Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

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- Categoria: Ensino jurídico

Projeto de lei estende prazo de carência do FIES para 36 meses

fies-logo

 

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7068/14, do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), que aumenta o prazo de carência do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) para 36 meses. Atualmente, segundo a Lei 10.260/01, o período para o estudante começar a pagar o financiamento é de 18 meses após o término da graduação.

O prazo previsto na proposta será contado a partir do mês seguinte ao da conclusão do curso, mantido o pagamento dos juros previstos.

De acordo com Leitão, o recém-formado necessita de prazo para se firmar no mercado de trabalho. “É comum que o ingresso no mercado de trabalho coincida com várias outras mudanças na vida do jovem profissional. Todo este movimento, pessoal e profissional, envolve gastos.” O parlamentar acredita que, após três anos de formado, o profissional terá mais condições de arcar com o pagamento de seu débito com o governo.

O Fies concede financiamento a estudantes regularmente matriculados em faculdades privadas, com avaliação positiva do Ministério da Educação. O saldo é parcelado em até três vezes o tempo do curso, acrescido de um ano.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

Confiram abaixo a redação da PL 7068/14:

PL-7068-14

Fonte: Blog CERS

- Categoria: Como se preparar para a prova

A autocritica após a reprovação na 1ª fase do Exame de Ordem

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Reprovar no Exame, e vocês sabem muito bem disto, é algo particularmente desagradável e emocionalmente desgastante. Nem é preciso abordar muito o tema porque a sensação é óbvia e é bem fácil de ser compreendida por todos.

Da reprovação vem então o desejo de se superar e vencer de uma vez por todas o desafio, e um novo processo de estudo tem início. Ao fim, mais uma vez, vem uma nova reprovação.

E o ciclo se repete…

Chega então o ponto em que o candidato atinge o ponto da descrença e a força emocional encontra seu limite.

Este é um ponto perigoso.

Muitos candidatos me procuraram trazendo um mesmo problema: estudam de fato e mesmo assim reprovam. Não conseguem superar o desafio por mais que se esforcem e não sabem mais o que fazer.

O que fazer?

Mesmo problema, mesma resposta

Identifiquei um detalhe interessante no comportamento de todos os candidatos que me procuraram: uma vez apresentado o problema, a resposta foi sempre a mesma.

Qual o problema? Reprovar!

Qual a resposta? Estudar mais!

E este é o ponto: estudar mais do MESMO jeito!

Nenhum destes examinandos se perguntou, ou colocou como problema, o fato de usarem a mesma metodologia ou estratégia de estudos.

Este é um ponto decisivo dentro do processo de repetição: a utilização de uma mesma fórmula de preparo, fórmula esta já anteriormente testada e também reprovada.

Hora da autocrítica real

Por que o candidato reprova? Essa é uma pergunta basilar!

Por vezes a autocrítica é tão severa que a descrença quanto a capacidade pessoal é minada. Não raro o candidato vê os colegas de faculdade serem aprovados, aqueles mesmos colegas para quem ele passava cola ou, nos trabalhos em grupo ele mesmo resolvia tudo, e ainda assim, ele, o candidato que na faculdade era bem melhor que os demais, os vê sendo aprovados.

Algo está errado!

A prova da OAB tem suas peculiaridades, entre as quais destaco duas:

1 – privilegia a mnemotécnica;

2 – oferece pouco tempo para a preparação.

De 70 a 75% da prova é pura repetição da letra da lei, ou seja, quem tem mais facilidade para decorar os textos legais, ou melhor ainda, os “bizus” passados pelos professores, tem mais chances de obter sucesso.

Aqui faço uma observação interessante. Inteligência é um conceito muito amplo e imaginar que o fracasso é decorrência da “falta” de inteligência pode ser bastante errôneo.

Podemos falar de dois conceitos interessantes sobre o que é inteligência . Um decorre de um relatório condensado por uma equipe da Associação Americana de Psicologia, publicado em em 1995 -  Intelligence: Knowns and Unknowns:

Os indivíduos diferem na habilidade de entender ideias complexas, de se adaptarem com eficácia ao ambiente, de aprenderem com a experiência, de se engajarem nas várias formas de raciocínio, de superarem obstáculos mediante o pensamento. Embora tais diferenças individuais possam ser substanciais, nunca são completamente consistentes: o desempenho intelectual de uma dada pessoa vai variar em ocasiões distintas, em domínios distintos, a se julgar por critérios distintos. Os conceitos de ‘inteligência’ são tentativas de aclarar e organizar esse conjunto complexo de fenômenos.

A segunda definição foi explicitada no relatório Mainstream Science on Intelligence, assinado por 52 pesquisadores em 1994:

Uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência. Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente acadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta – ‘pegar no ar’, ‘pegar’ o sentido das coisas ou ‘perceber’ uma coisa.

Se a auto-estima estava abalada, os conceitos acima mostram que a reprovação pode ter uma série de causas, menos a própria percepção de inteligência.

Ora, se a prova é texto de lei, DECORAR, que é uma habilidade, não prejudicaria o próprio conceito de inteligência, que está mais associado a uma capacidade de COMPREENDER  e PROCESSAR informações, e não puramente decorar.

Isso é importante!

Logo, a incapacidade do candidato em passar muitas vezes está mais correlacionada com a adoção de uma metodologia de estudo equivocada do que com a própria inteligência tomada em si mesma.

Ou seja: há solução!

Sobre a metodologia de estudo

Qual é a metodologia de estudo CORRETA?

Não existe uma resposta pronta e acabada para esta pergunta, em especial porque as pessoas têm formas potencialmente distintas de apreender conteúdo.

Uma metodologia útil para um estudante não seria tão eficiente para outro.

Mas o ponto é: qual é a melhor metodologia de estudo para quem já reprovou várias vezes no Exame?

Uma certeza: NÃO é a mesma utilizada até agora!

Se a mesma metodologia produziu um mesmo resultado, um resultado distinto só será obtido se uma nova metodologia de estudo for usada.

Já refletiram sobre isso?

Não falo aqui em estudar mais, e sim em estudar de forma diferente!

Eu desde sempre sugiro o seguinte método:

1 – leitura de doutrina específica para a OAB + leitura simultânea do texto legal;

2 – Elaboração de resumo, feito de cabeça, logo após o período de estudos;

3 – Resolução de exercícios para evocar o conteúdo de uma forma distinta;

4 – Retroalimentação, ou, revisão do conteúdo estudado após um determinado tempo e por determinadas vezes.

Mas esse é um modelo que não só aceita em si uma série de variações como pode ser trocado por alguns outros modelos diferentes. Depende da particularidade de cada um.

Depende também de tentativas e erros, de experiências e avaliações.

Existe inclusive uma abordagem específica sobre isto: a metapreparação, que é o estudo sobre a forma como aprendemos.

Como saber se um método de estudo é eficiente?

Só há única forma de saber se um determinado método é eficiente: pelo resultado final!

Ou seja, se depois de algum tempo a informação estuda está retida e o estudante consegue lidar com ele de forma desembaraçada e correta, ele aprendeu, e assim o método usado é validado.

Evidentemente, a metodologia e sua eficiência devem ser balizados pelo fator tempo. Se você usa um método e ele só vai produzir resultado daqui 1 ano para a abordagem de um tema, se demonstra eficiente considerando o resultado final, mas não eficiente considerando o fator tempo.

Ambos tem de ser eficazes!

Vejo candidatos que passam após 7, 8 ou 9 edições depois de baterem na parede com o mesmo método em todas as oportunidades. Foram aprovados mais em função do longo tempo usado do que pela eficiência da forma de estudar. Entretanto, depois de verem e reverem um mesmo conteúdo por tantas vezes, seria difícil não colher o resultado positivo.

O pior é saber que o método equivocado será usado ao longo da vida. Se este candidato resolver se tornar um concurseiro, ele vai levar consigo uma série de vícios de estudo, consubstanciados em uma metodologia equivocada, que o colocará em desvantagem diante dos futuros concorrentes.

Aqui faço uma importante ressalva: falei do tempo de aprendizado, mas isso não significa dizer que a eficiência está ligada a uma velocidade absurda.

Aprender é um processo complexo e demorado por si mesmo. Duvidem de facilidades, de “aprendizagens aceleradas” e coisas semelhantes. O cérebro de todos nós é parecido, e “milagres” cognitivos não existem.

Ler e apreender demanda atenção, foco e concentração. Fazer resumos é algo que eu particularmente considerado enfadonho, mas é eficiente. Resolver exercícios, errar e aprender com o erro demanda tempo também. Repetir esse processo em um sistema de revisão também cansa, mas é necessário.

Duvidem dos milagres!

Há um “ajuste fino” na questão do tempo, e tempo dedicado aos estudos, complexidade do conteúdo, volume de estudos e tempo de apreensão do conteúdo com segurança devem ser levados em consideração. Não tem uma fórmula do que é ideal, depende de cada um, e uma reflexão séria sobre isto precisa ser feita.

Estratégia

A estratégia tem uma clara vinculação com escolhas e ações, e ambas precisam ser as melhores visando a produção de um resultado final eficiente.

Isso envolve, entre outras coisas:

1 – estudar sozinho ou em grupo;

2 – ler doutrina, fazer cursinho ou ambos;

3 – Definir o tempo ideal de preparação para se sentir pronto para a prova e, via de consequência, escolher a edição correta do Exame a ser feita. Isso quer dizer que o próximo exame não precisa ser, necessariamente, o exame alvo;

4 – a escolha da metodologia de estudo;

5 – a escolha do material didático;

6 – gestão dos fatores emocionais;

7 – escolha do local ou locais de estudo.

Estratégia é um conceito diferente do de metodologia de estudo, e ter uma, um planejamento, também é importante, pois o candidato não desperdiça energias com o que não é relevante e ele pode seguir um roteiro com segurança, sabendo o que escolheu e por que escolheu.

O candidato vai estudar no curso barato ou no curso caro? Isso faz diferença? Qual diferença?

Curso ou doutrina? Por que um e por que outro? Qual se amolda melhor a minha metodologia de estudo?

Eu prefiro ler ou ver uma aula? Prefiro fazer um resumo escrevendo ou recitando?

Quanto tempo devo dispor para estudar? Do que vou abdicar par isto?

Estudo finais de semana ou deixo eles para descansar?

São muitas variáveis, que podem ser pensadas sem grandes dificuldades, mas que são ao mesmo tempo importantes para a estruturação final da ESTRADA que levará o candidato até a aprovação.

IMPORTANTE!

Esse texto é para quem já reprovou!

Neste caso, aceite o fato de que uma REFORMULAÇÃO é necessária. De que o que vinha sendo feito antes não é adequado. Pare, pense, reflita e trace um roteiro sobre um PROJETO!

Sim! Passar na OAB é um projeto, e ao menos um ou dois dias planejando a aprovação devem ser usados. Isso é sério, e se feito de forma adequada a aprovação tão almejada ficará, sem a menor sombra de dúvida, bem mais próxima.

- Categoria: Como se preparar para a prova

Estamos a duas semanas da prova da 2ª fase! O que esperar da identificação das peças práticas?

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Faltam apenas 2 semanas para a prova da 2ª fase do XIV Exame de Ordem!

Confiram o calendário do Exame:

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Certamente todos os candidatos agora estão em um estágio avançado dentro do processo de preparação, com um domínio de razoável para bom do conteúdo e, é claro, vivendo a expectativa da prova que se aproxima.

Mais ou menos nesta época começa a surgir os primeiros sinais de uma antiga prática: a boataria sobre o quais peças serão cobradas na 2ª fase, e, claro, sobre o grau de dificuldade destas peças e da prova em si.

Aqui podemos tratar de dois aspectos considerando o que aconteceu nas duas últimas edições.

Em relação às peças em si, todos ainda estão se acostumando com dois novos elementos: a repescagem e a mudança no edital quanto a identificação correta da peça.

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A identificação da peça correta não trouxe uma novidade no sentido de complicar a identificação da peça em si, mas apenas serviu para delimitar ao extremo o que é correto ou não.

No XII Exame não tivemos problemas quanto a este aspecto. Não surgiram relatos nos quais candidatos tenham reclamado por terem sido reprovados ao não identificarem corretamente a peça tal como ainda preconiza o edital.

Já no XIII Exame surgiram dois questionamentos bem interessantes para a nossa análise. A falha na prova de Direito do Trabalho, a ampla aceitação de peças na prova de Direito Civil e a extensão da prova de Direito Empresarial.

Na prova de Trabalho foi apresentado um problema que possibilitava duas respostas corretas pelos candidatos. Nós do Portal lutamos muito para que a peça Embargos de Terceiro na prova, o que contrariaria, em princípio, o edital:

Coordenador da prova de Direito do Trabalho já defendeu o cabimento concomitante de embargos de execução e embargos de terceiros na hipótese da prova trabalhista

Embargos de terceiros: entre o tamanho do público afetado e o tamanho do “erro”.

ATENÇÃO: OAB publica comunicado aceitando Embargos de Terceiro na prova da 2ª fase trabalhista!!!

Algo que Mastercard nenhum pode comprar…

Já na prova de Civil era possível apresentar uma série de peças diferentes, e a banca, de plano, facilitou para todos os candidatos:

Afinal de contas, o que a banca vai exigir como peça da prova de Direito Civil?

Não gerando, ao final, nenhuma grande repercussão, em uma demonstração que a nova regra do edital não é tão rígida assim. Depende, e muito, do enunciado da peça.

E na prova de Empresarial os candidatos sofreram muito com um enunciado imenso, cheio de preliminares e questões de fundo, sendo que pouquíssimos conseguiram terminar a prova de forma completa:

Prova de Direito Empresarial e arte de reprovar por meio da EXAUSTÃO!

Cinco relatos de indignação contra a prova de Direito Empresarial

Neste caso não deu para fazer nada. Muitos reprovaram por conta desta injustiça.

Até a prova passada, com a nova redação do edital, eu imaginei que os problemas derivados de falhas na redação das peças, em especial quanto a questão da fungibilidade, teriam chegado ao fim.

Digamos que deu uma “melhorada”, mas não chegou, definitivamente, ao fim. Até o XI Exame os candidatos, seguidamente, questionavam o cabimento de mais de uma solução processual ao problema proposto, gerando confusões mais ou menos significativas na prova subjetiva, sendo todas elas bem estressantes.

No XII isso foi superado, mas os problemas, tal cmo mostrei acima, voltaram no XIII, fruto de redações mal-preparadas das peças.

De uma forma ou de outra, as mudanças vieram para ajudar o lado da OAB, e não o dos candidatos. E de uma forma ou de outras, sendo certo ou errado, justo ou injusto, os candidatos precisam conviver com isso.

Quanto a repescagem, até o XII Exame, não havia a certeza se ela viria de uma forma mai complicada ou não. O que vimos foram provas acima da média comparadas com as edições passadas, com uma mitigação dos problemas e um percentual significativo de aprovados na 2ª fase. Já no XIII tivemos uma série de problemas, mostrando que a repescagem e a nova 2ª fase ainda não chegaram a uma estabilização quanto a qualidade.

Em síntese: apesar de agora termos um “background” não dá para antecipar nada com segurança, ainda mais se tratando de Exame de Ordem. O que aconteceu na prova passada, em contraposição à prova do XII Exame,  não nos permite enxergar com clareza os rumos da banca para a 2ª fase.

O que todos nós queríamos, uma estabilidade nas provas, ainda não chegou de fato na 2ª fase do Exame.

A qualidade na elaboração das provas, tanto da 1ª fase como da 2ª ficou acima da média no XI e XII Exames, os sucessores da verdadeira zona que foi o X Exame de Ordem. Os critérios de revisão das provas e o zelo na elaboração das questões aumentou, e isso foi bom para os candidatos.

Na 2ª fase do XIII o caldo entornou e, agora, na 1ª fase do XIV, apesar da prova objetiva ter sido melhor do que a média das edições passadas, a falta de anulações implicou em prejuízo para muitos candidatos.

O X Exame foi um divisor de águas na prova. Naquela edição a OAB viveu um grande trauma em função de uma série de problemas, tais como anulações, manifestações, e até embates políticos dentro do Conselho Federal.

Como resposta, as provas da 2ª fase seguinte (XI Exame) apresentaram peças muito fáceis de serem identificadas (descontando o problema ocorrido na peça de Civil), e não tivemos reclamações neste ponto.

Essa lógica foi seguida também no XII Exame, não só porque na identificação das peças práticas ao longo de vários exames surgiram os grandes problemas, como também por conta da nova regra do edital, que efetivamente obriga a FGV a adotar as soluções menos controversas.

No XIII tivemos novamente uma série de problemas e agora, no XIV, vamos observar como a banca vai se comportar.

Ou seja: estamos no vácuo!

Um fato: todos os grandes dramas do Exame de Ordem orbitaram a questão da identificação das peças. Por conta disto, também, a OAB passou a divulgar os nomes dos coordenadores das bancas (regra nova introduzida após o X Exame) que serviu, em boa medida, para jogar um pouco de pressão em quem faz a prova, já que até então a fatura era sempre cobrada na conta da FGV. Agora, ao invés de um CNPJ, temos um CPF a ser apontado como culpado pela má-elaboração de qualquer coisa. Isso também foi útil aos candidatos (o foi, em special, na 2ª fase de Trabalho passada).

Após uma nova sucessão de problemas, espero que desta vez a banca não crie problemas, ao menos, na identificação das peças.

E aqui precisamos tratar de uma questão de grande importância:  muitos candidatos “fazem questão” de cair em uma armadilha psicológica: as adivinhações e os chutômetros.

Os candidatos ficam ansiosos e partem desesperadamente em busca de “dicas quentes” do que será cobrado como peça. E ninguém, evidentemente, tem como saber nada. No máximo podem chutar e o chute dar certo.

O máximo a ser feito nestes casos é avaliar as provas passadas e projetar a repetição de uma ou outra peça.

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Todas as peças práticas cobradas na 2ª fase do Exame de Ordem desde 2007

Uma verdade: ninguém sabe de fato o que vai cair, e tanto professor como candidato têm as mesmíssimas chances de acertar na aposta.

No X Exame de Ordem, de sete provas,  seis caíram peças inéditas!

Choveram relatos de candidatos que erraram a peça pelo simples fato de não terem treinado as novidades: não sabiam simplesmente o que fazer! Em Direito do Trabalho, por exemplo, só haviam treinado o arroz-com-feijão da disciplina: reclamatória, contestação e recurso ordinário, crentes que uma dessas, sempre as cobradas, estariam entre as eleitas. Só não esperavam uma consignação em pagamento pelo caminho.

Em suma: a 2ª fase do X Exame de Ordem foi uma desgraça, em razão da péssima qualidade da redação das peças. Mas, independentemente disto, foi ruim também porque surpreendeu vários examinandos com o ineditismo das peças escolhidas.

Provas de Direito Administrativo e, principalmente Tributário, do VIII Exame de Ordem, são exemplos disso. NINGUÉM sabia que tais peças iriam cair. Em especial, em Tributário, que o recurso de Agravo de Instrumento nunca havia sido cobrado. Resultado: reprovação em massa nas duas disciplinas.

No IX Exame foi cobrada uma ação ordinária na prova de Constitucional, e a confusão instalada depois disso foi das grandes. Ao fim, depois de muito sufoco (e porque o enunciado da peça era um lixo) a banca resolveu aceitar o mandado de segurança.

Na prova passada de Trabalho (XIII) os embargos caíram pela primeira vez. Quem previu?

Ninguém!

Adivinhar é mais do que complicado quando o assunto é 2ª fase: é perigoso!

Uma coisa é projetar um grau de dificuldade genérico das prova, fazendo isso com base nos fatos e nas reações advindas deles. Outra é cair na besteira de achar que essa ou aquela peça irá ser cobrada.

A solução: preparem-se para todo a sorte de possibilidades!

Simples assim…

Como faltam 2 semanas para a prova vocês podem perfeitamente começar a trabalhar a convicção de que conhecem a estrutura de TODAS as peças possíveis já com alguma antecedência. Treinem (apenas formatando o esqueleto) ao menos 3 peças por dia, declinando a estrutura, seus fundamentos e requisitos.

Construindo o esqueleto da peça da 2ª fase do Exame da OAB

Agora é um ótimo momento para fazer isso. Com um pouco de antecedência dá para criar essa convicção (de que está sabendo tudo em termos de peças) e mitigar bastante a natural ansiedade antes da prova.

Lembrem-se: não entrem na onda de só estudarem o básico. Ninguém pode antever o futuro para assegurar que só o básico será cobrado. Estejam prontos para QUALQUER eventualidade.

Essa é a conduta mais racional e pragmática. Também é a mais trabalhosa, mas ninguém aqui está querendo fazer corpo mole faltando 2 semanas para se livrarem de vez do Exame.

Entramos na reta final, e todo o sacrifício é pouco!

- Categoria: Promoções

Promoção Baixando a Guarda e Seguro CERS terminam hoje!

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Termina HOJE tanto a Promoção Baixando a Guarda, com 40% de desconto nos cursos do CERS e do Portal, como o direito dos nossos alunos que não conseguiram ir para a 2ª fase em função de não termos tido nenhuma anulação de requerer a conversão para o curso regular de 1ª fase.

Os cursos do Portal estão com 40% de desconto até a meia-noite de hoje. Aproveite essa oportunidade e garanta a melhor preparação:

Curso Preparatório Completo para o XV Exame de Ordem

Curso de Resolução de Questões

Quanto ao Seguro CERS, cliquem no link abaixo e confiram os detalhes para requerer a conversão:

O Seguro CERS já está disponível para os candidatos que não foram aprovados na 1ª fase

Só até hoje!

- Categoria: Promoções

Renão Barão se machuca e Promoção Nocaute é cancelada! Entra no ar a promoção “Baixando a Guarda!”

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Renan Barão está fora da luta contra TJ Dillashaw no UFC 177. O lutador, patrocinado pelo CERS, passou mal durante o processo de perda de peso e não tem condições de lutar pelo cinturão dos pesos-galos.

Com a saída de Barão, a Promoção Nocaute foi cancelada. Mas com a confiança que Barão iria sair vitorioso desse desafio, e em respeito aos alunos, o CERS lança a promoção Abaixando a Guarda.

Até domingo (31/08), todos os cursos estarão com 40% de desconto. Aproveite essa oportunidade e garanta a melhor preparação!

Confiram os cursos do Portal que entram na promoção:

Curso Preparatório Completo para o XV Exame de Ordem

Curso de Resolução de Questões

Entenda o caso

Barão estava em processo de perda de peso na banheira do seu quarto no hotel em Sacramento, e ao se levantar, sentiu uma tontura. O lutador perdeu momentaneamente os sentidos e caiu, batendo com a cabeça. O lutador foi levado por uma ambulância e recebeu soro na veia – procedimento normal em casos como esse – e a partir deste momento não teria condições de atingir o peso para lutar pelo cinturão. O ferimento na cabeça seria um agravante à sua condição, impedindo também que o potiguar pudesse atuar.

Com a saída de Renan Barão, o UFC informou que Joe Soto substiturá Renan Barão e disputará o cinturão dos pesos-galos contra TJ Dillashaw. A luta de Soto contra Anthony Birchak foi retirada da programação, que está fechada com oito combates.

Com informações do Sportv.

- Categoria: Cursos do Portal

O Seguro CERS já está disponível para os candidatos que não foram aprovados na 1ª fase

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Com a publicação do resultado final dos aprovados no XIV Exame de Ordem vocês já podem usar o Seguro CERS, convertendo o investimento do seu curso de 2ª Fase em bônus para compra do curso teórico para 1ª Fase.

Como fazer o pedido

Para requerer o investimento integral do seu curso de 2ª fase do XIV Exame de Ordem e utilizá-lo como bônus na compra do Curso Online para OAB primeira fase XV Exame de Ordem, enviem um e-mail para Curso Online para seguro@cers.com.br com as seguintes informações: Nome completo / Email de cadastro no CERS / Número de inscrição do Exame de Ordem / CPF.

Nosso atendimento fará a confirmação dos dados e te enviará um código de seguro. Esse código deverá ser inserido na hora de finalizar a compra do seu Curso Online para OAB primeira fase XV Exame de Ordem. Lembramos que o código do Seguro CERS é único, pessoal e intransferível.

Não perca o prazo

A solicitação e utilização do Seguro CERS só poderá ser feita até 31/08/2014 às 23h59. Não deixe para a última hora, entre em contato agora mesmo.

- Categoria: Análise crítica do Exame

A Matrix do Exame de Ordem

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Imaginem um mundo onde a realidade não é aquilo visto por seus olhos.

Onde o que você acha está longe daquilo que simplesmente é.

Imaginem uma realidade intangível, onde a “verdade” depende da vontade um controle superior, que gerencia as regras ao seu bel prazer…

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Não há colher, como também não há nenhum erro.

Onde você se esforça para tentar atingir seus objetivos, entregando seu suor, seu tempo e seus conhecimentos.

Meses de estudo após anos de faculdade, desviando de uma série de obstáculos para poder triunfar…

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Mas o adversário…o adversário é muito mais poderoso.

Ele controla tudo!

A vontade vigente é a dele.

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Você tem todas as armas nas mãos, sabe o que tem de fazer….

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…mas mesmo assim a outra vontade sempre prevalece.

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Pelo menos 3 questões estavam efetivamente erradas nesta 1ª fase

XIV Exame da OAB – Direito Constitucional – Recurso para a questão do instituto da intervenção

Recurso para o XIV Exame de Ordem – Direito Administrativo – Delegação de reforma, manutenção e operação de uma rodovia

XIV Exame de Ordem – Ética Profissional – Recurso para a questão do estagiário Matheus

O problema é que a NOSSA realidade não serve para o Exame de Ordem. O que serve é uma outra realidade…

…a realidade da Matrix do Exame de Ordem.

Lá tudo é diferente, lá as regras são outras.

É verdade, e isso precisa ser confessado, que a qualidade da prova da 1ª fase subiu MUITO desde o X Exame de Ordem. O número geral de recursos caiu drasticamente e isso é inegável.

Mas não é o suficiente a prova ter melhorado em termos de qualidade: os candidatos merecem a perfeição! Se, e somente se, a prova não atingir esse patamar, então a banca deveria corrigir as falhas anulando as questões viciadas. Seria o mais justo com todos e ninguém reclamaria de nada.

Simples assim!

Mas…

Vão dizer em que nas 3 últimas provas objetivas da OAB, onde não tivemos NENHUMA ANULADA, estavam todas perfeitas, imaculadas, prontas e acabadas em suas próprias perfeições?

Poupem-me! Só mesmo dentro da Matrix!

Aí voltamos para a mesma velha ladainha de sempre: são posturas assim que fragilizam o Exame de Ordem e abrem a brecha para seus detratores deitarem e rolarem em função das injustiças.

Uma prova justa não tem como ser criticada.

Mas só uma prova justa!

Essa aí, saída de dentro da Matrix, prejudica todo mundo: OAB, Exame de Ordem e examinandos.

Esse é o preço a se pagar.

- Categoria: Advocacia

Gabarito do 1º Simulado e considerações sobre o desempenho do candidato

Segue agora o gabarito do nosso simulado!

1º Simulado

Gabarito do simulado

Vídeos de correção do simulado

E agora, como aprender com o resultado do gabarito?

Há muito abordo a questão da análise de desempenho dos candidatos em simulados e sua importância para os examinandos. Agora, após o simulado, é hora de analisar o desempenho.

Aqui queremos descobrir a AMPLITUDE do potencial do candidato diante a prova da OAB em função de seu desempenho no simulado.

Vamos então ao nosso batido conceito da ANÁLISE DE DESEMPENHO!

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Tomando ciência de uma baliza correta ligada ao desempenho, ou seja, o raio-X do atual estágio de preparação, o examinando não desperdiça seu tempo nos estudos e não foca naquilo que não irá lhe agregar muito valor durante o processo de aprendizagem.

A vantagem e seus benefícios são incomparáveis.

Certamente o candidato tem um desempenho melhor em algumas disciplinas, sendo que em outras seu desempenho deixa a desejar.

Mas quais? Em que proporção?

Essa pergunta é FUN-DA-MEN-TAL para se desenhar uma solução!! Sem uma clara noção de suas virtudes e deficiências a dificuldade em se buscar soluções é imensa. Pior, seus esforços serão direcionados na base do empirismo e do achismo: “acho isso”, “devo fazer aquilo”, sem um fundamento claro do que ser feito. Assim o examinando perde tempo e foco, a receita correta para colher uma reprovação.

Como montar o diagnóstico?

Primeiro confira o resultado do seu simulado. Você vai encontrar as seguintes disciplinas, por ordem de IMPORTÂNCIA (a ordem de importância é determinada pelo número de questões cobradas em cada disciplina):

Primeiro Grupo

Direito Civil,

Direito Processual Civil

Direito do Trabalho

Direito Processual do Trabalho

Direito Penal

Direito Processual Penal

Segundo Grupo

Direito Constitucional

Direito Administrativo

Direito Empresarial

Terceiro grupo

Direito Tributário

Direito Internacional

ECA

Direito Ambiental

Direito do Consumidor

Direitos Humanos

Filosofia do Direito

4 – Disciplina especial

Ética Profissional

—–

Em cada simulado você terá de determinar os percentuais atingidos em cada disciplina. Pode parecer um trabalhinho muito chato (e é um trabalhinho chato mesmo!) mas ele é fundamental para você SE CONHECER. É impossível achar uma solução sem antes identificar o problema. O preço a pagar até finalmente achar a aprovação pode ser caro demais (já vem sendo caro demais, não é?).

Vejamos um exemplo!

Em uma determinada disciplina, nas últimas provas, foram cobradas 7 questões. Vamos fazer uma análise hipotética do desempenho de um também hipotético candidato nas últimas provas:

IX Unificado – 7 questões / 3 acertos – 43% de aproveitamento

XI Unificado - 7 questões / 4 acertos – 57% de aproveitamento

XII Unificado - 7 questões / 2 acertos – 28% de aproveitamento

Média percentual total de acertos - 42%

Isso deve ser feito com todas as disciplinas em todas as provas passadas.

(NOTA: é fácil fazer um cálculo percentual. Considerem, por exemplo, que 8 (ou 6, ou 3 ou qualquer outro número)  representa 100%. A partir daí faça uma regra de 3 simples: se 8 é igual a 100% (das questões de determinada disciplina em uma prova, X (que representa o número de acertos) é igual a Y (o percentual de acertos daquela disciplina percentualmente)

8 – 100%

X – Y%

Ao concluir o trabalho, prova por prova, você terá um quadro do seu desempenho, e também informações muito úteis para iniciar uma reflexão. Aqui você pode constatar duas coisas:

1 – As disciplinas cujo desempenho é sempre ruim, ou seja, estão sempre abaixo dos 50% de acertos, tal como no exemplo acima;

2 – As disciplinas em que vocês se julgam bons, mas não são.

Essa descoberta, essencial como fator de autoconhecimento, permite a escolha do caminho para a adoção da solução mais adequada.

Com o diagnóstico, é possível traçar a melhor estratégia para conseguir a aprovação na 1ª fase.

Como?

Vamos considerar que vocês já possuam um LASTRO. O lastro seria aquele volume de conhecimento já apreendido e absorvido, o resultado dos seus estudos até agora.

Estudar TUDO não é uma solução adequada visando a obtenção do melhor desempenho face ao observado por meio da análise.

Do diagnóstico, você irá definir com precisão exatamente quais disciplinas deverão ser PRIORIZADAS a partir de agora, considerando que temo suma boa margem de tempo de hoje até o dia da prova.

- Categoria: Simulados

Série de simulados do Portal Exame de Ordem para a XV OAB!

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Acabamos de lançar o nosso 1º simulado para a prova objetiva do XV Exame de Ordem!

1º Simulado para a prova do XV Exame de Ordem

A prova objetiva da próxima 1ª fase será no dia 16 de novembro e daqui até lá o Portal Exame de Ordem lançará 3 simulados, visando proporcionar aos candidatos uma mensuração da evolução de desempenho, conceito e abordagem lançado originariamente por nós para o Exame de Ordem, e assim traçar o mapa das virtudes, deficiências e a EVOLUÇÃO do desempenho de agora até o dia da prova.

O objetivo declarado aqui é ajudar o candidato ater a certeza de que irá bem na prova, e, com isso, dar-lhe mais segurança na hora da verdade: quem se sente seguro consegue dominar melhor o emocional.

A segurança, evidentemente, está relacionada à certeza de que o preparo até a prova foi o adequado, e o simulados, visto em conjunto, permitirão ao candidato ATACAR com precisão seus pontos deficientes, auxiliando-o em sua ESTRATÉGIA de estudos.

O simulado será gratuito, aberto para todos e sem nenhum cadastro.

E qual é a função de um simulado?

A resposta é simples: reproduzir as condições de um evento qualquer, visando treinar os interessados sob determinadas condições. No nosso caso, queremos treinar para a prova objetiva.

Logo, um simulado, levando em consideração as condições da prova objetiva da OAB, tem de ser feito sob os seguintes parâmetros:

1 – Isolamento.

O candidato fará a prova sozinho, logo, se isolar do contato é condição sine qua non de um simulado. Sem isolamento você NÃO faz um simulado para a prova da OAB.

E a lógica é muito simples: o simulado não serve só para o candidato avaliar conhecimentos, serve também para treinar o emocional.

Sem medo de errar, o emocional no Exame é praticamente “50%” do necessário para se conseguir a aprovação. É um verdadeiro clichê ouvir histórias de insucessos ligadas ao nervosismo e à ansiedade. Se preparar emocionalmente é FUNDAMENTAL para o sucesso.

2 – Concentração.

Ao ficar sozinho o candidato poderá testar sua concentração. Aqui temos um ponto interessante. O ideal seria fazer o simulado em uma sala com demais candidatos, mas como no nosso caso isso não será possível, vocês terão de providenciar um espaço adequado. Como esse espaço não será igual ao de uma sala de prova, vocês poderão exercitar o foco e a concentração em um nível ACIMA das condições reais da prova. Perfeito para a gestão do emocional e do foco!

3 – Disciplina.

Um simulado não é uma brincadeira e nem uma festa da interação. Não se permita distrações, não interaja com ninguém, não desvie o seu foco. Um simulado é para ser levado a sério e isso é muito importante!

Qual a importância de fazer um simulado quando faltam apenas pouco menos de 2 meses para a prova?

Agora, acreditamos, é hora de fazer uma primeira averiguação do que foi apreendido nos estudos até agora. Notem a distância do dia de amanhã até o dia da prova. MUITO pode ser corrigido (se for o caso) na hipótese do candidato descobrir algum tipo de deficiência.

A hora de errar é agora!

Claro! Os candidatos ainda não estão 100% prontos para a prova, e eventual análise tem de estar atenta para uma mensuração correta do desempenho: se o candidato não estudou determinada disciplina contida em uma questão, a análise do desempenho deve levar esse fator em consideração: não se pode exigir aquilo que não se estudou.

E quais os pontos a serem observados em TODOS os simulados?

1 – Gestão do tempo durante a prova;

2 – Identificação de deficiências na aprendizagem;

3 – Gerenciamento do aspecto emocional.

Esses 3 elementos precisam ser reavaliados a cada simulado, e as observações para cada simulado precisam ser comparadas. Desta forma vocês podem notar a evolução nos estudos ou, perceber algum tipo de deficiência.

Registrem os dados e posteriormente comparem as notas.

Vamos ver cada tópico agora:

1 – Gestão do tempo durante a prova

Tempo é segurança! Talvez essa seja a premissa básica quando se fala no tempo de prova. O candidato tem de ter a convicção de que as 5 horas serão suficientes não só para responder todas as perguntas como também para preencher a folha de resposta.

Quem fará a prova pela primeira vez provavelmente não sabe, mas 5 horas passam voando. Claro que a percepção é derivada de um estado de alerta, de tensão, afinal, o tempo corre de forma uniforme, mas a impressão é que durante a prova ele passa mais rápido…muito mais rápido!

O simulado permite que o candidato estude o gerenciamento do seu tempo e sua capacidade em responder todas as perguntas. O estado psicológico será diferente, por certo, mas o aprendizado resultante da simulação ajuda no processo de realização da prova, porquanto o processo em si não será totalmente estranho ao candidato.

2 – Identificação de deficiências na aprendizagem

Esse, por certo, é o papel mais relevante ao se estudar por provas anteriores, e, no presente momento, na submissão ao simulado. Certamente o candidato não responderá todas as perguntas. Essa percepção é útil para identificar em quais disciplinas estão as maiores limitações no conhecimento.

O erro também faz parte do processo de aprendizagem – com ele o candidato estabelece seu processo de cognição, sedimentando melhor o conhecimento a ser exigido na hora da verdade, pois o erro permite a compreensão de limitações no conhecimento e, por corolário lógico, a supressão de lacunas.

Faltam 2 meses para a prova. Identificar deficiências agora será algo muitíssimo útil, pois o tempo daqui até o dia da prova permite que vocês possam sanar quaisquer problemas com folga, muita folga mesmo!

3 – Gerenciamento do aspecto emocional

Eu não tenho dúvidas que o aspecto emocional do candidato é decisivo na sua aprovação. Já li uma infinidade de depoimentos de candidatos que sucumbem às próprias emoções durante a aplicação da prova.

Aliás, já foram centenas de depoimentos retratando a descrença em função de sucessivos fracassos, muitos deles estreitamente relacionados com o nervosismo.

Acredito na ideia de que a segurança ao se fazer uma prova deve ser resultado da certeza de que se está bem preparado.

Simplesmente não existe fórmula mágica para se ficar calmo: O ser humano que está apto a enfrentar situações específicas com calma, onde outros ficariam nervosos, ou não tem nada a perder ou já está escolado pela experiência.

Quem faz o Exame de Ordem pela 1ª vez, ou já fez 2 ou 3 vezes, é pouco para ficar 100% calmo, e virtualmente todos têm muito em jogo nessa hora; afinal, aprovar é preciso!!

Hoje, agora, neste momento, vocês certamente estão bem longe da sensação de ansiedade que assola os examinandos na véspera da prova! Ótimo! Trabalhar o simulado, compreender as falhas e solucioná-las já a partir de agora vai certamente contribuir para deixá-los mais seguros quando estivermos há uma ou duas semanas da data da prova.

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É bom relembrar! Todos os interessados poderão fazer o simulado de graça, sem cadastros e sem firulas!

Por fim, deixo mais uma dica.

Se você pretende suprir deficiências identificadas após o simulado, recomendo fortemente os cursos do Portal.

São dois cursos, neste momento, para quem está visando a 1ª fase do XV Exame de Ordem.

E estes cursos foram projetados para quem deseja estudar com CONSISTÊNCIA para a prova objetiva.

Estudar com consistência implica, entre outras coisas, ter acesso a um curso completo, que trate de todos o conteúdo abordado na 1ª fase como também estruturados para abordarem com a devida profundidade cada tema abordado, ofertando ao aluno o conhecimento necessário para ser aprovado.

Confiram os dois cursos:

Preparem-se de forma completa para a 1ª fase do XV Exame de Ordem!

Curso Preparatório Completo para o XV Exame de Ordem

Curso de Resolução de Questões

O Exame de Ordem acontece aqui, e a SUA preparação, TAMBÉM!

O gabarito será liberado ainda hoje!