Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

Fale com ele
- Categoria: Advocacia

OAB/ES cria pioneira tabela de diligências para advogados correspondentes

Posso até estar cometendo o erro de chamar a tabela de diligências criada pela OAB/ES de pioneira, mas eu não me lembro de ter visto uma antes, e nem mesmo uma pesquisa no google me revelou a existência de outra.

Então, até onde consta, a OAB/ES, de forma pioneira, criou uma tabela de diligências.

Digamos que existe um ramo da advocacia, sem muito “charme”, que movimenta milhares e milhares de advogados todos os dias: as diligências.

E esse tipo de atividade é muito procurado por jovens advogados, em especial por aqueles bem no início da carreira. Aliás, é uma atividade muito desempenhada também por estagiários.

E o ponto central deste tipo de serviço é um só: os valores de FOME que pagam por uma diligência.

Assim como as remunerações estão em patamares baixíssimos, os valores pagos por diligências passaram por um processo agudo de achatamento. Isso sem contar com o surgimento de sites de “correspondentes jurídicos”, que, ao meu ver, ajudam muito na hora de localizar um correspondente como também são determinantes em jogar os valores das diligências para baixo.

Isso pelo simples fato de facilitar o sistema de oferta e procura: se é fácil achar um correspondente, e se estes forem abundantes (e nesses sites eles efetivamente são), o valor da diligência necessariamente cai, pois sempre será possível achar alguém que cobre mais barato que os demais. Isso gera uma pressão para baixo na precificação do serviço, cujo grau de complexidade, em regra, é bem baixo.

A iniciativa da OAB/ES representa, na verdade, em uma intervenção no sistema. O ideal não seria intervir, mas como existe uma distorção, leia-se excesso de faculdades e de novos profissionais, a intervenção visa ao menos tentar mitigar os efeitos da distorção.

A tabela, naturalmente, serve de referência (todas as tabelas da OAB servem apenas de referência) e certamente não será seguida fielmente por uma boa parcela dos correspondentes, mas ao menos já demonstra a preocupação da OAB/ES com o contexto e com os notórios abusos contra os advogados.

Vejam os valores estipulados na tabela. O valor da URH em janeiro de 2015 foi de R$ 84,71:

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Mais informações sobre esta iniciativa da OAB/ES podem ser encontradas AQUI.

Eu imagino que outras seccionais também passem a adotar esta tabela. Seria interessante também que fosse implementada uma fiscalização nos sites de correspondentes jurídicos, os responsáveis, ao meu ver, pelo grande achatamento nos valores ofertados pelo mercado.

A fiscalização, claro, dentro das possibilidades da entidade.

- Categoria: Debate sobre a legitimidade do Exame de Ordem

Conselho Federal da OAB lança campanha em defesa do Exame de Ordem

Eis que o Conselho Federal da OAB entra explicitamente na campanha contra o fim do Exame de Ordem, após algumas seccionais manifestarem seu descontentamento com as articulações do deputado Eduardo Cunha para acabar com a prova, informadas em 1ª mão aqui no blog nas 2 últimas semanas:

Disk-Câmara revela os maiores pedidos da população. Fim do Exame da OAB está em 4ª lugar

Câmara desarquiva projeto de lei contra o Exame de Ordem. O ano de 2015 promete mais emoções para a OAB!

Eduardo Cunha estaria sondando colegas deputados para tentar votar o fim do Exame de Ordem

A mobilização revela a preocupação da entidade com o fim da prova e suas consequências para a classe e para o Poder Judiciário como um todo.

Confiram o manifesto:

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Um instrumento fundamental para garantir a qualidade dos trabalhos prestados pelo advogado na defesa dos interesses do cidadão. É assim que a OAB Nacional, bem como suas 27 seccionais, definem o Exame de Ordem, instrumento garantidor do preparo profissional para o regular exercício da advocacia.

A exemplo do que ocorre no início de cada nova legislatura do Congresso Nacional, a Ordem reafirma sua defesa ao Exame. “Trata-se, essencialmente, da defesa e da proteção do cidadão contra os profissionais sem qualificação para atuar”, afirmou o presidente da entidade, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.

Leia, abaixo, o texto da campanha pela manutenção do Exame de Ordem, elaborado pela diretoria nacional da OAB:

Exame de Ordem e a proteção da sociedade

A preservação dos direitos das pessoas depende da adequada orientação jurídica e da apropriada demanda judicial, tarefas do advogado. O Exame de Ordem objetiva impedir a atuação profissional de quem não possui o mínimo conhecimento técnico e, dessa forma, proteger o cidadão de injustiças e prejuízos irreparáveis.

Ninguém será privado de bens e de liberdade sem o devido processo legal, sendo assegurada a ampla defesa. Tal princípio constitucional se torna letra morta diante de uma atuação profissional deficitária, incapaz de articular com precisão a tese jurídica necessária à proteção do cidadão contra agressões a seus direitos e interesses.

O aparato jurídico do Estado é composto por profissionais concursados. Juízes, integrantes do Ministério Público, delegados de polícia e advogados públicos são submetidos a rigorosa seleção. O advogado do cidadão também deve ser aprovado num teste de conhecimento mínimo, sob pena de inexistir a necessária paridade a presidir a distribuição da justiça.

Essencial ressaltar que não há curso de advocacia, mas bacharelado em Direito. A graduação abre oportunidades para diversas carreiras jurídicas, cada qual com um teste seletivo para ingresso. A advocacia não é mais nem menos importante que as demais carreiras. Todos os bacharéis em Direito, ao ingressar nas faculdades, têm ciência, desde o edital do vestibular, de que o curso não habilita por si só ao exercício da advocacia.

O Exame de Ordem decorre do artigo 5º, § XIII, da Constituição Federal. Ali está estabelecido que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. E a legislação existe. É a Lei 8.906, de 1994, declarada constitucional por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal. Os juízes da Suprema Corte consideraram que a advocacia é profissão que pode trazer prejuízos graves a terceiros, razão por que o legislador fica autorizado a instituir o exame para medir a qualificação para o exercício profissional.

No Exame de Ordem brasileiro não há limite de vagas para aprovação. Nem se inibem as tentativas do bacharel para conseguir superar a prova: ele pode prestar tantos exames quantos quiser até atingir a nota mínima exigida. Não há arguição. Trata- se de uma prova com 80 questões objetivas e outra que consiste em apresentar uma petição profissional e com perguntas de ordem prática, na área do Direito escolhida pelo examinando.

Não se pode deixar de observar que o Brasil não é o único país a exigir um teste de conhecimento para advogados. Inúmeros outros adotam o exame de admissão para ingresso na carreira, muitos com etapas mais rigorosas que as nossas, como Itália, França, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Japão, China, México e Chile.

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas revelou que a ampla maioria dos bacharéis é favorável à sua permanência. Essa é também a opinião de professores de Direito e de diretores das boas faculdades, que não querem ser niveladas por baixo. Os cursos que primam pela qualidade aprovam quase todos os alunos e bacharéis logo na primeira submissão ao exame.

Em cada Exame de Ordem é aprovada uma média de 20 mil pessoas. Com a realização de três exames anuais, 60 mil novos advogados começam a atuar por ano no Brasil, mais que uma França de profissionais da advocacia. Temos 850 mil advogados, perdendo apenas para os Estados Unidos e superando em muito a média mundial.

Em 2013, o Brasil teve 95 mil concluintes do curso de Direito; sendo que neste ano foram 64.501 aprovados no Exame de Ordem. Ou seja, 67,89% dos que se formam conseguem aprovação e se tornam advogados.

Numa visão meramente mercantilista, mais rentável seria o fim do Exame de Ordem, pois a OAB passaria a ter milhares de novos inscritos, pagando uma anualidade média de cerca de R$ 800. Uma arrecadação quase bilionária.

A história de luta da nossa entidade, porém, sempre ao lado da sociedade, põe em primeiro lugar a defesa e a proteção do cidadão contra o profissional sem qualificação. É essa a garantia que dá o Exame de Ordem. E da qual não podemos nem devemos, como brasileiros e profissionais, abrir mão.

Fonte: OAB

- Categoria: Como se preparar para a prova

Trabalhando a dificuldade de resolver as questões objetivas da OAB

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Resolver questões de múltipla escolha da OAB é uma etapa fundamental dentro do processo de aprendizagem, tal com há anos eu digo isto aqui no Blog.

Isso porque a resolução de questões exige uma nova abordagem, feita pelo cérebro, em busca das informações necessárias para responder uma determinada questão. A mente evoca o conteúdo, reforçando o trabalho de fixação do conhecimento.

Mas, curiosamente, existe um grupo de candidatos que enfrenta dificuldades em resolver as questões, em especial por conta de limitações ao tentar compreender a proposta da pergunta e sua lógica, em regra prejudicados pela percepção de que não conseguem lidar com as alternativas e não conseguem distinguir entre o certo e o errado.

Aqui um ponto importante: a ambiguidade na produção das respostas!

Por óbvio, a banca tenta induzir o candidato ao erro, e o faz valendo-se da ambiguidade, ou seja, alternativas que possuem muitos sentidos e várias interpretações. Isso é feito de forma deliberada exatamente para confundir o candidato e induzi-lo ao erro.

A resposta, portanto, tende a ser encontrada apenas pelo candidato que domina a questão, e tende a afastar os candidatos que usa apenas a lógica ou não têm convicção absoluta quanto ao conhecimento.

Quando o assunto é o Exame da OAB, essa metodologia funciona na maioria dos casos.

Como enfrentar essa dificuldade?

Vamos teorizar um pouco sobre o processo de preparação e essa dificuldade em específico, e a melhor forma de lidar com esta questão é resolvendo exercícios.

Já abordei este tema um sem-número de vezes aqui: a importância de se resolver exercícios.

E a importância tem três facetas. A primeira e permitir ao candidato se familiarizar com a natureza das questões criadas para o Exame. Ao chegar na prova, o candidato não “estranharia” a abordagem dada pela banca.

A segunda é funcionar como um sistema verificador do conhecimento, ou seja, averiguar exatamente o quanto o candidato sabe. E a terceira e estabelecer um outro “fluxo de reflexão” quando ao conteúdo estudado, e isto tem importante efeito sobre o processo de fixação do conteúdo. A abordagem feita pelo cérebro é uma quando um estudante lê; outra, exigindo uma demanda diferente dos neurônios, quando a pessoa EVOCA o conteúdo lido para responder a uma questão (na leitura o processo é passivo, na resolução de um exercício, ativo). A elaboração de resumos, feitos só de memória, também é um processo relevante e DIFERENTE da mera resolução de um exercício. Esses processos, em conjunto, formam uma estratégia de estudo, ou melhor colocando, uma estratégia de apreensão de conteúdo.

Até aqui, provavelmente, quem tem dificuldade com as questões tem negligenciado a resolução de exercícios, e o tem feito por uma série de fatores, incluindo aí o MEDO em fazer uma avaliação de desempenho e verificar que não está assim tão bem das pernas. Pode parecer estranho mas este medo existe e ataca muitos candidatos.

Nem preciso dizer que chegou a hora de superá-lo…

E aqui faço uma proposta: que os últimos 10 dias antes da prova sejam utilizados para resolução do maior número de questões possíveis. Isso proporcionará ao candidato uma série de vantagens, inclusive uma que ele não espera muito: a compreensão mais abrangente dos TEMAS usados pela banca nas provas.

É inevitável: após resolver umas 10 provas o candidato vai perceber que vários temas são repetidos. Ao chegar na prova poderá esbarrar em questões parecidas com questões anteriores, ou questões cujos matérias foram abordadas anteriormente. Neste caso, a vida fica muito mais fácil.

Ao enfrentar as questões em si o examinando deve ter em mente alguns aspectos relacionados a forma, poderíamos dizer universal, de abordar questões objetivas, seja do Exame de Ordem, vestibular, concursos e por aí vai:

1 – Leitura e compreensão integral do enunciado

Ler a pergunta com pressa pode ser desastroso. Pode não, geralmente é!

Não raro o candidato ACHA que sabe o tema perguntado e parte logo para achar a resposta, ou acha o enunciado difícil e não estabelece uma segunda leitura para compreendê-lo melhor, ou está nervoso e não apreende tudo.

Grande erro.

Regra básica: tenha a certeza do que foi perguntado.

Estabelecer essa certeza pode demandar mais um pouco de tempo, mas é fundamental para depois se partir em busca da resposta nas alternativas.

Controle a sua pressa, ansiedade ou tensões. Resolver muitas questões ANTES da prova permite o estabelecimento deste controle.

Aqui um ponto importante: a construção da resposta leva em conta este comportamento do candidato.Em regra, ao menos duas alternativas são parecidas entre as quatro ofertadas. A leitura superficial da pergunta, com sua total compreensão de sentido, também em regra conduz o candidato para a alternativa com aspecto de plausível, mas errada como alternativa.

Quem faz as perguntas conhece as fraquezas dos examinandos. Existe toda uma teoria por detrás da construção de provas objetivas e elas são feitas com base em estudos específicos quanto a construção de perguntas.

O erro do candidato foi previamente pensado e trabalho por alguém.

2 – Pensar a resposta antes de ler as alternativas

A leitura das alternativas pode produzir três efeitos: ou o candidato vislumbra a alternativa correta; ou ele fica em dúvida entre duas ou três ou ele se dá conta que não sabe nada.

Se ele não sabe nada, tudo bem, não há dúvida quanto ao problema. Se ele bate o olho e identifica a questão certa, também não há dúvida quanto ao problema, ou este foi resolvido. Mas e se ele fica em dúvida entre duas ou três alternativas, INDUZIDO pela redação destes?

Por isso, em especial para candidatos com dificuldade de resolver questões objetivas, o ideal é pensar na resposta ANTES de ler as alternativas. Isso ajudaria imensamente no processo de decisão e elidiria em parte o surgimento de dúvidas.

Temos aqui, entretanto, uma dificuldade, pois muitos enunciados da prova objetiva são rasos e não permitem a produção antecipada da resposta. São as questões ditas conceituais. Vejam um exemplo:

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Obviamente não dá nem para começar a pensar na resposta. É preciso ler as alternativas para se inferir a resposta correta.

Aqui este método não se aplica.

Por outro lado, temos questões cujo enunciado, rico em informações, permite um reflexão prévia da resposta:

A alternativa certa é a letra B.

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Nem sempre a reflexão prévia poderá ser completa, pois muitas das questões operatórias (em que há um problema a ser resolvido, em regra envolvendo uma situação fática e um questionamento jurídico) são completadas com as alternativas.

Em suma: se a pergunta permitir uma reflexão prévia, faça-a. Do contrário, conforme-se e siga o jogo.

3 – Alternativas obviamente incorretas

Em regra, e isso se aplica a muitos tipos de provas objetivas, ao menos duas alternativas são manifestamente incorretas. Isso se aplica em especial no Exame de Ordem.

O candidato, na leitura das alternativas, deve marcar aquelas que ele julga como incorretas. Isso aumenta a probabilidade de acerto, pois 50% das alternativas foram previamente excluídas.

Repito: no Exame da OAB, em regra, duas das alternativas são manifestamente erradas. Fique atento!

4 – Leia todas as alternativas

Mesmo no caso do candidato ter a certeza de que achou a alternativa correta logo de cara, é muito recomendável a leitura de todas elas, pois a certeza momentânea pode se transformar em dúvida, e a dúvida pode ser pertinente. O examinando não deve se impressionar se “achou” a alternativa correta. Ele deve estar seguro quanto a isto, e ler as alternativa de forma parcial não ajuda nem um pouco neste processo.

É uma dica recheada de obviedade, mas ainda assim tal falha acontece.

Segue uma lista de sites que oferecem simulados online para o treinamento dos conceitos acima. Os sites oferecem as edições antigas do Exame de Ordem para serem resolvidas.

Jurisway

Simulados OAB

Canal Concursar

Tecnolegis

Questões de Concursos

Não deixem de resolver também nossos simulados e algumas provas anteriores da Ordem:

1º Simulado XVI Exame de Ordem (1ª fase)

GABARITO – 1ª SIMULADO XVI Exame de Ordem (1ª Fase)

2º Simulado XVI Exame de Ordem (1ª fase)

GABARITO – 2ª SIMULADO XVI Exame de Ordem (1ª Fase)

Prova Objetiva do XIV Exame

Gabarito

Prova Objetiva do XV Exame

Gabarito

Reservem algumas horas por dia somente para resolver questões anteriores. Isso será muitíssimo útil na hora da verdade.

Vejam também:

Faltam 17 dias para a prova: como está preparação de vocês?

- Categoria: Simulados

Preparem-se para o 3º simulado do Portal Exame de Ordem! O último teste antes da prova da 1ª fase!

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Na sexta-feira da semana que vem, dia 06 de março, lançaremos o 3º e último simulado do Portal Exame de Ordem para a prova do XVI Exame da OAB.

E qual é a importância deste último simulado?

Será com ele que a última baliza para a prova será completada. A partir daí o candidato, já considerando os dois simulados anteriores, poderá mensurar a toda evolução de seu desempenho e “sentir” como será seu desempenho na prova.

A importância de se fazer um simulado para a prova da 1ª fase da OAB

E, em especial, será útil para a última semana, quando a prioridade deverá ser a resolução de exercícios.

1º Simulado XVI Exame de Ordem (1ª fase)

GABARITO – 1ª SIMULADO XVI Exame de Ordem (1ª Fase)

2º Simulado XVI Exame de Ordem (1ª fase)

GABARITO – 2ª SIMULADO XVI Exame de Ordem (1ª Fase)

O simulado será gratuito, aberto para todos e sem nenhum cadastro.

Anotem então na agendinha de vocês: dia 06/03 concluiremos os simulados do Portal!

Não percam!!!

- Categoria: Advocacia

Mercado de trabalho da advocacia: “commoditização” dos profissionais e a necessidade de se diferenciar no mercado

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Já tem um bom tempo que afirmo: pós-graduação não é mais um fator de diferenciação no mercado de trabalho.

E não é porque o universo de pós-graduados não é mais tão restrito como antigamente. Na realidade, hoje ter uma pós é algo comum. Praticamente, logo após a graduação, os recém-formados já engatam uma pós.

E isso guarda uma IMENSA importância para quem está em busca de um espaço no mercado de trabalho: o estabelecimento do processo de DIFERENCIAÇÃO em relação aos demais concorrentes.

Vamos lembrar um conceito básico de economia: o valor está na raridade.

O que isso significa exatamente? Vamos comparar, por exemplo, um pedaço de granito e um diamante. Qual é o mais raro? E qual é o mais caro?

A resposta é óbvia!

E é óbvia porque tudo que é difícil de ser encontrado tende a ter seu valor aumentado na proporção de sua raridade. Aí vem a realidade do mercado da advocacia hoje no Brasil.

Existem 835 mil advogados no País, com previsão desse número subir para 1 milhão em 2018.

Durante a  XXII Conferência Nacional dos Advogados Brasileiros, ocorrido em outubro último, foi traçado um panorama do mercado no país.  A expansão do número de faculdades de Direito no Brasil desde 1995 seguiu a seguinte evolução:

1995 – 165 faculdades de Direito

2001 – 505 faculdades de Direito

2014 – 1284 faculdades de Direito

Isso representa um crescimento de 778,18% no período.

O contingente de estudantes também é elevado. Nas graduações, anualmente, entram  282 mil novos estudantes, sendo que também, por ano, temos 125 mil novos examinandos. A diferença entre ingressantes e examinados se dá pelas desistências ao longo do curso e em razão de que nem todos fazem o Exame de Ordem.

É muita gente!!

Logo, o mercado passa a olhar não mais quem tem meramente a graduação, e sim quem tem um mestrado ou um doutorado, isto porque porque estes profissionais são mais raros.

Houve um deslocamento de interesse na busca dos profissionais, sempre caminhando para uma melhor qualificação e formação.

Um estudo da Consultoria Produtive, especializada em preparar executivos, apesar de não ser específica para o mercado jurídico, revela uma realidade facilmente projetável para qualquer mercado profissional vinculado à educação superior, incluindo aí o Direito.

Os vencimentos (de fome) do chamado “advogado audiencista” e a crise do mercado da advocacia

“A lei de mercado não pode ser a lei da selva”, ou, “pode a OAB salvar os advogados de honorários pífios?”

A lei da selva, ou, R$ 17,00 por uma audiência, ou, mais uma evidência do colapso da profissão

O texto abaixo, da Consultoria Produtive, é de fundamental importância para quem vai enfrentar o mercado de trabalho. Ele mostra como os futuros profissionais devem encarar as expectativas dos empregadores.

Mais, como hoje ter uma pós-graduação NÃO É mais um elemento de diferenciação.

Confiram:

Pós-graduação virou commodity

Novo estudo da Produtive revela avanço na capacitação dos executivos e a relação direta com o nível de remuneração:

Com base em uma amostra de cerca de 400 executivos recolocados pela Produtive – Carreira e Conexões com o Mercado nos primeiros sete meses deste ano e de 2013, a consultoria elaborou um levantamento que revelou o nível de capacitação dos profissionais das regiões sul e sudeste e a relação com as remunerações.

Nos anos 80, o diferencial era ser graduado. Na década de 90, se sobressaía no mercado quem tinha uma especialização. Desde então, a educação executiva não parou de evoluir.  Hoje, o diferencial é ter o mestrado e, em algumas posições, o doutorado passou a ser valorizado na hora da seleção para uma vaga. “A pós-graduação, para o nível executivo, virou commodity. Para aumentar a trabalhabilidade, ou seja, a capacidade de se engajar em diferentes trabalhos, as pessoas perceberam que precisam investir em pós-graduações mais avançadas”, analisa Rafael Souto, CEO da Produtive.

O estudo da consultoria apontou que apenas 23% dos profissionais são apenas graduados. A grande maioria (68%) tem uma ou mais pós-graduações. Já aqueles que exibem os títulos de mestre e doutor representaram 9% da amostra. Na análise das remunerações desses executivos, verificou-se uma relação direta. No primeiro nível de capacitação (até a graduação), a remuneração média foi de R$ 5.812. O grupo com uma pós-graduação apresentou uma média de R$ 9.306 de salário. Aqueles com mais de uma pós obtiveram a média de R$ 12.801. E o grupo no topo do nível de capacitação (mestrado e doutorado) atingiu a remuneração média de R$ 13.804.

Quem fez essa “escalada” no nível de capacitação, chegando a um mestrado ou doutorado, criou um plano B de carreira. A possibilidade de gerar renda por meio de um trabalho como professor universitário tem atraído muitos executivos. “Entendemos que a carreira acadêmica é compatível com a executiva. É possível dar aula part time e, ainda assim, ocupar uma boa posição em uma companhia”, pondera Souto.

De fato, as empresas começaram a valorizar mais a integração entre a experiência prática e os estudos acadêmicos. Antigamente, as organizações achavam que o profissional estava “perdendo” tempo quando retornava à sala de aula. Nesta visão, tais horas estavam sendo “desviadas” da dedicação ao trabalho. Contemporaneamente, as companhias entenderam que, para aumentar sua competitividade, necessitam de profissionais diferenciados, que seguem se atualizando. Muitas empresas incentivam seus executivos e até bancam os estudos ou parte deles. “Há um amadurecimento de ambos os lados. Os profissionais, preocupados em gerir da melhor forma sua carreira, buscam diferenciação por meio de capacitações mais avançadas. Já as empresas passaram a valorizar não apenas a prática e a técnica, mas também a vida acadêmica e até a pesquisa. Claro, ainda há um distanciamento entre as organizações as universidades. Mas isso tem melhorado ano a ano”, conclui Souto.

Fonte: Blog Produtive

Como interpretamos isso?

Ter graduação hoje não basta. É só o “start” para a vida profissional.

Ter pós-graduação não representa mais uma diferenciação, pois ela passou por um processo de “commoditização”. Ou seja, todo mundo tem uma.

Ou seja, ter uma pós não é mais ter um diferencial em relação aos demais, e sim um verdadeiro pré-requisito para começar a “jogar o jogo”.

Não é mais uma questão de “será que faço uma pós?” e sim uma questão de “onde faço a minha pós?

Fazer uma pós não mais significa entrar em um processo de diferenciação em relação ao resto do mercado, e sim iniciar o processo de conformação com o restante do mercado. Se o recém-formado não fizer uma, ele simplesmente começa o jogo do mercado um degrau abaixo em relação àqueles que estão disputando um lugar ao sol.

O mundo, meus caros, mudou, e a competição é cada vez mais aguda.

Falando em pós, não posso deixar de sugerir a pós-graduação do CERS/Estácio.

http://posestacio.cers.com.br/

Basta dar uma simples olhada nos professores para saber, de plano, que se trata provavelmente da melhor pós-graduação do Brasil.

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Se é para começar o processo de qualificação, que isto seja feito com qualidade.

Alta qualidade!

- Categoria: Advocacia

Os cursos certos para a reta final do XVI Exame de Ordem

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Estamos a 17 dias da próxima 1ª fase e o tempo não para! Quais são os melhores cursos para este lapso de tempo tão curto?

Vou apontar os cursos perfeitos para esta reta final:

Sem medo de errar, e na sequência, estes são nos MELHORES cursos se o objetivo é ser aprovado no dia 15 de março:

Projeto UTI 60 Horas

Projeto UTI 60 Horas é um curso de dicas, muitas dicas para quem vai fazer a prova objetiva!

E qual é o valor do Projeto UTI para quem está se preparando para a prova? Aqui nós temos duas abordagens:

1 – O candidato já vem estudando regularmente mas quer as dicas, os macetes daquilo dos temas mais comuns ou com maiores probabilidades de serem cobrados, visando otimizar o desempenho;

2 – O candidato começou a se preparar agora e quer aumentar as chances de sucesso com as dicas oferecidas pelos professores.

São dois estágios diferentes de preparação, mas o objetivo acaba sendo praticamente o mesmo: otimizar o desempenho!

Projeto UTI, sem dúvida, é a resposta!

Seu objetivo é oferecer aproximadamente 60 horas de revisão através de DICAS fornecidas pelos maiores professores especialistas em Exame de Ordem no Brasil, abrangendo todas as disciplinas cobradas na prova objetiva. É um curso INTENSIVO de dicas e tem feito a diferença para muitos candidatos na hora da verdade!!!

Aliás, o Projeto virou referência entre os candidatos! TODO MUNDO quer fazer o tal projeto, e quer porque é público e notório entre os candidatos que as dicas são EFETIVAS!

Projeto Super UTI

Super UTI tem a mesma matriz do Projeto UTI 60 Horas, ou seja: dicas e dicas para a OAB, mas sem ter a mesma extensão.

É um curso de dicas, MUITO INTENSIVO, e dura apenas um dia. É um modelo voltado também para dicas de relevância, rápido em sua duração (9 horas) que também assume o papel de empolgar o examinando na reta final.

Um carga rápida de dicas e de estímulos faltando uma semana para a prova.

Compensa muito porque o valor das dicas sempre é significativo. Sempre várias questões na prova podem ser respondidas pelos candidatos por lembrarem exatamente de algumas dicas certeiras passadas no Super UTI. Como o curso tem um valor bem acessível - R$ 63,00 - é uma pedida quase que obrigatória para quem vai fazer a prova.

Quem quer acompanhar pela internet também pode fazê-lo - Super UTI Online

E quem mora em MACEIÓ/AL pode fazer o curso presencial - Super UTI Presencial

Combo do Projeto UTI 60 horas + Projeto Super UTI

E vocês também podem comprar os dois cursos, o UTI 60 horas e o Super UTI em um pacote combo, economizando desta forma.

É a melhor maneira de assistir esses dois cursos e não perder nada das dicas oferecidas pelos professores do Portal.

Combo do Projeto UTI 60 horas + Super UTI

BÔNUS

Na aquisição do Projeto UTI 60 Horas ou do Combo, vocês levam de graça o livro digital + de 1000 dicas para a OAB.

Cursos de Disciplinas Isoladas

O Portal Exame de Ordem já lançou seus cursos de disciplinas isoladas para o XVI Exame de Ordem.

Estão em dificuldade com alguma disciplina em específico? Querem reforçar o estudo nela? A escolha das Disciplinas Isoladas pode ser uma boa opção.

A vantagem do curso de disciplinas isoladas é que o aluno pode optar apenas por uma ou mais matérias específicas, focando seus estudos de forma a reforçar o que já sabe ou visando debelar deficiências específicas no conhecimento.

É também uma opção interessante para quem não pode pagar por um curso completo.

Confiram as disciplinas disponíveis clicando no link abaixo:

Disciplinas Isoladas para o XVI Exame de Ordem

Pilares da OAB

Você é aluno do Portal Exame de Ordem nos cursos de OAB 1ª fase regular, Cursos de Resolução de Questões, Projeto UTI 60 Horas e Super UTI (presencial e Online)?

Se for, o Portal disponibilizará GRATUITAMENTE para você o Projeto Pilares OAB, o nosso curso de aprofundamento para a 1ª fase do XVI Exame de Ordem. A ideia aqui é ir um pouco além e oferecer uma visão mais densa, com substância, daquilo que nossos professores julgam ser os temas mais recorrentes na 1ª fase do Exame. Ideal para deixá-los ainda mais afiados para a prova objetiva.

Quem não é aluno pode adquirir somente o Pilares da OAB ou pode também, por exemplo, adquirir o Projeto UTI e levar junto o Pilares da OAB de GRAÇA!

Simples assim!!

Repetindo: vocês podem adquirir qualquer um dos cursos e levar o Pilares, sem ter de pagar diretamente por ele.

O valor do Pilares da OAB, isoladamente, é de R$ 91,00.

Mas é muito mais interessante adquirir qualquer um dos cursos do Portal e levar o Pilares de GRAÇA!

Curso de Resolução de Questões

Combo – Projeto UTI 60 Horas + Projeto Super UTI

Projeto UTI 60 Horas

Projeto Super UTI Online

Projeto Super UTI Presencial Maceió

Curso Preparatório Completo para a 1ª fase

Cursos diferenciados para vocês e, agora, mais uma inovação do Portal Exame de Ordem: Pilares da OAB!

O Exame de Ordem acontece aqui!

- Categoria: Como se preparar para a prova

Faltam 17 dias para a prova: como está preparação de vocês?

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Faltam 17 dias para a próxima prova da OAB! E aí? Vocês estão prontos ou, ao menos, quase prontos?

Bela dúvida, não é?

Estar ou não realmente pronto (incluindo aí o emocional) é a pergunta do momento. E, mais do que isso, delimitar exatamente a postura a ser adotada nesta reta final?

Mais TEMPO para estudar seria tudo de bom agora. Infelizmente isto não é possível…

O negócio agora é usar o tempo restante da melhor forma possível. E usá-lo da melhor forma possível implica em usá-lo em toda a plenitude e com a melhor QUALIDADE possível.

Quanto a plenitude cada um sabe bem onde o calo aperta e quanto tempo tem para entregar aos estudos. Muitos trabalham e tem uma série de obrigações, e quanto a isto pouco pode ser feito. Se for possível aumentar ainda mais o tempo de estudo sem comprometer os demais compromissos, ótimo, faça-o, do contrário, entregue-se totalmente ao tempo disponível.

NOTA: se qualquer outra atividade puder ser postergada, não tenham dúvidas em fazê-lo. A hora, meus caros, é de se entregar integralmente ao objetivo maior!

Quanto a qualidade do tempo o candidato precisa, basicamente, suprir duas necessidades.

Uma é de ordem emocional. Sentir-se apto para a prova é um grande passo rumo à aprovação. Tenham a certeza de uma coisa: estabilidade emocional tem um peso ENORME na hora da prova. E tem porque os candidatos nervosos têm uma probabilidade muito maior de tomar decisões equivocadas.

Não se trata da mão tremer e não conseguir escrever, nada disso. O nervosismo tem três terríveis facetas:

1 – Atrapalha a plena compreensão de sentido do enunciado de um problema e de suas alternativas;

2 – Aumenta as chances de “esquecimento” do conteúdo estudado (o famoso branco);

3 – Oblitera o processo de tomada de decisões, desperdiçando o tempo.

As três facetas acima são terríveis em si mesmas e de um modo geral o candidato só toma plena consciência de suas consequências logo após a prova.

A outra é de ordem estritamente técnica: aumentar o volume de conhecimentos, sem perder nada durante o processo, até o dia da prova.

O que estudar faltando tão pouco tempo?

Perguntinha difícil essa, pois cada um bem sabe onde estão as lacunas no conhecimento, ou, em bom português, onde o bicho está pegando!

Eu não tenho dúvidas em afirmar que boa parte do tempo agora deve ser dedicado á resolução de exercícios, muitos exercícios.

Tentativa, erro, compreensão do erro, nova tentativa, acerto, fixação do conteúdo. A resolução de exercícios nada mais é do que jogar a mente dentro da lógica da FGV e habituar o examinando a própria dinâmica da prova.

Jurisway

Simulados OAB

Canal Concursar

Tecnolegis

Questões de Concursos

Nada como ERRAR na resolução de um exercício para identificar onde estão as falhas. De um modo geral, os temas, em maior ou menor grau, são repetidos ao longo da aplicação das provas. Com certeza vocês irão identificar isto no próximo dia 15, em especial se resolverem muitos exercícios anteriores.

Resolvendo questões da 1ª fase do Exame de Ordem sem saber NADA do conteúdo da disciplina

Dentro do atual cronograma de estudos de vocês incluam um tempo para a resolução diária de exercícios. O ideal, para começar, é incluir umas duas horas nessa atividade. A familiarização com o sistema de resolução de exercícios (incluindo aí a repetição de exercícios) é um passo importantíssimo.

E o estudo doutrinário?

Priorizar o que já se sabe ou atacar um conteúdo mais árido? Esta é uma pergunta recorrente entre os candidatos.

Atacar um conteúdo mais árido faltando tão pouco tempo pode passar a impressão de desperdício de esforço. O candidato vai estudar uma disciplina que não gosta, avança lentamente em sua compreensão e começa a achar que seria mais útil estudar outra coisa. Isso é mais comum do que vocês imaginam!

Uma verdade: não dá, nesta altura do campeonato, para abraçar todo o conteúdo mundo. Tola ilusão…

O ideal é eleger duas ou 3 disciplinas mais complicadas e pronto. O importante é conseguir projetar de forma aproximada quantos pontos são possíveis fazer com a atual bagagem e quantos pontos seriam acrescentados ao se estudar essas uma ou duas disciplina extras.

DICA: estudem o conteúdo mais árido, mais complicado, e separem as questões destas disciplinas em 3 ou 4 lotes. Comparem o desempenho entre o 1º e o último lote após estudarem a disciplina.

Explico!

No 1º lote de questões vocês vão ter um desempenho, naturalmente, pior. Ao longo do processo de litura e estudo, o desempenho tende a melhor com a absorção do conteúdo. No último lote, de questões ainda não resolvidas, o incremento no desempenho é o sinal de que o conteúdo está sendo absorvido.

Com essa percepção a segurança da evolução é certa, e isso também serve para acalmar os nervos.

Tenho para mim que a margem de segurança ao se resolver provas anteriores e simulados é de pelo menos 47 questões, considerando aqui a resolução no sistema de simulado ou de uma prova completa. Sempre é preciso ir para a prova tendo uma “gordurinha” para queimar. A meta é atingir os 40 pontos, mas o desempenho deve visar um patamar acima dos próprios 40 pontos, afinal, errar é humano e é muito comum na prova da OAB.

E na próxima sexta-feira teremos mais um simulado. Escreverei ainda hoje sobre isso.

No mais, foco nos estudos e ZERO de desperdício de tempo. Festinhas, bailes, boates, baladas, raves, arrasta-pés e assemelhados são apenas lendas urbanas das quais vocês apenas remotamente ouviram algum dia alguém mencionar.

Claro, ao menos um pequeno descanso vocês devem se permitir, mas nada além de um descanso com um exclusivo propósito: relaxar um pouco a mente. Atingido o objetivo, foco nos estudos.

Agora é a hora do sacrifício!

Faltam 17 dias para a prova.

- Categoria: Doutrina para a prova

Confiram os vade mecuns ESPECÍFICOS para o XVI Exame de Ordem!

Já está em pré-venda os novos Vade Mecuns da Editora Armador para a 2ª fase do XVI Exame de Ordem! 

www.armador.com.br

Os vades foram pensados para os candidatos que precisam de um material de QUALIDADE e CONFIANÇA, um material seguro e concebido para funcionar EXATAMENTE  na 2ª fase do Exame da OAB.

Os vades têm as seguintes características:

1 – Foram pensados para o Exame de Ordem. Ou seja, eles se encontram PERFEITAMENTE dentro dos parâmetros do edital, obedecendo seus requisitos.

NÃO tem como dar problema!!

2 – São vade mecuns SEM FIRULAS! Não tem mapinhas, esquemas ou facilitadores de qualquer natureza. É o texto da lei e o índice alfabético-remissivo, e só! Não contém elementos que possam confundir os fiscais ou induzir a qualquer tipo de problemas.

3 – Todas as remissões estão INTEGRALMENTE dentro dos padrões do edital. Ou seja, ou remetem ao texto da lei ou à jurisprudência SUMULADA dos tribunais superiores, tal como HOJE preconiza o edital.

4 – Remissões abrangentes e pertinentes, em cada disciplina, para situar de forma rápida, completa e segura os examinandos;

5 – Atualizados na data da publicação do edital do XVI Exame de Ordem: 23/01/2015.

Objetividade, segurança e qualidade: essa é a cara desses vade mecuns!

Confiram os Vades:

Vade mecum Armador da equipe de professores do Portal Exame de Ordem!

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Vade Mecum de Penal dos professores Geovane Moraes e Ana Cristina Mendonça.

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Vade Mecum de Administrativo do professor Matheus Carvalho.

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Vade Mecum de Direito Civil dos professores Luciano Figueiredo, Roberto Figueiredo, Sabrina Dourado e André Mota.

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Vade Mecum de Constitucional da professora Flavia Bahia.

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Vade Mecum de Tributário da professora Josiane Minardi.

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A preparação para o Exame de Ordem acontece AQUI!

- Categoria: Como se preparar para a prova

“Fiquei para a repescagem! Quando devo iniciar meus estudos para a próxima 2ª fase?”

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A expectativa por detrás da implementação da repescagem no Exame de Ordem era de que os candidatos teriam uma GRANDE chance de conseguirem a aprovação na 2ª fase porque poderiam dedicar mais tempo para a prova subjetiva sem precisar estudar novamente para a 1ª fase.

Mas para isto é preciso superar a ideia de que o candidato, na repescagem, terá muito tempo e que é possível “esperar um pouquinho” antes de dar início aos estudos.

Não! Não se deve esperar NADA para dar início aos estudos!

Se o candidato reprovou na 2ª fase ele apresentou uma ou algumas deficiências em seu processo de preparação, e precisa sanar as falhas.

Mensurar a amplitude dessas falhas é fundamental para entender o processo de reprovação e, evidentemente, incrementar o próximo processo de preparação. Tempo para estudar não é a solução, e sim a mudança na metodologia e a compreensão das próprias limitações.

“Ah, mas a banca foi injusta comigo!”

Sim, pode até ter sido, mas isso não vai lhe ajudar a passar na próxima prova. O candidato precisa olhar para frente e compreender que uma etapa foi queimada.

Se o candidato reprovou é porque algo deu errado.

Pode sim ter sido culpa da banca, mas em regra é um problema com o próprio candidato. Ele precisa fazer a autocrítica, identificar e superar suas deficiências.

Observem bem uma coisa: de hoje até o a prova da 2ª fase do XVI Exame de Ordem nós teremos aproximadamente 3 meses. É um tempo bom e deve ser aproveitado na íntegra. É possível não só esgotar todo o conteúdo a ser estudado como também se aprofundar mais do que a média em sua disciplina, e assim superar suas próprias deficiências e vencer a prova afinal.

Os candidatos que forem aprovados na 1ª fase do XVI terão dois meses e meio até a 2ª fase, e precisam entrar de cabeça nos estudos para darem conta do conteúdo a ser estudado. Será um tempo maior que a média de 45 dias, mas ainda assim será preciso um sacrifício maior que o dos candidatos da repescagem.

O lapso temporal maior, portanto, permitirá aos candidatos da repescagem um treino diferenciado, tanto em amplitude com em profundidade. Todo o conteúdo poderá ser esgotado. Aliás, em função do fato de já terem saído da preparação para a 2ª fase, com o conteúdo fresco na cabeça, os pontos fracos poderão ser também trabalhados com mais afinco.

Em suma: o tempo de estudos dado pela repescagem (e tempo vale ouro) tem um valor inestimável para os examinandos. É uma chance de ouro!

Mas tem um porém…

Sabem quando se tem muito tempo para resolver uma coisa e a gente relaxa porque “dá tempo” de fazer? Pois é! O “deixar para depois” é a grande armadilha para quem ficou na repescagem.

A procrastinação não depende diretamente da dimensão ou do teor da tarefa, da importância da decisão ou da ação a ser realizada. Quem procrastina posterga desde tarefas banais até compromissos importantes. Um especialista sobre o assunto – André Gellis, diretor do Centro de Psicologia Aplicada da Universidade Estadual Paulista (Unesp) –  afirmou em uma entrevista que há um forte medo do fracasso e de errar por trás da procrastinação.

E isso não serve!

Procrastinar é uma péssima opção, em especial porque quem está indo para a repescagem está vindo de uma experiência de REPROVAÇÃO. Isso significa que algo deu errado no XV Exame de Ordem e isso precisa ser reparado.

Se por um acaso o candidato reprova na prova da repescagem, ele terá de fazer depois, novamente, a prova da 1ª fase. E terá muito pouco tempo para se preparar.

Reprovar na repescagem NÃO É uma opção!

Quem reprovou na repescagem na prova passada só terá 19 dias de estudo, considerando que deixou para o resultado final da 2ª fase o início dos estudos. Isso é simplesmente assustador!

A repescagem é uma grande oportunidade e não pode ser desprezada.

Vocês precisam passar de qualquer jeito e, exatamente por isso, a palavra “procrastinação” não pode fazer parte do vocabulário de vocês!

A hora é agora! Tempo para estudar e reverter a situação não falta.

- Categoria: Como se preparar para a prova, Datas do Exame de Ordem, Editais

Ficaram para a repescagem? Confiram então todos os detalhes para fazer direto a 2ª fase do XVI Exame da OAB!

Muitos candidatos não lograram sucesso ontem, ficando para a repescagem do XVI Exame de Ordem.

O momento é de chateação, evidente, mas com a repescagem ao menos será possível estudar só e somente só para a 2ª fase do XVI Exame, e isso representa uma grande vantagem!

O que fazer a partir de agora?

Para começar eu sugiro que vocês apresentem o recurso para a ouvidoria. Escrevi ontem sobre isto:

Utilizando Ouvidoria da OAB para reverter a reprovação na 2ª fase

Apresentem o recurso e ESQUEÇAM ele. A resposta da ouvidoria demora muito e a vida não para. Em alguns meses, quem sabe, a resposta positiva pode vir, mas vocês não deixaram de continuar na briga. Se ficar parado esperando a ouvidoria o tempo perdido caso a resposta seja negativa vai custar muito caro. É apresentar o recurso e seguir em frente!

Segue o edital: Edital de Repescagem para os reprovados no XV Exame de Ordem

Vamos ver agora os detalhes específicos:

1 – Período e valor de inscrição

Aqui o edital apresenta uma data diferente de inscrição para os candidatos fazerem a repescagem. Neste período todos já saberão se reprovaram ou não no XV Exame.

As inscrições vão das 14h do dia 17/03 (dois dias após a prova da 1ª fase do XVI Exame) até as 23h59min do dia 24/03.

Ou seja, vocês terão apenas uma semana para se inscreverem. Fiquem ligados na data!

Preparem-se com antecedência! Lançados os cursos para a 2ª fase do XVI Exame de Ordem!

2 – Quem ainda está na faculdade

Quem ainda está na faculdade e for se valer da repescagem terá de comprovar que estava matriculado corretamente em conformidade com o edital do XV Exame:

1.1.3. Os estudantes que se utilizarem do reaproveitamento e que forem aprovados no XVI Exame de Ordem Unificado, não tendo ainda concluído o curso de graduação em Direito, poderão retirar seus certificados de aprovação caso comprovem que, na data de inscrição para o XV Exame, já estavam matriculados nos dois últimos semestres ou no último ano do curso.

3 – disciplina da 2ª fase pode ser alterada

Vocês poderão alterar o futuro local de prova como também a disciplina de 2ª fase.

1.1.4 O examinando que solicitar o reaproveitamento da 1ª fase do XV Exame terá oportunidade de atualizar seus dados cadastrais no momento da solicitação descrita no item 1.1.1.1, inclusive no que diz respeito às suas opções de cidade de realização das provas e área jurídica da prova prático profissional.

4 – Quem se inscreveu na 1ª fase do XVI Exame de Ordem pode aproveitar a repescagem

Se o candidato ficou para a repescagem e ainda assim quiser fazer a prova da 1ª fase (desde que tenha se inscrito no prazo regulamentar para a 1ª fase do XVI) não perderá o direito de fazer a repescagem:

1.1.5. O examinando que porventura tenha se inscrito equivocadamente no XVI Exame de Ordem Unificado, por meio de pagamento ou isenção da taxa, no prazo previsto no item 2.1.2 do respectivo Edital normatizador, de 23 de janeiro de 2015, ainda assim poderá realizar a inscrição para o reaproveitamento, devendo para tanto cumprir os procedimentos necessários (inscrição na forma e período previstos neste edital, bem como o pagamento da taxa referente ao reaproveitamento).

5- Quem foi eliminado da prova da 2ª fase poderá fazer a repescagem

No edital da repescagem passado, para quem reprovou no XIV e pode fazer a prova da 2ª fase do XV, havia uma regra explícit dizendo que os eliminados na 2ª fase não poderiam fazer a repescagem:

1.1.5. O reaproveitamento descrito no item 1.1.1 será vedado aos examinandos ausentes ou eliminados na 2ª fase do XIV Exame de Ordem, de acordo com o disposto no item 2.8 do edital de abertura do XV Exame de Ordem.

Acontece que essa regra NÃO CONSTA no edital da repescagem para quem reprovou no XV e vai fazer a 2ª fase do XVI. Ou seja, quem foi eliminado vai poder fazer a prova da repescagem. Uma vez que não existe mais a vedação editalícia, não há nenhum impeditivo para se fazer a prova.

Confiram agora o cronograma geral de eventos da repescagem:

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Então é o seguinte: quando abrir o prazo de inscrição ESPECIAL para a repescagem que os candidatos reprovados na 2ª fase do XV Exame de Ordem entram no jogo do XVI. Até lá, devem apenas se preocupar exclusivamente com os estudos.

Lembrando que a prova subjetiva será a mesma para todos, tanto o pessoal da repescagem como para os aprovados na 1ª fase do XVI.