Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

Fale com ele
- Categoria: Cursos do Portal

Curso COMPLETO para o XV Exame de Ordem! Prepare-se com ANTECEDÊNCIA para vencer a OAB!

fb-20

Dar início aos estudos para o Exame de Ordem com MUITA antecedência: essa é a chave para maximizar as chances de aprovação.

Essa é uma forte crença que possuímos, e isso em razão dos seguintes motivos:

1 - as estatísticas do Exame de Ordem mostram que os percentuais de aprovação são sempre baixos, na faixa entre 15 a 20% do total de inscritos;

2 - na preparação de longo prazo o examinando consegue abordar TODO o conteúdo programático para a OAB. Isso maximiza as chances de aprovação, pois o candidato poderá ter um desempenho bom em todas as diferentes disciplinas da 1ª fase;

3 - mais do que abordar todo o conteúdo, é possível implementar com qualidade uma metodologia consistente de estudo, envolvendo a resolução de exercícios e revisões periódicas, fundamentos principais para se estabelecer a chamada memória profunda. É preciso acompanhar a aula, resolver exercícios e revisar o conteúdo, e quanto antes o processo de estudo for iniciado, melhor para o estudo em si e melhor para o candidato, que produzirá para si mesmo um estudo mais consistente.

Por isso estamos lançando o nosso curso  curso preparatório COMPLETO para o XV Exame de Ordem.

Curso Preparatório Completo para o XV Exame de Ordem

Faltam ainda 4 meses para a prova objetiva do XV Exame de Ordem. Este lapso temporal é o ideal para quem deseja começar a se preparar com antecedência, visando esgotar todo o conteúdo da futura prova objetiva. E é por isso que estamos lançando agora este curso: pois ele é abrangente, completo, perfeito para quem quer passar na 1ª fase com SEGURANÇA!

Este curso é ministrado por MESTRES na preparação para o Exame de Ordem: Renato Saraiva, Geovane Moraes, Cristiano Sobral, Aryana Manfredini, Matheus Carvalho, Flávia Bahia, Ana Cristina, André Mota, Francisco Penante, Sabrina Dourado, Paulo Machado, Frederico Amado, Cristiane Dupret, Bernardo Montalvão e Alexandre Bezerra.

A carga horária do curso é de 103 encontros, com 2 horas cada encontro, totalizando, aproximadamente, 206 horas/aulas

Valor Promocional até o dia 10/08/2014: R$ 750,59 (setecentos e cinquenta reais e cinquenta e nove centavos)

DETALHE: As aulas nunca são repetidas! Aulas SEMPRE INÉDITAS e atualizadas para cada edição do Exame de Ordem.

E devemos ressaltar as seguintes vantagens:

1 – As aulas podem ser vistas desde o começo. O aluno não perde nada do conteúdo ministrado independentemente do momento da matrícula;

2 – Cada aula pode ser assistida até duas vezes;

3 – A aula pode ser pausada ou o aluno pode voltar para determinado trecho dela para rever uma explicação, maximizando a absorção do conteúdo;

4 – O aluno faz seu horário de estudo e implementa a autogestão do aprendizado.

Cronograma de estudos para o XV Exame de Ordem

As vantagens acima representam um plus estratégico na preparação que, somadas com a força do conteúdo ministrado pelos professores do Portal, oferece ao aluno um excelente preparação.

Cliquem no link e inscrevam-se no Curso Preparatório Completo para o XV Exame de Ordem.

O Exame de Ordem acontece aqui, no Portal Exame de Ordem!

- Categoria: Vídeos

No próximo sábado teremos 2 horas de revisão AO VIVO e ONLINE de Ética Profissional!

1

No próximo sábado, dez da manhã, transmitiremos, ao vivo e online DUAS HORAS de REVISÃO em Ética Profissional ao vico e online para vocês ARREBENTAREM na prova!

O professor Paulo Machado, fera na disciplina, revisará os pontos mais relevantes e mais cobrados de Ética Profissional na prova da OAB.

Vocês não podem perder essa!

No sábado divulgarei o link aqui no Blog!

Anotem agendinha: No sábado, Ética Profissional acontece AQUI!

- Categoria: Advocacia

Projeto fixa bases salariais mínimas para os advogados da iniciativa privada. Quais seriam as consequências de sua aprovação?

1

Está tramitando no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado em suas autuais bases, servirá de um grande alento para virtualmente centenas de milhares de advogados, em especial jovens advogados. O PL 6689/13, de autoria do deputado André Figueiredo (PDT-CE), estabelece um piso mínimo para os advogados da iniciativa privada.

Confiram a matéria da Agência Câmara. Depois, algumas considerações sobre essa iniciativa:

A Câmara dos Deputados analisa projeto de lei que estabelece salário mínimo para advogados da iniciativa privada (PL 6689/13). Segundo a proposta, do deputado André Figueiredo (PDT-CE), os valores serão fixados de acordo com o tempo de inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a jornada semanal de trabalho.

Atualmente, a Lei 8.906/94, que criou o Estatuto da OAB, determina apenas que o salário mínimo profissional do advogado seja definido a partir de decisão da Justiça Trabalhista, salvo se ajustado em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Valores

Pela proposta, os valores serão estabelecidos para uma jornada semanal de 20 horas:

R$ 2.500,00 para advogados com até um ano de inscrição na OAB;
R$ 3.100,00 para advogados com um a dois anos de inscrição;
R$ 3.700,00 para advogados com dois a quatro anos de inscrição;
R$ 4.500,00 para advogados com mais de quatro anos de inscrição.

Os valores previstos serão acrescidos de 30%, em caso de dedicação exclusiva.

O projeto propõe que esses valores sejam reajustados anualmente no dia 11 de agosto, mesmo se não houver decisão da Justiça do Trabalho, de acordo com a variação acumulada do INPC, indicador oficial para orientar os reajustes de salários dos trabalhadores.

Valorização profissional

De acordo com Figueiredo, a medida favorece, sobretudo, os recém-formados que vivenciam situações de precarização do trabalho por não terem um piso salarial básico e trabalharem em carga horária excessiva. Para o deputado, o salário mínimo vai contribuir para que a advocacia seja “mais comprometida com uma sociedade mais justa e solidária”.

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

A existência de um projeto como este revela como está precária a situação dos advogados, pois é preciso a intervenção estatal para assegurar um “salário mínimo” para a classe dos advogados.

E sim, a coisa está realmente feia.

O projeto revela uma assimetria no mercado, podendo este ser chamado de imperfeito (quando as relações de troca precisam de uma interferência para manterem sua regularidade) por conta de disfunções no sistema educacional que geram reflexo no mercado profissional.

Como todo mundo sabe, o Brasil tem mais faculdade de Direito do que o resto do mundo, inundando o mercado da advocacia com novos profissionais a cada ano. Já passamos, com isso, do chamado ponto de saturação, quando existem mais advogados do que a oferta de empregos.

Por isso os salários são baixos: como a procura por emprego é maior do que a oferta, os empregadores podem reduzir o valor dos salários sabendo que as vagas serão preenchidas de toda forma, pois a necessidade de trabalhar suplanta a rejeição por salários muito baixos.

A assimetria do mercado nasce, portanto, da explosão desproporcional do número de faculdades. E se não fosse o Exame de Ordem, a situação seria absolutamente crítica.

Agora vem a pergunta: o mercado vai assimilar essa lei?

Sim, existem efeitos contrários quando o Estado tenta regulamentar um determinado mercado. Vejam só:

1 - A situação não está fácil para ninguém, incluindo aí empregadores. Nada impede que estes passem a demitir sistematicamente os advogados que tenham mais de um ano de inscrição;

2 - A lei, como tantas outras, NÃO CONTEMPLA a figura do advogado associado. O Conselho Federal da OAB, com fundamento no art. 54, V, e 78 da Lei nº 8.906/94, inventou a figura do advogado associado ao conceber o art. 39 do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia:

“a sociedade de advogado pode associar-se com advogados, sem vínculo de emprego, para participação nos resultados”.

O advogado associado não é sócio, é associado, ou seja, não faz parte da sociedade. Também não é empregado, não tem os direitos trabalhistas regulares de qualquer empregado, coisa que ele não é. Ele faz parte de uma estranha zona cinzenta trabalhista.

Sua participação nos lucros varia muito, mas, em regra, acaba refletindo a própria realidade do mercado E se for mandado embora, sai sem nenhum direito trabalhista, nenhuma verba rescisória. Sai do mesmo jeito que entrou.

A lei silencia quanto a este ponto e é natural antever um movimento do mercado no sentido de aumentar a existência, dentro dos escritórios, do advogado associado. Ou seja: a lei seria relativamente inócua.

3 – Empresas poderiam demitir seus advogados empregados e contratar escritórios de advocacia, exatamente para evitar o aumento de custos.

Resumindo: parece um projeto legal mas provavelmente gerará um impacto muito reduzido nas relações profissionais e nas remunerações reais dos advogados da iniciativa privada.

Este projeto precisaria de dois reparos significativos para se tornar viável no mercado:

1 – Contemplar uma solução para a figura do advogado associado, estabelecendo para estes também uma base mínima de vencimentos, afora a participação;

2 – Reduzir os valores salariais inicialmente ofertados, sob pena de gerar demissões e reações exacerbadas dos empregadores.

Não vamos ignorar o óbvio: as relações sociais são marcadas pelo dinamismo e por ações e reações. Se surge uma regra para organizar o mercado, o mercado vai buscar soluções para se adequar da melhor forma à regra em proveito PRÓPRIO.

Um empregador vai fazer de tudo para manter seu custo operacional baixo, incluindo aí o uso de qualquer subterfúgio (legal ou não) para atingir seu fim.

Os valores sugeridos pela lei são ótimos, seria maravilhoso se todo mundo aceitasse eles, mas me parece que estão muito descolados da realidade. Se o projeto for aprovado desta forma, vai impactar negativamente na classe.

E, por fim, o projeto é só mais um tapa-buraco. A busca da solução de verdade, o controle da explosão das faculdades caça-níquéis, passa muito longe das canetas eleitas do Congresso Nacional.

Mas isso é outra história…

- Categoria: Como fazer a prova

Dissecando a estrutura das questões da prova objetiva da OAB

bisturi

Há muito tempo dei início, no Exame de Ordem, a classificação e compreensão da natureza das questões objetivas da primeira fase. Essa abordagem pioneira visada, em especial, na preocupação de mostrar para os examinandos como as questões são estruturadas e com isso auxiliá-los no posicionamento diante do problema. Afinal, a compreensão da natureza das questões tem o potencial de mostrar ao candidato a melhor forma de encarar a prova.

Se vocês compreendem a natureza do enunciado, conseguem refletir com calma sobre as possibilidades, em especial sobre o quê, exatamente, lhes está sendo pedido.

Uma coisa é aplicar o conhecimento ao problema apresentado, outra, é entender a natureza do problema e compreender a melhor abordagem a ser feita.

Entender a natureza de uma questão, e sejamos sinceros, não ajuda em muita coisa. De toda forma, é algo fácil de ser compreendido, fácil de ser identificado e ajuda a estabelecer um rápido posicionamento quanto a forma de se abordar o enunciado.

Existem apenas duas modalidades de elaboração de questões. A primeira é a conceitual ou conteudista, e a segunda é a operatória ou problematizadora.

A modalidade conceitual (conteudista) envolve a compreensão de um conceito e sua identificação dentro da questão, atendendo-se ao enunciado. O candidato precisa conhecer o conteúdo e identificar a assertiva correta em função do enunciado.

A utilização da memória e a percepção do certo e do errado são as chaves para a solução.

Aqui o foco está no conhecimento puro e simples. Tem correlação com ter memorizado o conteúdo jurídico.

Na modalidade problematizadora (operatória) o candidato precisa não só conhecer o conceito como também estabelecer um raciocínio para identificar qual a solução mais adequada para o problema. Neste caso, será necessário o uso do raciocínio para estabelecer a adequação entre o conceito, o problema hipotético e a solução adequada. Ou seja, é preciso raciocinar.

E como é no Exame de Ordem sob a égide da FGV e quais as implicações na hora de se resolver a prova?

Vamos analisar questões do IX Exame de Ordem, não só porque ela foi muito difícil (a mais difícil de todas até agora, em termos percentuais) como também porque não há variações relevantes nas últimas edições que exija uma abordagem mais extensa.

A lógica toda está presente nesta prova.

Vamos primeiro identificar questões de natureza conceitual.

Todas elas não exigem raciocínio do candidato, somente a compreensão do tema e o estabelecimento de uma correlação entre a lei e a resposta adequada.

1 13

O enunciado “A respeito da ação de habeas corpus, assinale a afirmativa incorreta” é extremamente sucinto, remetendo a atenção do candidato para as alternativas e exigindo deste o conhecimento estrito da letra da lei. O enunciado simples é quase vazio de informações, apenas remetendo ao tema de interesse da banca, informando tão somente o tema jurídico alvo e o tipo de resposta a ser escolhida, no caso, a correta.

A alternativa correta é a letra C, e o candidato teria que conhecer o instituto para responder essa questão, que não é tão óbvia assim.

É fácil perceber que tal questão exige apenas o uso da memória, sem nenhum raciocínio extra, e é o melhor tipo de questão para começar a se resolver a prova.

Entretanto, esse tipo de questão é propicio para a inclusão das chamadas “pegadinhas”. A pegadinha consiste em uma tentativa da banca em confundir o candidato com soluções muito parecidas, sendo que uma das alternativas apresenta a modificação de um ou dois termos que a invalida como resposta correta.

A pegadinha gera dúvida e reduz a probabilidade de acerto, e o candidato tem de estar atento.

Entretanto, é bom ressaltar que tal tipo de questão não se presta somente a medir conhecimentos relativos à letra da lei, sendo que conceitos jurídicos-doutrinários também podem ser exigidos:

1 19

A alternativa certa é a B. Típico exemplo em que o conteúdo está vinculado à norma, no caso, constitucional.

Vejam que a resposta é a letra da CF:

Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

(…)

VIII – colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.

Vejam que questão enjoada. O candidato é obrigado a conhecer a norma Constitucional, em uma parte nem tão estudada assim, para poder apresentar a resposta correta. Muito complicada e de apelo prático-profissional quase inútil.

A questão acima é nitidamente conceitual-doutrinária, e o estudo deve ser pautado na leitura de um livro.

O enunciado abaixo mostra uma questão com um extrema pobreza de conteúdo no enunciado, em que é pedida a resposta correta no sentido de dar uma completude ao enunciado a partir da escolha de uma definição legal-doutrinária:

1 48

De forma bem rasteira: ou sabe ou chuta. No caso, letra A.

Vocês acertariam?

Como resolver questões objetivas da OAB sem saber NADA do conteúdo da disciplina?

O ponto é: o enunciado apenas serve de apresentação. Nele não há grande dicas ou informações complementares, obrigando o candidatos a realmente conhecer a doutrina, jurisprudência ou norma (em especial a norma, pois a prova é essencialmente dogmática) correlata.

Vamos analisar agora questões de natureza problematizadoras.

As questões que exigem o raciocínio do candidato são mais trabalhosas, pois demandam não só o conhecimento da norma e da doutrina como exige sua adaptação ao problema. Ou seja, não basta conhecer, é preciso compreender e adaptar.

Esse tipo de enunciado é mais complexo e demanda mais foco e concentração na hora de ser resolvido.

Vejam uma típica de situação-problema na qual o candidato precisa refletir para encontrar a alternativa adequada. O enunciado é bem mais extenso e conta um caso, uma história (a que chamamos de situação-problema) exigindo uma leitura bem mais atenta para a correta compreensão do enunciado. Aqui temos a forte distinção das questões operativas:

1 43

A resposta é derivada do problema, e sem a compreensão do enunciado (e do problema FÁTICO apresentado), não se tem a compreensão da resposta correta. A alternativa certa é a letra B.

1 53

A resposta correta está na letra A.

Agora prestem atenção na questão abaixo. Ela é muito interessante:

1 57

Leram o enunciado? Vamos imaginar que ele, o enunciado, fosse assim: Acerca do instituto da repercussão geral, assinale a alternativa correta.

Mudaria o sentido da resposta?

Não…

Aqui nós temos um sério problema na prova, que são as questões cujo os enunciados são inúteis. Na realidade, a questão acima poderia ser classificada como sendo pseudo-problematizadora. Na prática ela é conceitual, pois o enunciado não carrega informação útil ou relevante para a solução do problema.

Mas por que isso?

Obviamente é para cansá-los. O candidato lê um enunciado imenso e espera, evidentemente, que a resposta guarde correlação com um possível problema prático. Mas não é o caso. É o famoso “enchimento de linguiça”, cujo objetivo é cansar a cabeça e cobrar o tributo da desatenção.

Não funciona com uma ou duas questões, mas depois de 2 ou 3 horas de prova, o conjunto da prova como um todo cobra o preço do cansaço.

Vejam o ápice da formulação deste tipo de enunciado:

1 58

A resposta está na letra B.

Se o enunciado fosse “a respeito do processo de execução brasileiro, assinale a alternativa correta, em nada, em rigorosamente nada o candidato perderia na análise das alternativas e em sua capacidade de oferecer a resposta correta. As alternativas estão divorciadas da pergunta.

Isso, meus caros, é para cansá-los e estressá-los.

Pois bem!

No plano da estrutura do conteúdo, as questões podem contar com as seguintes possibilidades:

— apenas afirmativas, exigindo a disponibilidade de conceitos: neste caso, a afirmativa pode ser correta ou não;

— afirmativas e justificativas: neste caso, ambas podem estar certas ou erradas, bem como uma estar certa e a outra errada. Muito cuidado, pois não é incomum a apresentação de uma afirmativa correta, com uma justificativa erra. Esta consiste numa pegadinha bastante perigosa.

— afirmativa principal e afirmativa complementar: muitas vezes a afirmativa complementar aparece como uma exceção a uma regra que aparece na afirmativa principal. Muitas vezes usa-se para tanto, como conector, a expressão “ainda que”.

Ao se comparar as provas anteriores do Exame de Ordem, é nítida, muito nítida a distinção entre os tipos de questões cobradas. E as questões problematizadoras certamente predominam, porquanto são as questões que produzem um maior cansaço mental.

Enunciados mais extensos, como afirmado acima, demandam mais tempo, cansam mais e aumentam a probabilidade de distrações e perda de foco, afora o fato das questões serem mais intrincadas dificultam mais a escolha da assertiva correta.

Que lição tirar disso? Não existe, após se analisar os tipos de questões, um “esquema” ou “macete” para resolver as questões: ou o candidato sabe ou não sabe!

O máximo é se valer um pouco do bom senso e da lógica para poder lidar com enunciados cuja resposta não se sabe.

Trata-se de apenas uma questão de foco a atenção na resolução da prova. No máximo o candidato pode optar entre resolver primeiro as questões conceituais para depois abordar as operativas, mas isso implicaria em um processo seletivo muito extenso e para a prova seria contraproducente.

De toda forma, serve para identificar enunciados passíveis de conterem “peguinhas”, e as conceituais são as melhores para esse tipo de construção: o candidato deve ficar atento!

Também serve para o candidato não ficar desesperado caso não consiga estabelecer uma correlação óbvia entre enunciado e respostas possíveis. Várias questões são feitas desta forma, fazendo que o examinando ache que não “pegou” o sentido da coisa, quando na verdade não há de fato um sentido a ser apreendido.

Não se confundam nesta hora!

E, por fim, vale o alerta de que as questões operatórias tendem a ser mais desgastantes que as questões conteudistas, e, em especial, as pseudo-operatórias são ainda mais.

- Categoria: Editais

FGV divulga os nomes dos Coordenadores da Banca Examinadora da 1ª fase do XIV Exame de Ordem

E pela 3ª vez depois de sua implementação a OAB publica a lista com os nomes dos responsáveis por cada disciplina da 1ª fase do Exame de Ordem!

Essa determinação é uma regra estabelecida pelo último Provimento, o 156/2013:

2

Os membros da lista ou são doutores, mestres, desembargadores e até mesmo um ministro do TST. Vamos conferir quem é quem:

1

2

Como isso interfere no Exame de Ordem?

Com isso nós podemos atribuir claramente a “culpa” nos responsáveis pelas questões. Antes a culpa ia genericamente na OAB ou na FGV. Agora a crítica terá um destinatário certo: o responsável apontado pela FGV pela disciplina.

Isso efetivamente já produziu um efeito forte na 1ª fase: o nível das provas melhorou nitidamente, apesar de termos ainda algumas falhas. Mas apesar das falhas, algumas gritantes, a banca não vem anulando as questões na 1ª fase.

A prova ainda não está isenta de falhas, mas caminha (espero) para este caminho.

De toda forma, as falhas ocorridas no XII e XIII não caíram com força na cabeça dos coordenadores. A culpa continuou sendo atribuída aos candidatos.

- Categoria: Vídeos

Hoje teremos mais Overdose! Nossa revisão antes da prova da 1ª fase!

fb-rafaeltonassi

Hoje teremos mais uma sessão de OVERDOSE!

Começaremos com o professor Rafael Tonassi dando aquelas dicas de Direito do Trabalho!

Para participar basta se cadastrar na página do OVERDOSE! (cliquem aqui).

Depois teremos o professores Cristiano Sobral (Civil) e Paulo Machado (Ética).

Confiram a programação:

2

Cadastrem-se no OVERDOSE e boa revisão!

- Categoria: Cursos do Portal, Datas do Exame de Ordem

Inscrições para a repescagem no XIV Exame de Ordem terão início na próxima semana. Já começaram a estudar?

Quem está esperando pela inscrições para a repescagem deve ficar ligado! No próximo dia 5 de agosto, terça-feira, teremos o início das inscrições para os candidatos da repescagem, ou seja, quem reprovou na 2ª fase do XIII Exame de Ordem.

Confiram o trecho do edital que trata da inscrição para quem vai fazer a repescagem:

3

E devemos lembrar que é possível trocar a disciplina feita na prova anterior por outra e mesmo o local de prova:

3

Muito bem!

Isso significa que o prazo para quem ficou na repescagem é praticamente IDÊNTICO comparando com os candidatos que serão aprovados na prova do próximo domingo. A vantagem temporal, de antecipar bem os estudos, foi bem desperdiçada por quem não deu início ainda a sua preparação.

De toda forma, ainda temos uma semana extra para dar início aos estudos, e o Portal Exame de Ordem tem os cursos PERFEITOS para quem quer estudar com consistência para a próxima prova objetiva.

1

Os nossos cursos para a 2ª fase do XIV Exame de Ordem dão uma abordagem EXTRA e DIFERENCIADA para quem está na repescagem e para quem vai também ser aprovado na próxima 1ªfase.

O conteúdo programático dos cursos do Portal foram modificados para trabalhar os aspectos relevantes para os candidatos da repescagem, e, evidentemente, úteis também para quem vai fazer a 2ª fase caso seja aprovado na 1ª fase do XIII Exame.

O foco central dos REMODELADOS cursos completos está no processo de identificação e elaboração das principais peças da prática profissional, bem como, a resolução de casos concretos referentes ao direito material e processual de cada disciplina.

Os professores, em seus respectivos cursos, orientarão todos os candidatos tanto nos aspectos teóricos quanto principalmente nos aspectos práticos, demonstrando para os alunos as principais peças processuais para a segunda fase do XIII Exame de Ordem Unificado.

Além de todo o conteúdo completo disponibilizado para os examinados que farão a segunda fase, acrescentamos ao curso regular de segunda fase mais aulas de revisão e mais simulados, possibilitando uma preparação ainda mais aprofundada.

IMPORTANTE: A primeira aula de TODOS os cursos de 2ª fase do XIV Exame de Ordem serão gratuitas! É isso mesmo! Vocês podem ver gratuitamente a primeira aula de cada curso para fazer uma avaliação pessoal do respectivo professor!

Façam o cadastro primeiro, é fácil e rápido:

Cadastro CERS

Depois basta se cadastrar na 1ª aula gratuita:

2ª fase em todas as disciplinas - 1ª aula grátis!

Nosso curso, INÉDITO, proporciona uma preparação – profunda e completa – para os candidatos. Não faz sentido lançar um curso específico para a repescagem, com uma abordagem parcial ou focada em alguns aspectos isolados, quando nós, do Portal Exame de Ordem, entendemos que a preparação deve ser profunda e integral, e isso só é possível oferecer com um curso abrangente, como é o caso do nosso curso de 2ª fase.

E nosso conceito de preparação profunda e integral envolve tanto a abordagem teórica como a prática oferecidas de forma concomitante, exatamente para proporcionar a apreensão completa do conteúdo da disciplina e as especificidades da 2ª fase.

O candidato da repescagem PRECISA de um curso completo e abrangente, da mesma forma que o examinando que será aprovado na próxima 1ª fase.

IMPORTANTE!

Nossas aulas específicas para a 2ª fase, incluindo aí o reforço concebido para os candidatos da repescagem, são todas INÉDITAS, reforçadas por aulas bônus em todas as disciplinas.

Confiram:

DIREITO DO TRABALHO

fb-trabalho

O curso será composto de 43 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em quatro blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

 - 17 aulas INÉDITAS, com duração de aproximadamente 2 horas, de prática processual trabalhista;

- 07 aulas de DIREITO DO TRABALHO ministradas para primeira Fase do XIV Exame de Ordem  pelos professores Renato Saraiva e Rafael Tonassi.

- 08 aulas de DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO ministradas para do XIV Exame de Ordem  pela professora Aryanna  Manfredini

- 05 encontros INÉDITOS para aprofundamento/revisão, abordando alguns dos assuntos mais cobrados pela FGV;

- 05 aulas de SÚMULAS E OJS DO TST ministradas pelo professor Rafael Tonassi

- 01 aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra

- 06 simulados  com a correção disponibilizada em vídeo, com duração aproximada de até 01 hora cada.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,39 (quatrocentos e trinta reais e trinta e nove centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito do Trabalho

DIREITO PENAL

fb-penal

O curso será composto por 86 (oitenta e seis) aulas com, aproximadamente, 2h de duração cada uma, de acordo com a distribuição abaixo indicada.

28 Aulas inéditas (com aproximadamente) 2 horas de duração cada.

06 encontros INÉDITOS para aprofundamento/revisão, abordando alguns dos assuntos mais cobrados pela FGV;

01 aula de Português Jurídico com professor Rodrigo Bezerra.

01 tutorial informativo orientando o aluno sobre o funcionamento do curso e a utilização das aulas bônus que serão disponibilizadas.

01 tutorial de orientação sobre a marcação do Vade Mecum

06 simulados com correção em vídeo e padrão de resposta

Além das aulas inéditas, serão disponibilizadas as seguintes aulas bônus:

DIREITO PENAL

- 27 aulas de direito penal gravadas para o curso de DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL 2014, aprofundando temas sobre parte geral do Direito Penal e crimes em espécie.

- 02 aulas sobre crimes contra a fé Pública gravadas para a turma de DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL.

- 01 aula específica gravada para a turma PILARES OAB XIV EXAME DE ORDEM.

DIREITO PROCESSUAL PENAL

- 15 aulas de Processo Penal gravadas para o de DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL 2014.

- 03 aulas sobre Nulidades gravadas para o PROJETO SABER MAIS

- 02 aulas sobre Provas no Processo Penal gravadas para o curso de AGENTE ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL.

 - 01 aula específica gravada para a turma PILARES OAB XIV EXAME DE ORDEM.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,32 (quatrocentos e trinta reais e trinta e dois centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Penal

DIREITO ADMINISTRATIVO

fb-adm

O curso será composto por 43 aulas com, aproximadamente, 2h de duração cada uma, conforme programação abaixo:

- 14 aulas inéditas de prática com peças e questões

- 05 aulas de Revisão abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

- 01 aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra.

- 23 aulas gravadas para o  curso para Carreira Jurídica 2014.

- 05 simulados com correção em vídeo e duração aproximada de até 01 hora cada.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,33 (quatrocentos e trinta reais e trinta e três centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Administrativo

DIREITO CONSTITUCIONAL

fb-constitu

O curso será composto de 42 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

 PROGRAMA DIREITO CONSTITUCIONAL – SEGUNDA FASE – PARTE I  – AULAS BÔNUS -

 13 Aulas já gravadas para o curso de Delegado da Polícia Civil 2014. Teoria.

05 Aulas sobre Controle de Constitucionalidade e Processo Legislativo. Teoria e Questões.

 DIREITO CONSTITUCIONAL – SEGUNDA FASE – PARTE II – AULAS DE REVISÃO

05 aulas de Revisão inéditas  abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

 DIREITO CONSTITUCIONAL – SEGUNDA FASE – PARTE III – AULAS INÉDITAS

 07 Simulados com correção em vídeo.

 18 aulas de peças processuais, gravadas especialmente para o XIV Exame, de acordo com o cronograma abaixo:

 Aula 1. (Aula inaugural)  Apresentação do curso e orientação de estudo. Análise dos principais pontos do edital. Principais temas abordados nas peças processuais e nas questões teóricas. Estatística de peças cobradas nos exames anteriores. Indicação bibliográfica. Visão geral da prova do XIII Exame.

 Aula 2. Estrutura da Petição Inicial. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Tutelas de Urgência. Mandado de Injunção.

 Aula 3.  Mandado de Injunção. Habeas Data.

 Aula 4.  Habeas Data. Ação Popular.

 Aula 5.  Ação Popular.  Habeas Corpus.

 Aula 6.  Mandado de Segurança Individual e Coletivo.

 Aula 7. Mandado de Segurança Individual e Coletivo. Ação Ordinária.

 Aula 8. Ação OrdináriaReclamação Constitucional.

 Aula 9. Ação Direta de Inconstitucionalidade.

 Aula 10. Ação Declaratória de Constitucionalidade. Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão. Questões subjetivas.

 Aula 11.  Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. Questões subjetivas.

 Aula 12.  Noções sobre as ações do controle concentrado estadual. Representação de Inconstitucionalidade. Parecer Jurídico.

 Aula 13. Ação Civil Pública.  Ação de Impugnação de Mandato Eletivo. Questões subjetivas.

 Aula 14.  Teoria Geral dos Recursos. Apelação. Recursos constitucionais I.

 Aula 15. Recursos Constitucionais II.

 Aula 16. Recursos Constitucionais III.

 Aula 17. Recursos Constitucionais IV.

 Aula 18. Orientações sobre a defesa do Réu. Contestação. Exceções, Reconvenção. Revisão Final.

 O curso contará também com uma aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,31 (quatrocentos e trinta reais e trinta e um centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Constitucional

DIREITO CIVIL

fb-civil

O curso será composto de 43 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte programação:

- 19 aulas de Direito Civil com os professores Cristiano Sobral , Luciano Figueiredo e Roberto Figueiredo.

- 18 aulas de Direito Processual Civil com os professores André Mota e Sabrina Dourado.

- 05 aulas de Revisão abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

- 01  Aula de português  Jurídico que será realizado pelo professor Rodrigo Bezerra.

- 10 Simulados com correção em Vídeo.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,37 (quatrocentos e trinta reais e trinta e sete centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Civil

DIREITO EMPRESARIAL

O curso será composto de 10 simulados e 29 encontros com aproximadamente 02 horas cada encontro será dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

PARTE 1 – MÓDULO TEÓRICO – 08 ENCONTROS JÁ GRAVADOS PARA OAB PRIMEIRA FASE DO XIV EXAME

Onde será tratado o direito material, enfrentando-se temas como: Do Direito de Empresa. Do conceito de Empresa. Do Empresário. Da caracterização e da inscrição.  Da capacidade. Do Microempreendedor Individual, Da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Da Sociedade. Disposições gerais. Da sociedade não personificada. Da sociedade em comum. Da sociedade em conta de participação. Da sociedade personificada. Desconsideração da personalidade jurídica da sociedade empresária Da distinção entre sociedade empresária e não empresária. Sociedade de Propósito Específico (SPE). Das sociedades de pessoas. Da sociedade simples. Da sociedade em nome coletivo. Da sociedade em comandita simples. Da sociedade limitada. Da sociedade em comandita por ações. Da sociedade cooperativa. Das sociedades coligadas. Da liquidação da sociedade. Da transformação, da incorporação, da fusão e da cisão das sociedades. Da nacionalidade da sociedade e da sociedade dependente de autorização. Do Estabelecimento.  Disposições gerais. Clientela e aviamento. Dos Institutos Complementares: Registro Público de Empresas Mercantis, Nome empresarial, Dos prepostos e Da escrituração. Das Sociedades por Ações. Lei n. 6.404/1976. Dos Valores Mobiliários. Do Mercado de Valores Mobiliários. Da Comissão de Valores Mobiliários. Da Recuperação Judicial, Extrajudicial e da Falência do Empresário e da Sociedade Empresária. Dos Contratos Empresariais. Dos Títulos de Crédito. Do Sistema Financeiro Nacional. Lei n. 4.595/1964. Do Regime de Administração Especial Temporária (RAET). Da Intervenção e Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras. Da Propriedade Intelectual. Das Patentes. Dos Desenhos Industriais. Das Marcas. Das Indicações Geográficas. Dos Crimes contra a Propriedade Industrial. Da Concorrência Desleal. Da Transferência de Tecnologia e da Franquia. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Da proteção da propriedade intelectual de programa de computador – Lei nº 9.609/1998.

PARTE 2 – MÓDULO PROCESSUAL – 15 ENCONTROS INÉDITOS + AULA DE MARCAÇÃO DA LEGISLAÇÃO* + 01 ENCONTRO DO CURSO DE PRATICA JURÍDICA** + 01 ENCONTRO SOBRE PORTUGUÊS JURÍDICO

Abordagem das principais peças prático-profissionais e questões discursivas, envolvendo qualquer dos pontos a seguir: Petição inicial, contestação, exceções, reconvenção, impugnações, réplicas, memoriais e manifestações. Recursos. Cumprimento de sentença e processo de execução. Tutelas de urgência: tutela antecipada, tutelas cautelares. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa. Arbitragem. Lei n. 9.307/1996. Do Direito de Empresa. Do conceito de Empresa. Do Empresário. Da caracterização e da inscrição.  Da capacidade. Do Microempreendedor Individual, Da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Da Sociedade. Disposições gerais. Da sociedade não personificada. Da sociedade em comum. Da sociedade em conta de participação. Da sociedade personificada. Desconsideração da personalidade jurídica da sociedade empresária Da distinção entre sociedade empresária e não empresária. Sociedade de Propósito Específico (SPE). Das sociedades de pessoas. Da sociedade simples. Da sociedade em nome coletivo. Da sociedade em comandita simples. Da sociedade limitada. Da sociedade em comandita por ações. Da sociedade cooperativa. Das sociedades coligadas. Da liquidação da sociedade. Da transformação, da incorporação, da fusão e da cisão das sociedades. Da nacionalidade da sociedade e da sociedade dependente de autorização. Do Estabelecimento.  Disposições gerais. Clientela e aviamento. Dos Institutos Complementares: Registro Público de Empresas Mercantis, Nome empresarial, Dos prepostos e Da escrituração. Das Sociedades por Ações. Lei n. 6.404/1976. Dos Valores Mobiliários. Do Mercado de Valores Mobiliários. Da Comissão de Valores Mobiliários. Da Recuperação Judicial, Extrajudicial e da Falência do Empresário e da Sociedade Empresária. Dos Contratos Empresariais. Dos Títulos de Crédito. Do Sistema Financeiro Nacional. Lei n. 4.595/1964. Do Regime de Administração Especial Temporária (RAET). Da Intervenção e Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras. Da Propriedade Intelectual. Das Patentes. Dos Desenhos Industriais. Das Marcas. Das Indicações Geográficas. Dos Crimes contra a Propriedade Industrial. Da Concorrência Desleal. Da Transferência de Tecnologia e da Franquia. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Da proteção da propriedade intelectual de programa de computador – Lei nº 9.609/1998.

*A aula de marcação da Legislação terá a duração de aproximadamente 40 minutos.

** A aula do curso de prática jurídica está dividida em 5 blocos, com duração de aproximadamente 30 minutos/cada.

PARTE 3 – MÓDULO REPESCAGEM – AULAS DE REVISÃO INÉDITAS – 05 ENCONTROS + 03 SUPER SIMULADOS

05 Encontros INÉDITOS para aprofundamento/revisão, abordando algumas das peças/temas menos explorados pelos livros de prática jurídica empresarial;

03 Super Simulados, corrigidos EXCLUSIVAMENTE ONLINE pelo Professor Penante.

PARTE 4 – MÓDULO SIMULADOS – 07 SIMULADOS INÉDITOS CORRIGIDOS EXCLUSIVAMENTE ONLINE.

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,38 (quatrocentos e trinta reais e trinta e oito centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Empresarial

DIREITO TRIBUTÁRIO

fb-tributario (1)

O curso será composto por 43  aulas com, aproximadamente, 2h de duração cada uma, Conforme programação abaixo:

 -16 aulas inéditas sobre a prática tributária, com resolução de mais de 50 questões e mais de 30 peças ao decorrer do curso, as aulas serão específicas de correção dos exercícios online e simulados;

- 16 aulas já gravadas para o curso  – “COMEÇANDO DO ZERO”  referentes ao direito  material;

- 03 aulas de súmulas do STJ e STF

- 02  aulas de Peças Constitucionais;

- 01 aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra.

- 05 aulas de Revisão abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

- 06 simulados com correção em vídeo.

 Temas que serão abordados referentes ao Processo Tributário:

Processo Administrativo Fiscal: Consulta. Contencioso administrativo (Decretos nº 70.235/72 e Decreto nº 7574/2011). Processo judicial Tributário. Princípios aplicáveis ao processo administrativo e ao processo judicial tributário. Ações de iniciativa do fisco: Execução Fiscal, Cautelar fiscal. Ações de iniciativa do contribuinte: Ação Declaratória, Ação Anulatória, Ação de Repetição de Indébito Tributário, Mandado de Segurança, Consignação em Pagamento, Embargos à Execução, Cautelar; Petição de Exceção de Pré-Executividade; Recursos: Apelação, Agravo de Instrumento, Recurso Especial, Recurso Extraordinário, Reclamação. Tutela Antecipada contra o Poder Público e Contestação.

Direito Material - Hermenêutica do Direito Tributário: vigência, aplicação, interpretação e integração da lei tributária. Legislação Tributária. Tratados. Convênios. Direitos Humanos e Tributação: o mínimo existencial, as prestações estatais obrigatórias, a justiça fiscal e a dignidade da pessoa humana. Sistema Tributário Nacional: evolução constitucional, os princípios constitucionais, os limites constitucionais impostos ao poder de tributar. Princípios Tributários Expressos e Implícitos. Benefícios Fiscais: imunidade, isenção, suspensão, redução de alíquota, redução de base de cálculo, créditos presumidos, redução de prazos de aproveitamento de créditos, créditos presumidos, isenção, anistia, moratória Competência Tributária. Competência Residual da União. Espécies Tributárias: Impostos. Taxas. Contribuições de Melhoria. Empréstimos Compulsórios. Contribuições Especiais. PIS, COFINS, CIDE, Contribuições de Categorias Profissionais, Regimes do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, Distribuição de receitas tributárias. Prescrição e Decadência. Fato Gerador. Lançamento Tributário. Revisibilidade Administrativa do Lançamento. Obrigação Tributária. Crédito Tributário: suspensão, exclusão, extinção, privilégios do crédito tributário. Contribuinte. Substituto Tributário. Responsabilidade Tributária. Solidariedade Tributária. Ilícito Tributário. Planejamento Fiscal. Impostos Aduaneiros. Regimes Especiais de Tributação. Repartição de receitas tributárias. Administração Tributária

Valor Promocional até o dia 06/08/2014: R$ 430,35 (quatrocentos e trinta reais e trinta e cinco centavos)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Tributário

A MELHOR preparação para o Exame de Ordem vocês encontram AQUI!

- Categoria: Como fazer a prova

Os 11 grandes vacilos que não podem ser cometidos na prova objetiva da OAB

Sabe quando você estuda muito, treina muito, mas na hora de fazer, na hora da verdade tudo dá errado?

01

Pois é…

E uma das causas para tudo dar errado deriva, em essência, da distração e da falta de observância de pequenos e cruciais detalhes, relevantes para a boa condução da prova.

Não basta ter o domínio do conteúdo, é preciso ficar LIGADO!

E quais são as causas preponderantes de reprovação?

1 – O examinando não estudou ou estudou o insuficiente;

2 – A banca pisa na bola;

3 – O candidato comete um vacilo e fica pelo caminho.

Não estudar o suficiente poderia até ser considerado um vacilo, e em muitos casos é. Mas também pode ser fruto do uso de técnicas equivocadas de estudo ou das próprias limitações de tempo do candidato. Há uma série causas por detrás de uma reprovação e jogar a insuficiência dos estudos no rol dos vacilos pode ser, de alguma forma, uma injustiça.

Por sua vez, em todas as edições do Exame os candidatos atribuem a culpa da reprovação na banca. Na 2ª fase, em várias oportunidades isso é uma verdade, e na 1ª, com alguns erros de gabarito, também pode ser, mas em uma escala bem menor.

E, por fim, nós temos os vacilos “strictu sensu“, as comidas de mosca, bobeadas, derrapagens ou autossabotagem.

É aquele momento em que o candidato pisa na jaca e estraga todo o sério trabalho de estudo ao longo dos últimos meses.

Não basta só estudar, tem de ficar EXPERTOMuitos ficam pelo caminho por errarem, e errarem feio.

Ao término de toda prova objetiva começa a romaria de lamentações em torno das pequenas falhas que comprometem todo o trabalho. Vamos elencá-las para que vocês, jovens e sabidos, não fiquem depois chorando pelos cantos.

Vamos lá:

1 – Não conseguir transcrever as alternativas no caderno de resposta

Desde já botem em suas cabeças: a prova NÃO dura 5 horas!!

Ela dura 4 horas e 20 minutos.

Reservem, independentemente do desempenho durante a aplicação da prova, 40 minutos para transcreverem as alternativas escolhidas para a folha de resposta. Fazer isso com calma, visando exatamente evitar os erros, exige tempo.

Trata-se de uma estratégia e exige autodisciplina. Não interessa se você avançou muito ou pouco na prova, reserve 40 minutos para transcrever as respostas.

Se vocês passarem as respostas em um lapso temporal menor, ótimo, terão tempo para continuar naquilo que está faltando. Do contrário, melhor ainda, conseguiu passar para a folha o que conseguiu resolver.

Ser reprovado por não passar todas as resposta para a folha é castigo!

2 – Trocar a ordem das respostas

Existem duas formas do candidato errar aqui. A primeira ele coloca a alternativa certa na questão errada, e a segunda ele erra a alternativa na mesma questão, trocando A por B, por exemplo.

Em ambas, ele perde o ponto.

Há casos do candidato errar uma sequência inteira de questões por ter errado somente uma. Pode parecer incrível, mas acontece.

E depois de marcado, meus amigos, um abraço. Remarcar gera a anulação da questão.

Na hora da transcrição na folha de resposta prestem atenção, confiram o número da questão da prova com o número da questão da folha e marquem com convicção a alternativa correta.

Há inclusive um regramento no edital do XIV Exame sobre isso. Não deixem de conferir:

1

Dica: levem duas canetas. A caneta sobressalente não só vira reserva técnica no caso da caneta titular falhar como pode perfeitamente funcionar como régua na hora da transcrição, evitando confusões.

3 – Escolher uma alternativa e depois trocar por outra

Essa dica é interessante, pois a percebi comigo mesmo há muito tempo e depois constatei em inúmeras oportunidades com outros candidatos.

E por isso, há muito tempo, alerto os candidatos: não troquem uma escolha quando há dúvida entre duas alternativas. Fiquem sempre com a 1ª opção! Muitos candidatos escolhem uma questão entre duas (típico caso de dúvida na prova), e depois, meditando melhor, resolveram trocar. Resultado: perderam o ponto, pois a 1ª escolha era a correta.

É bem dramático…

E me divirto com essa dica porque ela não tem nenhuma resposta lógica para existir. Não faço a menor ideia do porquê deste fato, mas que acontece, não tenham dúvidas: a 1ª escolha é sempre a correta.

No caso de dúvida, fiquem com a 1ª escolha, sempre!

4 – Chegar atrasado no local de prova

Em umas 10 edições do Exame eu fiquei do lado de fora do local de prova após o fechamento dos portões, aqui em Brasília. Não tem erro! Sempre chegam os retardatários, e todos ficam consternados por perderem o horário.

Na boa! Os portões fecham às 13h…tem desculpa perder o horário?

Não, né?

Repito! Os portões fecharão às 13 horas! Entenderam?

13

Claro, vocês que leem o Blog não vão cometer esse erro.

E depois não tem direito ao choro! Quem não lê o edital e não se liga nas dicas paga o preço.

5 – Ausência de controle emocional

Não, eu não fico nervoso na hora da prova, só entro em pânico!!

Já escrevi muito sobre isso e escreverei mais, por certo. O nervosismo faz parte do Exame de Ordem e muitos candidatos, MUITOS candidatos sucumbem diante dele.

Muitos candidatos…

E isso é um vacilo.

E é porque vocês candidatos já são adultos, já passaram por sei-lá quantas provas, já passaram por uma universidade, têm curso superior e escolheram uma profissão que exige exposição e submete ao confronto.

A prova existe, tem de ser feita e ponto final. Controlem o emocional, de uma forma ou de outra, e enfrentem o desafio de frente, sem frescuras e sem fantasias.

A prova é difícil mas é plenamente superável. Foco no objetivo que vocês, perfeitamente, poderão entrar no lado certo das estatísticas.

Eliminem os medos e vão em frente!

6 – Achar que 40 é 80

Adágio do Exame de Ordem: quem faz 40 passa do mesmo jeito de quem faz 80 pontos.

É verdade!

Mas estudar e projetar fazer apenas 40 pontos não costuma dar certo.

Estudem para tirar uma pontuação elevada dentro de suas condições de preparação. Em regra, quando um candidato faz um simulado sério (sexta-feira teremos o nosso) e consegue acertar mais de 46 pontos em todas as oportunidades, ele passa na primeira fase.

Ninguém estuda para acertar 40 pontos e acerta efetivamente os 40: o fator erro sempre está presente. Não digo para estudar tudo, ainda mais com o pouco tempo de hoje até a prova, mas estudem visando atingir 50 ou 60 pontos, no mínimo. Deem uma margem para os inevitáveis erros em suas projeções de resultado.

Nunca estude, ou trabalhe, pensando no limite, mas sim em extrapolá-lo.

7 – Prestar atenção nos outros

“Tô muito concentrado na prova!”

2

Só que não…

Vocês estão lá, fazendo a sua prova, e de repente dão uma olhadinha para o lado: o outro candidato já está preenchendo a folha de resposta.

Vocês se desesperam, acham que algo está errado e resolvem copiá-lo.

Não façam isso…

Durante a prova só existem dois focos de atenção: a prova e o aviso de tempo no quadro.

Só isso. Nada além disso. Ignorem o que os outros candidatos estão fazendo e sigam a estratégia que vocês montaram. Aliás, leiam a dica abaixo!

8 – Não adotar uma estratégia

Ir para a prova sem uma estratégia, um roteiro, é a maior VACILO a ser cometido por um candidato.

Há muito tempo escrevo sobre a estratégia a ser usada na prova e tenho a mais absoluta convicção de que uma boa estratégia (seja ela qual for) potencializa as probabilidades de sucesso.

Não vou escrever agora sobre uma estratégia em específico mas já projetem em suas mentes a necessidade de uma e como implementá-la.

Uma estratégia otimiza o tempo, potencializa o desempenho e evita MUITOS dos vacilos acima descritos.

Adotem uma estratégia. Vocês vão, com certeza, precisar.

Nesta semana vou abordar isso exaustivamente! Fiquem ligados!

9 – Chutar

Até um tempo atrás dava para chutar seguindo determinada metodologia. Isso porque havia uma divisão equânime entre o número de alternativas na prova: 20 letras A, B, C e D.

A partir daí ficava fácil estabelecer um sistema de chute.

Ficava…

A FGV percebeu isto e mudou a lógica da distribuição das letras, retirando a isonomia entre elas.

Em suma, não dá para chutar.

Ademais, o Direito e seus ramos têm sempre uma lógica, e é esta lógica que o candidato deve seguir. Quem já resolveu várias questões sabe que, em regra, duas alternativas são muito improváveis, restando duas com uma maior probabilidade de serem as corretas. É avaliando estas duas alternativas, com um olho na lógica jurídica, que o candidato irá fazer sua escolha.

Vamos ser sinceros: em algum momento o chute será convocado para dar sua participação. É quase inevitável. Mas priorizem o raciocínio e a lógica que o resultado tende a ser muito mais eficiente.

4

Leiam o post abaixo. Ele fala muito como responder as questões usando o bom-senso, a lógica e a calma:

Como resolver questões objetivas da OAB sem saber NADA do conteúdo da disciplina?

10 – Não dar uma pequena pausa durante a prova

Como assim….”uma pequena pausa durante a prova?”

Pois é! Durante aprova, ao menos uma vez, vocês tem, de forma deliberada e calculada, dar uma parada, esticar braços e pernas, comer um chocolate para DISTENSIONAR a mente e os músculos.

E isso é DELIBERADO!

Por quê?

Considerem por um lado o stress, a fadiga e a tensão durante a aplicação da prova. Por outro, considerem o fato de não sermos máquinas.

Dar uma pequena parada, de uns 2 ou 3 minutinhos, ajuda a relaxar, aliviar tensões e auxiliar na retomada da concentração de forma revigorada.

Ou seja: é SALUTAR fazer isso, pois no período seguinte o foco volta mais afiado.

Mas vejam! A pausa é programada, pensada e tem prazo CERTO para acabar. Apenas 2 ou 3 minutos no máximo!

Essa parada pode também ser feita caso vocês tenham de ir ao banheiro. Aproveitem para jogar uma água no rosto e dar uma alongada nas pernas.

11 – Não levem nada que possam comprometê-los e não esqueçam nada que é necessário

História real ocorrida no Exame passado. Um candidato levou uns resumos próprios para estudar antes da aplicação da prova e, por distração, os guardou no bolso ao invés de jogá-los fora.

E o fez sem maldade nenhuma.

Durante a aplicação da prova resolveu ir ao banheiro e, ao ser revistado pelo fiscal, este viu a ponta de um papel saindo do bolso. Perguntou o que era e o candidato mostrou seus resumos.

Evidentemente o resumo foi confundido com cola e o candidato foi ELIMINADO.

Não é uma história comum, mas pode acontecer. Assim como também temos candidatos que levam celulares e outros itens não permitidos pelo edital e os deixam ligados na hora de botar o material no saquinho.

1

Pode redundar em uma eliminação, e tudo com aval do edital.

Prestem atenção nisto!!

E também prestem atenção com seus documentos! É bem comum (em toda edição ocorrem um ou dois casos em cada local de prova, de candidatos que esquecem o documento de identidade.

Tremendo vacilo!

Façam um inventário de tudo que for necessário antes de ir para a prova visando o esquecimento de qualquer coisa!

Ali, na hora, NÃO vai dar tempo de buscar!

————–

Acima de tudo mantenham a calma. A ausência dela é determinante para o cometimento de vacilos, em especial decorrentes da distração ou da não percepção dos detalhes.

- Categoria: Advocacia

Escritório indenizará advogada chamada de “fracassada” por aceitar baixo salário

3

Uma advogada chamada de fracassada pelo fato de já ter 30 anos e se submeter ao salário pago pelo Escritório de Advocacia Zveiter será indenizada por dano moral. A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu do recurso empresarial que pedia reforma da condenação. Para o relator, ministro José Roberto Freire Pimenta, ficou demonstrado que o proprietário do escritório humilhava a profissional, configurando clara ofensa à sua honra e a imagem da trabalhadora.

Na reclamação trabalhista, a advogada contou que trabalhou por quase três anos para o escritório. Disse que se sentia humilhada pelo dono do estabelecimento, que afirmava, durante as reuniões, “em alto e bom som”, que o advogado com idade de 30 anos ou mais que aceitasse receber o salário pago pelo escritório era, para ele, um fracassado. No momento da dispensa, ela recebia R$ 2.100 mensais.

De acordo com testemunha, o dono do escritório realizava reuniões com a equipe a cada três meses e, mesmo fora fessas ocasiões, perguntava aos advogados e estagiários a idade, estado civil, há quanto tempo estavam formados e desde quando trabalhavam no escritório. Questionava também porque aceitavam receber o salário pago por ele. A testemunha disse ainda que não presenciou o desrespeito diretamente à advogada que processou o escritório, mas que ouviu o proprietário ofender uma das estagiárias, chamando-a de “atrasadinha” e questionando se ela não se achava velha demais para estagiar, pelo fato de já ter 24 anos.

O depoimento fez o juízo da 44º Vara do Trabalho do Rio de Janeiro condenar a empresa ao pagamento de R$ 15 mil por dano moral. O Tribunal Regional do Trabalho da 1º Região (RJ) confirmou a sentença.

Em recurso de revista ao TST, o escritório alegou que o Juízo de origem não poderia basear a decisão em depoimento de uma única testemunha, que não presenciou os fatos narrados pela advogada.  Considerou indevida a indenização por não ter sido provada qualquer ofensa à trabalhadora e questionou o valor arbitrado, por considerá-lo excessivo e desproporcional.

Para o ministro José Roberto Freire Pimenta, porém, o Regional constatou o dano moral sofrido. Quanto à indenização, destacou que, ao fixar o valor, o TRT-RJ atentou para as circunstâncias que geraram o abalo psíquico, a culpa e a capacidade econômica do empregador, a gravidade e a extensão do dano e o caráter pedagógico da reparação. Por maioria, a Turma não conheceu integralmente do recurso, ficando vencida a ministra Delaíde Miranda Arantes.

(Taciana Giesel/CF)

Processo:  RR-279-79.2012.5.01.0044

Fonte: TST

Simplesmente surreal! O próprio empregador, que oferece a baixa remuneração, chama sua funcionária, advogada, de fracassada.

Dentro de uma lógica minimamente cercada de bom-senso, a advogada deveria ser MIMADA exatamente por receber um salário baixo.

Nem se pergunta o porquê dela ter ficado por 3 anos no emprego se era uma “fracassada”.

A realidade hoje é amarga para a maioria dos jovens advogados: baixa remuneração, bem menor do que os R$ 2.100,00 pagos para essa advogada. O mais comum é que salários na faixa dos R$ 1.200,00 sejam pagos para quem está iniciando.

Não está nada fácil para ninguém.

E isso independe da idade! Uma carreira pode perfeitamente ser iniciada aos 30, 35, 40 ou mais anos. Quantos a quantas pessoas que não têm mais 20 e pouco anos não fazem hoje Direito em busca de perspectivas melhores?

Carreira, independentemente da idade, depende de tempo, é verdade, assim como depende de planejamento e TRABALHO. Isso qualquer um, a qualquer momento, pode fazer, desde que tenha a devida força de vontade.

Sempre é tempo de estudar, fazer uma pós,  de melhorar a redação e a capacidade de compreensão, aumentar os círculos de relacionamento. Não se trata só de querer ganhar rios de dinheiro logo de cara, mas sim construir o caminho sob bases sólidas. Não é só imaginar finais de semanas legais, mas passá-los trabalhando.

Isso não é prerrogativa de ninguém ou muito menos da juventude.

É realmente uma pena saber que existe uma história como essa.