Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

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- Categoria: Advocacia

Eduardo Cunha agride a Ordem: “OAB é cartel e não tem credibilidade”

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Ao comentar pesquisa encomendada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que aponta 74% dos entrevistados contrários ao financiamento empresarial de partidos e políticos, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticou a entidade. Cunha, que é favorável ao financiamento privado, disse que a OAB é um cartel e que não tem credibilidade.

“A OAB não tem muita credibilidade há muito tempo. As minhas críticas à OAB são constantes”, afirmou Cunha. “A credibilidade deles, que não têm eleição direta, que não prestam contas como autarquia que eles são, esse roubo do exame da Ordem, com aqueles que não conseguem ter o direito a exercer a profissão pela qual eles prestaram vestibular, exerceram a faculdade e se formaram, a OAB tem uma série de questionamentos”, afirmou.

A OAB é um cartel, é um cartel de uma eleição indireta, de uma série de poder feito com movimento de milhões sem fiscalização. Então, a OAB tem que ser questionada em muitos pontos dela, a OAB precisa ser mais transparente“, disparou Cunha.

O presidente da Câmara também direcionou seus ataques ao presidente da OAB, Marcus Vinicius Coêlho. Cunha criticou Coêlho por ele ter se manifestado contra a redução da maioridade penal e por ser próximo ao deputado petista Alessandro Molon (PT-RJ), que deve questionar no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana a sessão em que a redução foi aprovada.

“Se você pegar os folhetos de campanha pela eleição do Molon no Rio de Janeiro, ele (Coêlho) faz parte dos folhetos de campanha do Molon. Ele é um agente do Molon, é um apoiador do Molon”, afirmou.

Sobre a pesquisa, Cunha disse que avaliará o “grau de legitimidade” do levantamento.

Fonte: Uol

Eduardo Cunha precisa se informar melhor antes de falar impropriedades. Pega mal para ele sair vociferando assim sem ter subsídio nenhum para seus argumentos.

No máximo só consegue impressionar eleitores desavisados e desinformados.

As críticas dele são facilmente rebatidas, e talvez ele devesse ler isto aqui para parar de falar sem antes fazer uma pesquisa. O google ajudaria ele:

1 – A OAB não tem eleição direta

Sim, eu também acho que deveria ter, mas antes, para isto, seria preciso encontrar uma fórmula que evitasse a prevalência do capital no processo eleitoral!

Sim!!! É isso mesmo! Cunha, que defende o financiamento privado, parece que não vê problema em receber doações de empresas, mas isto dentro de um órgão de classe seria extremamente problemático.

Algum advogado por acaso acha que processo eleitorais são vencidos SEM dinheiro? Como então implementar eleições diretas sem que interesses econômicos, EM ESPECIAL de empresas e de agentes estranhos a própria advocacia não interfiram no processo?

Se alguém achar uma resposta, favor passá-la adiante: o CFOAB ainda não encontrou.

2 – Não prestam conta como autarquia

A OAB é autarquia e também não é. A OAB é diferente de tudo o mais que existe por aí em termos de natureza jurídica.

Qual a definição da natureza jurídica da Ordem? Alguém sabe dizer? Não existe consenso nisto, e nem mesmo decisões do STF que abordaram o tema para chegar ao mérito servem para o caso: a questão é estritamente conceitual.

Por isso chamam a Ordem de ente “sui generis”.

E é porque NÃO se submete ao controle do Estado e nem pode se submeter, EXATAMENTE para não ter sua independência maculada.

A Ordem é fiscal da sociedade e fiscal do Estado também! Se for submetida a controle, perde seu poder. Aliás, este poder é praticamente uma projeção das garantias dos advogados, só que transposta para o ente em si.

Cunha certamente nunca parou para estudar isso.

3 – O Exame de Ordem é um roubo

Eu me lembro, e lembro porque fui o primeiro a noticiar isto, quando a OAB fez um lobby para retirar Eduardo Cunha da presidência da Comissão do Novo CPC. Inconformado, ele foi no twitter esbravejar contra a Ordem e o “corrupto” Exame de Ordem.

Antes ele nunca havia dito nada sobre o Exame.

Será que passou a fazê-lo por ressentimento da Ordem?

Pode até não ser, mas fica difícil dissociar uma coisa da outra.

Ademais, Cunha não sabe nada da natureza do Exame, da sua importância, do contexto da atual conjuntura da educação jurídica superior, da expansão irresponsável das faculdades de Direito e, provavelmente, da própria Constitucionalidade da prova, definida pelo STF em 2011.

Cunha também nunca parou para pensar nas consequência do fim da prova da Ordem, que criaria de imediato uma séria convulsão no Poder Judiciário como um todo, levando-o a paralisação, em função da hiperlitigação que tomará de assalto os tribunais.

Pior, a custo da destruição dos Direitos de MILHÕES de pessoas, entregues a profissionais que não conseguem demonstrar um mínimo de capacidade jurídica.

MÍ-NI-MO!

A liberdade, o patrimônio e até mesmo a vida de milhões sob severo risco.

Mas isso não importa para ele.

Eduardo Cunha é responsável por uma agenda ultraconservadora e reacionária, cujas consequências ele mensura em votos, e não em benefícios reais para todo o conjunto da sociedade.

Ele não consegue pensar em nada além do PODER.

Parece que é do feitio dele, mais preocupado em jogar para seu eleitorado do que para a nação como um todo.

A OAB tem seus defeitos, evidentemente, mas ela, como instituição, tem MIL VEZES mais credibilidade comparada com a Câmara dos Deputados ou o Congresso.

A OAB é um ente SÉRIO, e ser atacada deste modo apenas expõe o que vai por dentro da cabeça de Cunha. Não preciso discorrer aqui o que a opinião pública nacional, quase uníssona, pensa dos políticos deste Brasil.

Pergunta para ele responder: o que você ganha atacando a OAB? Por que lhe interessa ver uma OAB fragilizada?

Certamente, o país como um todo só perde com a Ordem nas cordas, e é isso que Eduardo Cunha vem tentando fazer há anos. Por que ele quer isso?

Está na hora de abrir esse jogo! E de preferência sem bravatas, por favor.

- Categoria: Motivacional

Você não é responsável pelas expectativas da SUA aprovação que os OUTROS criam

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“E aí, já passou na OAB?”, pergunta aquela tia que você só vê nas festas de fim de ano.

Ah, sim! Ela mal te vê, mas fica o tempo inteiro querendo saber da sua vida para compará-la com o progresso na carreira, dele, o seu primo mala (curiosamente, filho da sua tia…). Para ela, ver você estagnado provavelmente lhe dá um certo prazer mórbido. Existe gente que é assim.

“E aí, tá na hora de passar na OAB!”, vocifera um pai já meio irritado que acha que você tem a obrigação de ser aprovado.

“Calma, um dia você consegue”, diz a mãe já desiludida, que tenta acalmar mas involuntariamente coloca mais pressão ainda.

Muita gente passa por isso. Muita gente mesmo!

Não só esse tipo de situação, mas como ocorrem muitas outras possíveis, a depender do contexto e da história de cada um.

O ponto em comum é resumido da seguinte forma: não basta sofrer com suas próprias expectativas, é preciso sofrer também com as expectativas dos outros.

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Não existe uma fórmula pronta e acabada para superar as expectativas de quem é muito próximo de você, em especial de namorados, amigos e parentes. O caminho mais maduro seria o de simplesmente se afastar de quem joga para cima de você suas próprias expectativas, o fardo emocional de terceiros que viram grilhões pesados.

Todo adulto é livre, e se o peso dos anseios de terceiros incomoda, basta se afastar. Mas isso não pode ser aplicado ao pé da letra quando o assunto é família.

Bom, até pode, mas não é tão simples assim, em especial por conta da vinculação afetiva e, até mesmo, da dependência financeira.

Não é fácil atender e corresponder aos sonhos que criam para você. Claro! A aprovação resolveria tudo, em tese, mas a aprovação também não é algo simples de se obter. E a pressão cresce e torna a tarefa ainda mais complicada.

Mas, de uma forma ou de outra, é preciso se libertar das expectativas alheias. E, de certa forma, da própria. A bola de neve emocional gerada pelas reprovações pode se tornar grande demais para ser superada.

Saber compreender o fenômeno e neutralizá-lo pode ser de grande ajuda no processo de controle emocional.

A expectativa dos outros pode se tornar um elo doentio até. Suga a vitalidade em função da paranoia dos outros, cujas expectativas (unilaterais) exige da sua parte uma satisfação, uma necessidade de agradar.

Essa obrigação não existe.

“Ah, mas meu pai pagou minha faculdade!” Sim, pagou, mas ele não foi obrigado a isto. Aliás, em regra, os pais fazem isso como puro ato de desprendimento e em função do próprio desejo de ver o filho ser bem sucedido. É algo que quase todo pai, ou ao menos aqueles que podem , fazem. E isso é absolutamente normal.

Expectativas podem não ser atendidas por uma série de fatores, em especial a falta de maturidade, de preparo ou simplesmente falta de estabilidade emocional. “Ter a obrigação de ser aprovado” é algo EXTERNO a qualquer candidato. É algo que, em última análise, não lhe pertence.

Ser reprovado no Exame de Ordem não é o fim do mundo, e sim parte de um processo de amadurecimento. É ruim, óbvio, mas não diz absolutamente nada sobre a capacidade de uma pessoa. O fim do mundo só ocorre mesmo se o examinando desiste. Aí não há mais o que fazer.

Isso é necessário como parte do processo de preparação para a prova, talvez até para qualquer desafio da vida. Você faz as coisas para si mesmo, para atender as próprias expectativas e seus próprios sonhos.

E não se trata de ser egoísta, mas sim de dimensionar corretamente a pressão natural para se atingir resultados. E a lógica é simples: você é um só e não pode levar a pressão realizada por muitos.

Isso é desproporcional, e difícil de se lidar. Muitos sucumbem no meio do caminho por conta disto.

Afaste-se das expectativas dos outros, mesmo que isso exija uma conversa cara a cara com seus pais, namorado(a) ou amigos.

Ficar calado suportando uma pressão que não lhe pertence é a pior das alternativas.

- Categoria: Cursos do Portal

Governador Pedro Taques ministrará aulas no curso “Super UTI” para 1ª fase do exame da OAB

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O governador Pedro Taques volta às salas de aula para participar do curso “Super UTI”, voltado a bacharéis em Direito que se preparam para a 1ª fase do XVII do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), oferecido pelo Complexo de Ensino Renato Saraiva (CERS).

Super UTI Online

Super UTI Presencial (Cuiabá)

Taques falará sobre Direito Constitucional, no dia 11 de julho, no Gran Odara Hotel, em Cuiabá. Abrangendo todas as disciplinas cobradas na 1a fase do Exame da OAB, o curso possibilita ao aluno revisar e aprimorar seus conhecimentos por meio de dicas especiais sobre os assuntos que, com base em estatísticas, provavelmente estarão em sua prova, levando você a responder com facilidade às perguntas da fase objetiva.

Oferecido na modalidade à distância, o curso “Super UTI” também é realizado em etapas presenciais, que é o caso do intensivo do qual o governador irá participar. A carga horária será de mais de 9h, sendo que o início está previsto para as 8h e o término às 18h30.

Ex-procurador da República e ex-senador, o governador de Mato Grosso é professor de Direito Constitucional há quase 20 anos. Mesmo com a trajetória política, Taques nunca deixou de ministrar aulas.

Além de Taques, também darão aulas os profissionais Renato Saraiva, Rafael Tonassi, Aryanna Manfredini, Flávia Bahia, Cristiano Sobral, entre outros. O curso abrange todas as disciplinas cobradas na 1ª fase do Exame da OAB e possibilita ao aluno revisar e aprimorar conhecimentos de temas que serão cobrados nesta fase do teste. O valor do curso é de R$ 63,00.

O CERS iniciou suas atividades em 2009 com o objetivo de empreender projetos que colaborem com o desenvolvimento educacional do país. É considerado, atualmente, uma das maiores instituições de ensino a distância do Brasil.

Fonte: Olhar Direto

- Categoria: Como se preparar para a prova

Reta final para a prova da OAB: estabelecendo prioridades a partir da análise do desempenho médio dos candidatos nas edições anteriores

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E agora? O que priorizar nessas duas últimas semanas?

Na última sexta-feira publicamos o último simulado do Portal, e a partir dele a baliza sobre a preparação já pode finalmente ser concluída:

3º simulado do Portal Exame de Ordem

Agora, faltando 2 semanas para a prova, a preparação deve estar quase ultimada, ao menos para a maior parte dos candidatos.

IMPORTANTE: quem está seguindo um cronograma de estudos DEVE se manter fiel a sua execução. O que vou escrever aqui deve ser visto como uma atividade EXTRA.

Agora, com a resolução dos nossos simulados, e de várias outras provas, certamente vocês já devem ter uma boa noção do atual estágio de preparação. Quem não fez os simulados e não tem essa perspectiva ainda deve fazê-los o quanto antes:

A importância de se fazer um simulado para a prova da 1ª fase da OAB

1º simulado do Portal Exame de Ordem

Gabarito do 1º simulado do Portal Exame de Ordem

2º simulado do Portal Exame de Ordem

Gabarito do 2º simulado do Portal Exame de Ordem

Com a resolução dos simulados e de provas anteriores vocês agora devem ter uma noção do atual estágio de preparo.

A mensuração de desempenho, portanto, tem o condão de mostrar as virtudes e as deficiências.

Compreendendo a análise estatística de desempenho e sua importância na preparação para a 1ª fase da OAB

A partir do reconhecimento dos pontos fortes e fracos, o candidato tem de fazer para si mesmo uma série de perguntas bastante pertinentes, exatamente para cobrir os pontos fracos e assegurar a aprovação na prova objetiva:

1 – Os pontos fortes são o suficiente para assegurar no mínimo 48 acertos na prova? Ou seja, 60% da pontuação total?

Porque 60%? A ideia é, como já escrevi em outras oportunidades, é ter uma gordura para queimar considerando a probabilidade de erro. Esses 60% representam uma margem mínima de segurança no caso, exatamente, da falibilidade do ser humano.

Se o candidato nos simulados e nas provas está ali na faixa dos 40 pontos, o risco para ele é bem maior. Um desempenho acima dos 50% é importantíssimo.

Daqui partimos para o ponto 2:

2 –  Compensa mais reforçar o que se sabe ou partir para as disciplina cujo desempenho não foi bom?

Se o candidato tem uma média de acertos na casa dos 60% ele tem a margem para fazer duas escolhas: reforçar o que já sabe, com muita revisão, ou tentar ampliar a margem e atacar os pontos fracos. Qualquer uma das escolhas é aceitável.

Mas se o candidato está na faixa dos 38-42 pontos, em especial abaixo dos 60%, eu recomendo o estudo de disciplinas em que o desempenho não é bom. É importante conseguir pontos onde o conhecimento não é tão consistente. Aqui a escolha é mais óbvia, pois reforçar o que já se sabe não tem a propensão de modificar o desempenho final de forma relevante.

Isso é importante!

E, uma vez de posse da compreensão das próprias virtudes e debilidades, quais disciplinas atacar?

Este é um ponto NEVRÁLGICO!

O candidato não pode fazer qualquer escolha, seguindo dicas que indicam genericamente as disciplinas a serem estudadas. A escolha é CUSTOMIZADA, ou seja, personalíssima em função da averiguação das próprias capacidades! A escolha é baseada no próprio desempenho, na quantidade de questões e no volume de conteúdo a ser estudado.

Ou seja: neste caso, fórmulas prontas ATRAPALHAM ao invés de ajudar!

Vamos avaliar isso de forma prática!

Primeiro vamos ver como foi a distribuição de questões na última prova do Exame:

Ética - 10 questões

Direito Civil - 7 questões

Constitucional - 6 questões

Direito Administrativo - 6 questões

Direito Processual Civil - 6 questões

Direito Penal - 6 questões

Direito do Trabalho - 6 questões

Direito Processual do Trabalho - 6 questões

Direito Processual Penal - 5 questões

Direito Empresarial - 5 questões

Direito Tributário - 3 questões

Direitos Humanos - 3 questões

Filosofia - 2 questões

Direito Internacional - 2 questões

Direito Ambiental - 2 questões

ECA - 2 questões

Direito do Consumidor - 2 questões

Ética é um caso a parte e não será abordado aqui. Essa disciplina deve ser estudada somente a partir da quinta-feira da semana da prova. No momento ela não é o foco.

No mais, o candidato deve fazer a seguinte ponderação: quais disciplinas ele deve dar um enfoque especial, considerando aqui o que ele domina, o que ele não domina, o peso das disciplinas escolhidas em função da prova e o volume de conteúdo a ser estudado.

Direito Civil e Processo Civil, por exemplo, possuem um conteúdo bem extenso. Compensa estudar essas duas disciplinas agora, mesmo que o desempenho nelas não tenha sido bom?

Por sua vez, Filosofia tem um conteúdo mais complicadinho e só exigem 2 questões. Como pensa estudar?

Entrar de corpo e alma em Direito do Consumidor vai impactar severamente no desempenho? Talvez Direito Processual do Trabalho traga melhores frutos, caso o desempenho nesta disciplina não seja dos melhores neste momento. Afinal, enquanto em um só caem duas questões, no outro são cobradas seis questões.

Que tal, em termos de perspectiva, olharmos o desempenho médio por disciplina dos examinandos ao longo das edições do Exame de Ordem unificado, desde o II Exame até a X edição? Esses dados podem ajudar na hora de decidir:

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Com as estatísticas acima podemos fazer um ranking com base no desempenho dos candidatos por disciplina, ou seja, podemos apontar quais são as disciplinas que proporcionam uma melhor resposta dos candidatos considerando a média:

1º) Ética Profissional - 65% de aproveitamento médio (10 questões)

2º) Direito do Consumidor - 58,4% de aproveitamento médio (2 questões)

3º) Estatuto da Criança e do Adolescente - 51,3% de aproveitamento médio (2 questões)

4º) Direito Administrativo - 48,2% de aproveitamento médio (6 questões)

5º) Direitos Humanos - 47% de aproveitamento médio (3 questões)

6º) Filosofia do Direito –  46,9% de aproveitamento médio (2 questões)

7º) Direito Ambiental - 46,7% de aproveitamento médio (2 questões)

8º) Processo Penal - 45,2% de aproveitamento médio (5 questões)

9º) Direito Tributário - 43,3% de aproveitamento médio (4 questões)

10º) Direito Civil - 42,5% de aproveitamento médio (7 questões)

11º) Direito do Trabalho - 41,0% de aproveitamento médio (6 questões)

12º) Direito Constitucional - 40,8% de aproveitamento médio (7 questões)

13º) Processo Civil - 39,1% de aproveitamento médio (6 questões)

14º) Processo do Trabalho - 38,8% de aproveitamento médio (5 questões)

15º) Direito Penal - 38,5% de aproveitamento médio (5 questões)

16º) Direito Internacional - 37,9% de aproveitamento médio (2 questões)

17º) Direito Empresarial - 30,4% de aproveitamento médio (5 questões)

A partir daí vocês devem fazer essa ponderação. É muito cômodo oferecer respostas prontas, mas o candidato tem de ter a compreensão de que possui suas próprias particularidades, e dicas e respostas genéricas são cômodas, mas não exatamente eficientes.

Reflitam com calma e façam a melhor escolha sempre tendo em mente o próprio desempenho, as virtudes e possíveis limitações.

E não se esqueçam!

Independentemente da escolha agora é hora, mais do que nunca, de resolver muitas questões para verdadeiramente entrar no ritmo da prova!

Como SUGESTÃO minha (só sugestão, sem afirmações categóricas, pois a análise é sempre personalizada), sugiro que vocês estudem, independentemente do que escolherem, ECA e Consumidor, pois não só os candidatos, na média, aproveitam melhor essas disciplinas como o volume de estudo é pequeno, nos mesmos moldes do Estatuto da OAB.

Em pouco tempo o candidato poderia estudar o suficiente para assegurar 14 pontos na prova, o que não é nada desprezível.

- Categoria: Como se preparar para a prova, Cursos do Portal

Alô Cuiabá! Próximo sábado teremos o SUPER UTI! Como aproveitar as dicas deste super evento?

Está chegando do dia do Super UTI! Faltam só 5 dias para o nosso curso de dicas INTENSIVAS para a 1ª fase da OAB!

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Qual o link para vocês adquirirem o Super UTI?

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E quem mora em CUIABÁ/MT pode fazer o curso presencial - Super UTI Presencial - onde teremos a presença do professor Pedro Taques!

E para que serve o Super UTI?

O Exame de Ordem segue, de um modo geral, um roteiro de temas. Melhor explicando, poder-se-ia dizer que o universo de temas jurídicos abordados na prova da 1ª fase é mapeável e já é relativamente conhecido.

Caro, esse universo é bem extenso, mas ao mesmo tempo tem sua constância.

O Super UTI então é um resumo dos temas de Direito que os professores do Portal, cada um em sua especialidade, acredita que serão cobrados na prova.

É uma abordagem pontual, direta, objetiva dos temas com maiores possibilidades de serem exigidos pela banca.

E qual é o grau de eficácia?

O feedback colhido até hoje entre os candidatos de provas passadas é que é possível acertar algo entre 5 a 8 questões na prova com as dicas extras dadas pelo Super UTI. Isso na média do retorno dado pelos candidatos.

Só isso?

Ao contrário, TUDO isso!

São de 5 a 8 questões a MAIS que o candidato aproveita.

É necessário acertar 40 questões na prova objetiva. De 5 a 8 questões entre 40 já é algo muito significativo em especial contando com a curta duração do Super UTI – 9 horas.

Guru da OAB | Estágios da Preparação (falo muito também do Super UTI neste vídeo)

Aproximadamente 23% dos candidatos reprovados na 1ª etapa ficam ficam na faixa dos 37-39 pontos. Quem irá fazer a prova pela 1ª vez não sabe o que é o frisson em torno dos recursos e das anuladas, e quem já fez e fará novamente entende muito bem este momento.

O Super UTI serve para vencer essa diferença, dar o “plus” faltante visando assegurar os 40 pontos!

E como aproveitá-lo bem?

Eu diria que o aproveitamento do Super UTI se dá em duas etapas. A primeira, e óbvia, é prestar muita atenção e anotar tudo durante sua apresentação. Quem for aluno online ainda pode rever a aula em seu computador e reforçar a fixação do conteúdo ou pegar um ponto que no momento não foi bem compreendido ou aproveitado.

A segunda etapa está e revisar todo o conteúdo e tentar se lembrar pontualmente de cada tópico abordado pelos professores. Isto, obviamente, não se dá em apenas um dia, mas é perfeitamente realizável em dois ou três. De preferência três, com o terceiro exatamente na véspera da prova.

Creiam-me: o Super UTI tem feito a diferença para muitos, mas muitos dos nossos alunos.

É isso aí! No próximo sábado dia 11/07,  transmitiremos ao vivo, diretamente de Cuiabá, o Projeto Super UTI!

As dicas do Super UTI valem ouro! Não percam esse super evento online!

Super UTI Online

Super UTI Presencial

Próximo sábado aqui no Portal Exame de Ordem!

- Categoria: Doutrina para a prova

Confiram os NOVOS vade mecuns para o XVII Exame de Ordem!

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Já estão no forno os NOVOS vade mecuns dos professores do Portal Exame de Ordem para o XVII Exame de Ordem!

E estão totalmente atualizados em conformidade com o edital do XVII Exame: 01/06/2015!

Novos, tão novos que ainda estão no forno!

Os vade mecuns de Penal, Administrativo, Civil, Constitucional e Tributário, além do vade mecum ESPECÍFICO para o XVII Exame da OAB já estão em pré-venda, com data de envio para o dia 15/07/2015!

Isso é muito importante porque estamos vivendo um momento de INTENSA atualização legislativa. Quanto mais atualizado o material, melhor!

Os vades são PESSOALMENTE analisados por cada professor, e todos têm sido muito bem referendados por quem mais entende: o candidato que precisa deles na prova da 2ª fase da OAB.

Entrem no site da Armador - www.armador.com.br - e confiram todos eles!

- Categoria: Advocacia

Jovem advogado é morto por cliente ao cobrar os honorários advocatícios: dívida era de míseros mil reais…

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Imagem: facebook

Terminou hoje uma história de profunda tristeza. A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou o corpo do advogado Fernando Félix Ferreira (30 anos), desaparecido desde o dia 23 de maio.

De acordo com o jornal O Dia, o autor do homicídio foi Silas Peixoto de Carvalho, 55 anos, que já se encontra preso.

Segundo a polícia especializada, Fernando Félix saiu de sua residência para encontrar Silas. O advogado esperava receber R$ 1.000,00 de honorários de duas causas, uma trabalhista e outra civil. Ao chegar no local marcado para o encontro, Silas deu uma paulada em Fernando, deixando-o desmaiado.

Já com Fernando desacordado, Silas golpeou-lo até matá-lo. Em seguida, serrou o corpo, colocou os restos mortais dentro de um saco de ração para animais e enterrou o advogado dentro de um fosso na casa.

Fernando era casado e pai de um menino de 2 anos.

Ao ler essa matéria os sentimentos se misturaram entre a indignação e a mais profunda pena. Um jovem advogado, trabalhador, morto por que ele DEFENDIA nos processos.

É verdadeiramente inacreditável…

Tratamos aqui de temas tão difíceis como a dificuldade em passar no Exame de Ordem, as agruras da profissão, a luta diárias de milhares e milhares de advogados e vemos algo como isto, absolutamente revoltante, injusto com quem era tão novo e que, simplesmente, era alguém com quem podemos traçar vários laços de proximidade: jovem advogado, lutando por sua profissão, trabalhando e buscando um lugar ao sol.

Todo o esforço para chegar onde chegou devastado por um monstro ignorante. Pior! Esse monstro teve a coragem de matar por apenas R$ mil reais.

Não faz sentido e nunca vai fazer…

Que Deus acolha Fernando e que nós saibamos, sempre, dar valor a cada pequena conquista de nossas vidas.

- Categoria: Motivacional, Simulados

Foi mal no simulado? Saiba que a forma como você reage a um desempenho ruim pode influenciar seu desempenho futuro

ops!

Neste final de semana você provavelmente fará o nosso 3º simulado. A partir dele três resultados possíveis podem ter ocorrido:

a) você foi bem;

b) você teve um desempenho mediano, com a nota muito próxima dos 40 pontos, tanto para cima como para baixo, mas próxima;

c) você foi mal e ficou aborrecido/preocupado com isto.

Uma coisa em si é o desempenho e a identificação das virtudes e fraquezas sob o aspecto técnico.

Mas o conceito em si mesmo não deve ser analisado só pelo lado racional e matemático com vista no incremento de desempenho. É preciso também trabalhar o lado emocional, componente muito importante quando falamos no Exame de Ordem, e, em especial, ter a noção de que o emocional prejudica DECISIVAMENTE o futuro desempenho do candidato.

E prejudica porque a reação diante de um desempenho ruim pode sim influenciar o desempenho futuro.

Um estudo publicado pelo periódico americano Psychological Science, entidade sem fins lucrativos que publica os mais importantes estudos sobre mente e psicologia no mundo, revelou que a atitude diante de uma resultado ruim em uma prova ou teste pode influenciar seu futuro desempenho em um teste semelhante. 

O estudo também correlaciona a algo muito interessante: a forma como você reage a um desempenho ruim guarda uma direta ligação com sua visão sobre sua própria inteligência.  

O estudo estabelece uma premissa bem interessante: a sua visão quanto a imutabilidade ou não de sua própria inteligência. Que acha que inteligência é constante e imutável tem dificuldades de incrementar o próprio desempenho, enquanto quem acredita que a inteligência é maleável (e é!) consegue efetivamente melhorar o próprio desempenho.

A simples crença em um ou outro conceito faz muita diferença!

O trabalho foi conduzido da seguinte forma:

Jason S. Moser, pesquisador-chefe do estudo e seus colegas, deram aos participantes uma tarefa em que cometer um erro era algo fácil. Os voluntários deveriam identificar a letra do meio de uma série de cinco letras, como “MMMMM” ou “NNMNN.”

Às vezes, a letra do meio era a mesma que as outras quatro, e às vezes ele era diferente.

É até simples, mas depois que a tarefa se repete várias vezes, a mente se confunde realmente se confunde. E aí a pessoa comete erros bobos, percebe imediatamente e se sente estúpida por causa disso“, afirmou Moser.

Ao fazer a tarefa, o participante usava um boné com eletrodos em sua cabeça, registrando toda a atividade elétrica do cérebro. Quando alguém comete um erro, seu cérebro faz dois sinais rápidos: uma resposta inicial que indica que algo deu errado -Moser chamou de resposta “oh, porcaria” e um segundo que indica que a pessoa está consciente do erro e está tentando consertá-lo.

Ambos os sinais ocorrem dentro de um quarto de segundo após o erro. Após o experimento os pesquisadores descobriram se as pessoas acreditavam que podiam aprender com os seus erros ou não.

As pessoas que pensam que podem aprender com seus erros tiveram um desempenho melhor depois de cometer um erro – em outras palavras, eles tiveram uma melhora de desempenho depois de lidar com um erro a aceitá-lo como parte do processo de aprendizagem. Seus cérebros também reagiram de forma diferente, produzindo um segundo sinal maior, aquele que diz “Eu vejo que eu cometi um erro, então eu deveria prestar mais atenção”, diz Moser.

Aqui o ponto-chave do estudo: o cérebro de quem acredita que pode melhorar após errar se organiza para ficar mais atento após cometer um erro. 

A coisa, perceba, não é só psicológica: há uma resposta fisiológica REAL a partir do estabelecimento prévio de uma crença.

Quem erra e acha que não pode melhorar acaba vivenciando exatamente isso: a impossibilidade de passar um um “up grade“. Quem acredita na melhora força o cérebro a se adaptar e ele, o cérebro, fisiologicamente, reage a isto, aumentando a percepção quando um erro ocorre, o que, no longo prazo, gera uma maior atenção em um incremento no processo de aprendizagem, diminuindo, exatamente, a quantidade de erros.

Em outras palavras, o processo de aprendizagem passa por um incremento.

Moral da história: quem é crítico demais quando erra prejudica o próprio processo de aprendizagem. Quem encara o erro como parte do processo  de aprendizagem efetivamente tende a melhorar nos estudos.

Errar enquanto se estuda não mata ninguém, é normal.

Errar em simulados é algo banal. E, muitas das vezes, em especial quando o resultado nos testes fica abaixo dos 40 pontos, a culpa (e o medo!) por ter errado é significativa. Afinal, a perspectiva de não conseguir os 40 pontos na prova torna-se mais tangível.

Pelo estudo, essa perspectiva é muito relativizada.

Como ficou constatado, quem acredita que pode aprender com seus erros tem uma reação cerebral diferente de quem vê a inteligência como algo imutável. Ou seja, quem erra no simulado e tem a consciência de que o erro é um processo de aprendizagem (compreensão da falha e reorganização do conteúdo, agora de forma correta, pois passou a compreender o próprio erro), consegue não só compreender o erro em si como “desenvolve” o próprio aprendizado. Ao contrário, quem erra e se culpa e se deprime, tem um desempenho bem pior.

Interessante, não é?

Mude a postura mental caso o desempenho no simulado não tenha sido bom. Isso faz toda a diferença!

Considere o erro como parte do aprendizado e aceite a verdade de que a inteligência não é algo estático: sempre é possível melhorar, em especial quando o assunto é o Exame de Ordem!

E, repito, não deixe de fazer os simulados:

Simulados do Portal

Com informações da Psychological Science.

- Categoria: Simulados

Publicado o 3º e último simulado do Portal Exame de Ordem!

Simulado 3 - XVII

Faltam 2 semanas e 2 dias para a prova objetiva do XVII Exame de Ordem! Agora é hora de fazermos o 3º simulado do Portal Exame de Ordem!

A importância de se fazer um simulado para a prova da 1ª fase da OAB

Segue o link do 3º simulado:

3º Simulado do Portal Exame de Ordem

Confiram os links dos dois primeiros simulados:

1º simulado do Portal Exame de Ordem

Gabarito do 1º simulado do Portal Exame de Ordem

2º simulado do Portal Exame de Ordem

Gabarito do 2º simulado do Portal Exame de Ordem

Este final de semana é muito importante para colher essas informações. Com elas o candidato vislumbra seu estágio de preparação, suas capacidades e traça o melhor caminho para a prova.

Nenhum sacrifício é grande demais neste momento!

O gabarito do 3º simulado será disponibilizado ainda na tarde de hoje.