto, eu gostaria de falar sobre dois tipos de economia.

Economia Digital vs Economia Real

A economia digital

É onde estão praticamente todos os tipos de produtos de informação — os famosos infoprodutos — e entretenimento, e possui hoje a barreira de mercado (que é o grau de dificuldade de você poder emprende-la) relativamente baixa, você podendo iniciar um negócio até mesmo com poucos reais.

Todos os cursos online se enquadram nesta categoria. Se você é um produtor/professor/expert, provavelmente é isso que você vende: informação.

A indústria de informação consiste em um agente, que transmite uma determinada informação para levar o cliente/consumidor/aluno de um ponto A para um ponto B.

Tanto que muitos a chamam de indústria da transformação. No Brasil — principalmente depois do COVID-19 — mais de 1,38 bilhões de crianças e adolescentes ao redor do mundo pararam de ir a aula por conta da pandemia. Para ajudar a diminuir esse número, a UNESCO criou um grupo de trabalho especial (Global Education Coalition) que dá uma consultoria técnica para governos.

Hoje, estima-se que a indústria do conhecimento gira em torno de 8 bilhões de reais só no Brasil. Não é atoa que a internet está cheio de especialistas e empresas de lançamentos e plataformas como a Hotmart, Eduzz e Monetizze faturam milhões de dólares por ano.

E quem se beneficia deste mercado, além dos Gateway de pagamentos, são os infoprodutores, coprodutores, afiliados, agências digitais, redes sociais (através da compra e venda de propagandas) e diversos empreendedores e negócios digitais.

Entretanto, a indústria de “digital marketing” ainda está só no começo no Brasil, visto que indústrias de mídia e informação tradicionais — como as redes Televisivas brasileiras — faturam mais de 30 bilhões ano… vendendo o quê? informação e entretenimento.

Fica óbvio que as grandes redes de mídia, rádio e tv estão se adaptando para os meios digitais, mas que ainda existe uma quantidade de dinheiro muito grande, e que está trocando cada vez mais de mãos na economia digital.

Mas, ela é um bebê comparada ao outro braço econômico que vamos citar…

A economia real.

Como o próprio nome já diz, a economia real é onde estão 90% de todos os negócios consumíveis conhecidos, e onde gira a maior parte do PIB nacional. A economia real é composta de negócios locais, produtos físicos, bancos digitais, empresas de entrega e e-commerces — que mesmo tendo sua aplicabilidade online, grande parte vende produtos físicos.

A economia real gira só no Brasil um quantitativo estimado de 80 bilhões por ano — isso mesmo, a economia digital vale só 10% do que hoje vale a economia real.

Para você ter idéia, até o momento (estou escrevendo isso em agosto) só os e-commerces nacionais faturaram R$ 41,92 bilhões — em pleno COVID-19 —, e nem chegou a Black Friday.

E mesmo sendo uma economia mais “física” ela está quase que praticamente digitalizada. Todos os braços que atendem empresas e serviços na economia digital estão na economia real, e ainda com muito mais estrutura e faturamento.

A Magazine Luiza por exemplo possui sistemas de Dropshipping — que possibilita autônomos a venderem através de seu portal, mesmo sem precisar de estoque, afiliados e distribuição de mídia paga com monitoramento inteligente de anúncios. Não é atoa que ela fez a recente aquisição da InLoco — empresa de mídia paga e inteligência de anúncios — para poder monetizar a sua audiência.

Além disso, as FinTecs – empresas que tecnologias no mercado financeiro – e as empresas de delivery como iFood, Loggi e Rappi, já são unicórnios (empresas com que possuem valor patrimonial acima de 1 bilhão de dólares) e estão crescendo ainda mais. Os unicórnios nacionais hoje são a 99, Ebanx, Gympass, iFood, Loft, Loggi, Nubank, QuintoAndar e Wildlife. Tais empresas captaram mais de US$ 1,2 bilhão em 2019 e outros US$ 175 milhões no primeiro mês de 2020.

Eu mesmo já fui gestor na Loggi, e fiz parte do time quando ainda estávamos batalhando para nos tornamos um unicórnio. Eu fiz parte do time justamente na expansão territorial e na abertura de mercado para o Nordeste.

O que eu vi na Loggi, e também com diversos amigos em postos chave em diversas Startups no Brasil, é a consolidação do que certa vez disse Bill Gates:

“Em alguns anos vão existir dois tipos de empresas – as que fazem negócio pela Internet e as que estão fora dos negócios”.

E o que isso tem a ver comigo?

Há 12 anos eu sou obcecado pelo Digital. Comecei trabalhando em 2009 desenvolvendo blogs e websites para quase todo o tipo de empresa. Depois, quando tive a honra de ser colaborador em 2013 do CERS (onde estive por quase 6 anos) eu pude viver o mundo dos produtos de informação. Nessa época eu já trabalhava mais com a parte estratégica de produto e já tinha passado por diversas agências sendo Designer e Propagandista. Depois, em 2017, com a minha empresa eu comecei a lançar professores e especialistas.

Mas, eu também tive duas agências de mídia e online, que tinham como foco atender empresas da economia real. Uma se chamava Jeito Geek — empresa com foco em criação de marca e branding — e a outra chamava-se Pontelab — cujo foco era a fornecer soluções tecnológicas para negócios físicos locais.

Além disso, como mencionado, tive o privilégio de fazer parte de uma unicórnio nacional, a Loggi — empresa de tecnologia em entregas — hoje atuante em todo o Brasil e em algumas cidades do exterior. 

Por eu ter uma experiência que é bem fora da curva do mercado tradicional, eu levantei todas as informações a ponto de ter o modelo de negócios inteiro na minha cabeça, e consegui identificar onde a maioria dos negócios da economia digital erram:

Eles criam conteúdos desconectados das soluções reais.

Por mais que se fale muito em “produzir conteúdo de valor”, ao pararmos para analisar, o comprometimento com o resultado de seus clientes (ou alunos) é praticamente zero.

Quando um professor/expert/especialista se propõe a criar um produto de informação, ele não está desenvolvendo algo que esteja 100% relacionado com o resultado do seu aluno. Se o seu aluno não conseguir colocar em prática, a culpa não é dele.

Basicamente, você adquire um serviço sem garantias. Além disso, 80% do tempo é despendido em atrair novos alunos, e não em melhorar a entregabilidade — e resultados — de seus clientes.

É isso que faz tanta gente enxergar com nariz torto os empreendedores digitais. E não me leve a mal, eu também sou um empreendedor digital e não estou isento de tal crítica.

Mas… como realmente deixar de ser um possível farsante, e realmente ter algo de valor — e que você se orgulhe — para entregar?

AUTOR: ALESSANDRO MAZAROTOwww.linkedin.com/in/mazaroto/?originalSubdomain=br