Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

Fale com ele
- Categoria: Como se preparar para a prova

É melhor esgotar uma disciplina de uma só vez ou por etapas nos estudos para a OAB?

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O que é melhor para estudar? Esgotar integralmente toda uma disciplina ou trabalhar tópicos intercalados?

Muitos têm essa dúvida, já outros sequer param para refletir sobre a questão.

Quando eu passei no Exame de Ordem, usei a metodologia do estudo integral, ou seja, eu esgotava disciplina por disciplina. À época não fiz cursinho para a 1ª fase, então pegava meus livros de resumo jurídico, lia tudo, fazia minhas anotações e depois resolvia dezenas de questões de provas anteriores. Na minimo umas 100 ligadas àquela disciplina.

Intelectualmente, para mim, era mais confortável estudar assim. Havia um sentido de unidade e coerência com o que era estudado. Meu único erro, à época, era o de não fazer um resumo consistente (o resumo do resumo, no caso) e não dedicar os finais de semanas para revisões.

De uma forma ou de outra, tirei 54 pontos na 1ª fase (a prova tinha então 100 questões), o que resolveu a minha vida (em Exame de Ordem, metade é 100%).

E isso faz sentido? Metodologicamente é aconselhável?

Vamos considerar a natureza da prova objetiva para elaborarmos uma resposta:

1 - A prova não é interdisciplinar. Cada disciplina é abordada individualmente;

2 - O conteúdo da prova é dogmático, ou seja, preponderantemente reprodução do texto legal. Não de forma literal, diga-se de passagem, mas com alterações na redação dos enunciados ou a inclusão de pequenas histórias para dar um sentido prático ao problema.

Tal tipo de abordagem é estudada de forma mais completa com um curso ou com a leitura de uma doutrina específica.

3 - O volume de doutrina a estudar é menor do que a de qualquer outro concurso público. Uma olhada não muito atenta ao material didático voltado para o Exame de Ordem evidencia essa assertiva. As doutrinas são grandes resumos, sem maiores aprofundamentos. Pode parecer uma abordagem rasa, mas ela decorre da própria lógica da prova. O mercado oferece o que é adequado. Concursos mais complexos demandam um maior volume de estudos, mais tempo e mais dedicação.

Em média, os examinandos começam a se preparar com 3 ou 4 meses de antecedência, algo impensável para qualquer concurso público. O fator concorrência é determinante neste sentido.

Dessa forma, imaginar o estudo estanque, disciplina por disciplina, faz sentido, pois a mecânica da prova permite.

No nosso Cronograma de Estudos para o XVI Exame de Ordem o processo de estudo indicado é o de tópicos de disciplina de forma alternada.

Essa metodologia, ao longo do processo de preparação, permite não só que um estudante tenha uma visão ampla do Direito, visto como um todo e apenas separado por razões metodológicas, como também visa evitar a saturação no estudo continuado em um só tema, o que pode implicar em uma redução na capacidade de apreensão do conteúdo.

O professor Rogério Neiva, especialista na preparação para concursos, tem um posicionamento quanto ao tema:

Desde já saliento que considero o mais adequado estudar várias matérias ao mesmo tempo. E para tanto levo em conta alguns fundamentos.

O primeiro argumento é muito simples. Considero que estudar de forma modular, ou seja, estudar uma única matéria de modo a esgotá-la, para em seguida passar para outra, tende a ser mais chato do que variar as matérias ao longo da semana.

Inclusive acredito que isto impacta na concentração, pois o novo, que seria a matéria distinta, em função da variação, pode ter uma influência em termos dopaminérgicos, ou seja, liberação de dopamina. E dopamina consiste num neurotransmissor importante para o mecanismo atencional.

É bem verdade que é possível que, estudando apenas uma única matéria por vez, e avançando no domínio desta, possamos nos empolgar e nos evolver mais. Porém, aí entra a lógica da subjetividade, ou seja, levar em conta que “cada um é cada um”. Esta compreensão, inclusive, nos faz questionar as abordagens achistas-universalizantes dos “especialistas” em preparação para concursos sem especialização.

O segundo argumento envolve a lógica da neuroplasticidade. Segundo este conceito, quanto mais o nosso cérebro é demandado, mais tem capacidade de dar respostas. Assim, considero que estudar matérias diferentes ao mesmo tempo implica em proporcionar estímulos diferentes às nossas estruturas cognitivas.

Além disto, considerando que construir memórias significa criar redes neurais, ao estudar matérias distintas, tendemos a estar transformando os conceitos correspondentes em novas redes neurais distintas.

Um último argumento importante é que ao estudar todas as matérias ao mesmo tempo podemos avançar de forma equilibrada, inclusive de modo a fechar todas as matérias do o programa do edital ao mesmo tempo. Se o candidato usa o Sistema Tuctor e segue o que o software sugere, com toda a certeza matemática ele irá terminar numa mesma semana todas as matérias do programa.

Inclusive este modelo também contribui com o desenvolvimento de uma visão sistêmica do conteúdo do edital, o que é importante nas provas.

Portanto, considero que o estudo de todas as matérias ao mesmo tempo é melhor que o estudo seqüenciado. Estudar todas as matérias ao mesmo tempo significa adotar um modelo de grade simultâneo-concomitante, sendo que estudar de forma seqüenciada consiste no modelo de grade sucessiva-modular.

É bem verdade que podemos adotar uma solução híbrida. Ou seja, eleger um primeiro bloco de matérias que, após concluídas, terão seus lugares na grade tomados pelas que virão na seqüência. Neste caso é interessante adotar uma lógica de prejudicialidade e de relação conceitual. Por exemplo, antes de estudar Direito Administrativo estudar Direito Constitucional.

Considerando estas informações, avalie o que é mais eficiente para você. E procure tomar o caminho que traga melhores resultados.

Fonte: Blog do professor Rogério Neiva

Mas aqui prevalece o gosto do próprio estudante. Afinal, estudar não é uma ciência exata: cada indivíduo tem sua própria forma de absorver o conteúdo.

A resposta final, vista como uma pergunta, é: qual o método que propicia a melhor formação da memória profunda? Ou seja, qual método de estudo é o melhor e fixa de forma mais adequada o conteúdo na cabeça.

Esse é o ponto!

O processo em si exige a alimentação, ou tomar contato com o conteúdo, entendê-lo, que é o processo de assimilação, estabelecer a fixação do conteúdo, que é a retroalimentação (releitura, resolução de exercícios) para reforçar o processo de assimilação.

Este é um tema cuja abordagem é muito mais ampla, pois envolve, por exemplo, a criação de microciclos de estudos, fragmentação de conteúdo, estruturação da carga de disciplina e mais uma longa abordagem.

De toda forma, sim, o estudo até o esgotamento da disciplina, no caso do Exame de Ordem, pode ser adotado. O importante é ter a consciência de que a metodologia usada, seja ela qual for, está sendo eficiente. E eficiência pode ser medida de forma prática. Após umas 2 semanas do estudo de determinada matéria, tente resolver uma série de exercício vinculados a ela. Se o desempenho for bom, satisfatório, sua metodologia é eficiente. Do contrário, a forma de estudar precisa ser repensada.

Com a adoção da metodologia correta, as probabilidades de sucesso aumentam drasticamente.

- Categoria: Ensino jurídico, Estatísticas

Por que a seccional do Ceará domina o Exame de Ordem unificado?

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O que existe no Ceará para fazer daquela seccional, há tempos, a melhor do Brasil quando o assunto é Exame de Ordem?

Mistério!

Mas é um fato: o Ceará, na era do Exame de Ordem Unificado, tem o melhor percentual de aprovação média considerando todas as edições do certame.

Minas Gerais vem em 2º lugar e Santa Catarima aparece na 3ª posição.

Confiram abaixo o desempenho das seccionais, em termos percentuais, edição após edição do Exame de Ordem Unificado:

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Esses dados fazem parte de um estudo divulgado pela FGV sobre as estatísticas de aprovação no Exame de Ordem.

Então temos o ranking post seccional de desempenho no Exame.

Nas 10 primeiras posições nós temos 3 seccionais do Nordeste, as 3 do Sul, 3 do Sudeste e 1 do Centro-Oeste.  

Já as 10 últimas posições são dominadas por seccionais do Norte e do Centro-Oeste.

E o que isso quer dizer?

Difícil interpretar os dados. Talvez, se muito, podemos dizer que no Ceará, por exemplo, os estudantes têm uma forte cultura de estudo e dedicação. Digo isso porque a seccional do Ceará vem ocupando as primeiras posições no Exame faz tempo, com uma constância surpreendente.

De toda forma, o Ceará não é a menor das seccionais, longe disso, e faz bonito no certame.

Uma vez, em 2012, isso foi inclusive objeto de uma matéria no jornal O Diário do Nordeste:

Média do Ceará maior que a do Brasil

O índice de aprovação dos cearenses no V Exame Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi de 26,49%, ou seja, 730 dos 2.755 bacharéis em Direito passaram na prova.

A média do Ceará superou, mais uma vez, a do Brasil, que foi de 24,05%, com 26.010 aprovados de um total de 108.335 inscritos. O resultado foi divulgado ontem pela OAB. As provas objetivas e subjetivas foram realizadas no ano passado, nos dias 30 de outubro e 4 de dezembro, respectivamente.

A participação do Estado no total de aprovados no País também foi maior que a da quantidade de inscritos. Enquanto 2,5% de todos os bacharéis inscritos no V Exame Unificado eram cearenses, 2,8% de todos os brasileiros que passaram na prova são do Ceará.

Para o presidente a OAB-CE, Valdetário Monteiro, o resultado demonstra uma melhoria na qualidade do ensino jurídico no Estado. “É motivo de alegria ver o Ceará, terra de grandes juristas como Clóvis Beviláqua e Paulo Bonavides, se destacando nacionalmente”, ressalta.

Valdetário explica que, diferentemente de Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, no Ceará, o número de novas faculdades de Direito não cresceu tanto. “Aqui, temos em torno de 20 cursos de Direito, enquanto nesses outros Estados têm mais de 100“, informa Valdetário, destacando que a existência de muitas faculdades geralmente dimunui a qualidade do ensino. “Além de destacar na prova da OAB, os candidatos cearenses vêm sendo aprovados em importantes concursos nacionais”, afirma.

Dificuldades

Por outro lado, o presidente da OAB-CE chama atenção para as principais dificuldades enfrentadas pelos candidatos no momento do exame. De acordo com ele, o principal obstáculo ainda é multiplicidade dos assuntos tratados no prova. “É praticamente todo o conteúdo que eles veem na faculdade, mas, à medida que o ensino melhora, isso vai sendo superado”, acredita.

O candidato Nogueira Júnior, 23 anos, por exemplo, se formou no fim de 2010 e já passou na prova da OAB. “O que vi na universidade foi fundamental para meu desempenho, mas também comprei apostilas para estudar em casa. A prova estava rigorosa e cheia de pegadinhas. Fico feliz por ter sido aprovado”, comemora Júnior.

No último exame da Ordem, 18.223 dos 119.255 candidatos que fizeram a prova passaram, o que representa um índice de 15,28%, menor do que o registrado na exame recente.

Fonte: Diário do Nordeste

Na época, o Dr. Valdetário, ainda presidente da seccional do Ceará, tocou em um ponto interessante: que a média de aprovação no estado do Ceará é ligeiramente maior comparando com a média nacional em função da pequena expansão no número de faculdades privadas naquele estado.

Em um primeiro momento pode parecer que o ensino jurídico no Ceará é melhor do que no resto do país, mas possível explicação está no número de faculdades em cada unidade da federação.

Lembro-me quando a seccional de São Paulo entrou no Exame Unificado (2009.1), o percentual de aprovação na 1ª fase havia sido de 15,76%, colocando o estado na 24ª colocação entre 26 seccionais (Minas Gerais ainda não fazia parte do Unificado).

Foi um fato que repercutiu bastante, principalmente porque no último Exame patrocinado por São Paulo o percentual na 1ª fase havia sido de 40%.

Mas a explicação nunca foi difícil de encontrar: o estado de São Paulo sozinho tem mais de um terço de todas as faculdades de Direito no Brasil. O reflexo desse volume de instituições acaba sendo sentido no Exame de Ordem, ou seja, baixos percentuais de aprovação.

A lógica é irrefutável: a expansão e o grande número de faculdades reduz os percentuais de reprovação.

A expansão gerou uma luta das faculdades para completarem suas turmas, gerando um imenso relaxamento nos processos seletivos. Vestibular hoje na maioria das faculdades é coisa para inglês ver.

Reprovação também! Afinal, a lógica do mercado não perdoa quem maltrata o “cliente”.

O resultado disto vocês conhecem…

- Categoria: Estatísticas

Ranking das 10 melhores faculdades de Direito do XI ao XIII Exame de Ordem

Todo mundo tem a grande curiosidade em saber qual é a melhor faculdade em termos de desempenho diante do Exame de Ordem.

Eis que a OAB divulgou esse dados em um estudo geral sobre o desempenho de faculdades e bacharéis diante de sua prova.

Não se trata, evidentemente, de um raio-x da qualidade das faculdades em si, até porque a própria dinâmica do Exame de Ordem e sua natureza como processo avaliativo não têm o condão de mensurar integralmente a qualidade do ensino jurídico.

De toda forma, o Exame de Ordem é um grande filtro em termos de mercado, tanto para o ingresso nele, o mercado, por parte dos estudantes, como também para se avaliar se uma instituição é boa ou não, e assim ser escolhida pelos futuros universitários.

Infelizmente a própria OAB divulga pouco esses dados. Uma divulgação constante e abrangente desse tipo de estatística forçaria as faculdades e terem um maior esmero com a própria qualidade.

Vejamos então o ranking 10 melhores faculdades de acordo com a FGV e o CFOAB:

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O resultado acima deriva também da adoção de alguns filtros, entre eles a exclusão de instituições que apresentam menos de 30 examinandos por edição, exatamente para evitar distorções. Esse critério foi adotado para impedir, por exemplo, que uma instituição que tenha apresentado apenas 1 candidato possa ser considerada a “melhor do Brasil”, pois caso este candidato seja aprovado, ela teria 100% de aproveitamento.

O ranking também foi construído levando em conta os Exames XI, XII e XIII, para que esta média refletisse melhor o desempenho médio das instituições.

No gráfico acima o número de inscritos e os percentuais são são a representação da média das 3 edições.

Eu acredito que mais exames deveriam ser usados. Antigamente o Blog tinha um ranking próprio, mas a falta de divulgação de dados estatísticos por parte da FGV impossibilita esse tipo de análise.

E, claro, todas elas são universidades públicas. Até aí nenhuma novidade, apesar de que 80% da faculdades de Direito no Brasil hoje são privadas. Essa distinção tem mais correlação com o processo de ingresso nessas instituições do que, propriamente, com eventual qualidade delas. É no grau de dificuldade do vestibular que nasce a diferença de qualidade.

E aqui, mais uma vez, devemos lamentar o fato da Ordem não publicar mais a lista completa de desempenho das instituições de ensino no Exame.

Uma pena…

- Categoria: Como se preparar para a prova

A diferença entre fazer simples remissões e estruturar uma peça no vade mecum

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Mais do que simplesmente marcar o vade mecum, surge sempre a dúvida quanto a estruturar peças no código.

Fazendo as marcações e remissões nos códigos para a 2ª fase da OAB

A confusão está entre a distinção da simples remissão e a construção de um roteiro para uma peça processual qualquer.

Vejam bem:

1 – A simples remissão é PERMITIDA. Ponto, não vamos discutir isso.

2 – A estruturação de uma peça pode ser feita com o uso de simples remissões. Escrevo PODE no sentido de possibilidade, de agir. Entretanto, a estruturação de uma peça é PROIBIDA pelo edital, independentemente da forma como for feita.

Vejam a imagem abaixo:

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Com as informações acima o candidato está indicando para si mesmo os fundamentos legais de uma Ação Declaratória Cumulada com Repetitória com Pedido de Antecipação de Tutela. A simples indicação de três artigos do CPC permite isso.

E isso é VEDADO pelo edital. Se um fiscal pegar a remissão acima e, se ele manjar de tributário, o candidato estaria enrascado.

Logo, não confundam a simples remissão, ou seja, a indicação de outros dispositivos legais de forma manuscrita, com a estruturação de peça. A estruturação pode ser feita com o uso de simples remissões, mas se um fiscal pegar, pode dar problema.

“Ah, e como eu faço então?”

Simplesmente vocês não devem fazer. Não tentem, de qualquer forma, estruturar peças, seja com simples remissões, com post-its de cores iguais ou quaisquer outros artifícios. Não dá para inventar um jeitinho, e se desse eu jamais poderia escrever aqui porque a FGV, evidentemente, pegaria vocês.

Há, evidentemente, a possibilidade do candidato simplesmente fazer algumas remissões e confiar na sorte para não ser flagrado pelo fiscal. Mas isso, obviamente, é pela conta e risco de cada um.

O ideal sempre é dominar a construção de todas as peças sem precisar se valer do vade para lembrar de como elas são. Isso não é tão difícil assim. Lembrando sempre que, em regra, a peça deriva da compreensão do candidato em razão do problema em concreto. Se o problema é compreendido, a identificação da solução processual fica bem mais fácil de ser feita.

- Categoria: Promoções

Vem aí a Black Friday do Portal Exame de Ordem!

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Vem aí a Black Friday do CERS e do Portal Exame de Ordem!

Na verdade será friday, saturday e sunday!! Três dias com 40% de desconto nos cursos do CERS, Portal Exame de Ordem e Portal Carreira Jurídica!

Sensacional!

E aqui não tem enganação! É 40% de desconto MESMO nos nossos cursos! O CERS possui o selo “Black Friday Legal”, que atesta a seriedade da nossa promoção e a adequação em conformidade com as regras da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, garantindo o nosso comprometimento com as boas práticas da promoção.

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No Portal Exame de Ordem o curso que entrará na promoção será o Curso Preparatório Completo para o XVI Exame de Ordem!

Os cursos de 2ª fase do Portal não entrarão nesta promoção.

Confiram os demais cursos no CERS e no Portal Carreira Jurídica.

Confiram, em especial, os cursos em promoção das seguintes áreas:

Jurídica

Fiscal

Tribunais

Polícia

Imperdível para quem vai fazer a OAB ou concursos públicos!

- Categoria: Cursos do Portal

Curso completo para o XVI Exame de Ordem! Prepare-se com ANTECEDÊNCIA para vencer a OAB!

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Dar início aos estudos para o Exame de Ordem com MUITA antecedência: essa é a chave para maximizar as chances de aprovação.

Cronograma de Estudos para o XVI Exame de Ordem

Essa é uma forte crença que possuímos, e isso em razão dos seguintes motivos:

1 - as estatísticas do Exame de Ordem mostram que os percentuais de aprovação são sempre baixos, na faixa entre 15 a 25% do total de inscritos;

2 - na preparação de longo prazo o examinando consegue abordar TODO o conteúdo programático para a OAB. Isso maximiza as chances de aprovação, pois o candidato poderá ter um desempenho bom em todas as diferentes disciplinas da 1ª fase;

3 - mais do que abordar todo o conteúdo, é possível implementar com qualidade uma metodologia consistente de estudo, envolvendo a resolução de exercícios e revisões periódicas, fundamentos principais para se estabelecer a chamada memória profunda. É preciso acompanhar a aula, resolver exercícios e revisar o conteúdo, e quanto antes o processo de estudo for iniciado, melhor para o estudo em si e melhor para o candidato, que produzirá para si mesmo um estudo mais consistente.

Por isso estamos lançando o nosso curso  curso preparatório COMPLETO para o XVI Exame de Ordem.

Curso Preparatório Completo para o XVI Exame de Ordem

Faltam pelo menos 4 meses para a prova objetiva do XVI Exame de Ordem. Este lapso temporal é o ideal para quem deseja começar a se preparar com antecedência, visando esgotar todo o conteúdo da futura prova objetiva. E é por isso que estamos lançando agora este curso: pois ele é abrangente, completo, perfeito para quem quer passar na 1ª fase com SEGURANÇA!

Este curso é ministrado por MESTRES na preparação para o Exame de Ordem: Renato Saraiva, Geovane Moraes, Cristiano Sobral, Aryana Manfredini, Matheus Carvalho, Flávia Bahia, Ana Cristina, André Mota, Francisco Penante, Sabrina Dourado, Paulo Machado, Frederico Amado, Cristiane Dupret, Bernardo Montalvão e Alexandre Bezerra.

A carga horária do curso é de 103 encontros, com 2 horas cada encontro, totalizando, aproximadamente, 206 horas/aulas

Valor Promocional até o dia 23/11/2014: R$ 802,50 (oitocentos e dois reais e cinquenta centavos)

DETALHE: As aulas nunca são repetidas! Aulas SEMPRE INÉDITAS e atualizadas para cada edição do Exame de Ordem.

E devemos ressaltar as seguintes vantagens:

1 – As aulas podem ser vistas desde o começo. O aluno não perde nada do conteúdo ministrado independentemente do momento da matrícula;

2 – Cada aula pode ser assistida até duas vezes;

3 – A aula pode ser pausada ou o aluno pode voltar para determinado trecho dela para rever uma explicação, maximizando a absorção do conteúdo;

4 – O aluno faz seu horário de estudo e implementa a autogestão do aprendizado.

As vantagens acima representam um plus estratégico na preparação que, somadas com a força do conteúdo ministrado pelos professores do Portal, oferece ao aluno um excelente preparação.

Cliquem no link e inscrevam-se no Curso Preparatório Completo para o XVI Exame de Ordem.

O Exame de Ordem acontece aqui, no Portal Exame de Ordem!

- Categoria: Como se preparar para a prova

O estilo da fonte da letra pode ajudar na memorização e no aprendizado

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Digam aí: qual é a melhor fonte e tamanho de letra para se ler?

Essa aqui? Arial tamanho 16?

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Ou essa, Comic Sans MS tamanho 12?

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Ou finalmente, esta daqui, Bodoni MT, também tamanho 12?

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Para mim, a fonte mais fácil é a Arial, tamanho 16. Não por acaso é uma das mais populares, junto com Times New Roman.

E se eu disser que o TAMANHO da fonte não produz efeito nenhum no processo de aprendizagem?

Mas, por outro lado, o ESTILO da fonte faz sim diferença.

Essa constatação é resultado de uma pesquisa que demonstrou a capacidade das pessoas em reterem mais informações, e de forma significativa, e independentemente do campo do conhecimento - seja ciência, história ou linguagem- quando optam por estudar valendo-se de fontes não só desconhecidas como também de difícil leitura.

Ou seja, o uso de uma fonte ESTRANHA e DIFÍCIL ajuda no processo de cognição.

Em um estudo publicado na revista ”Cognition”, psicólogos das universidades de Princeton, Indiana, trabalharam com 28 homens e mulheres valendo-se de um texto sobre 3 espécies de alienígenas, cada espécie com características diferentes uma das outras. Metade dos voluntários leu o texto com usando a fonte Arial tamanho 16, e a outra metade em Comic Sans MS ou Bodoni MT tamanho 12. Essas duas últimas são de uso raro e de leitura mais complicada.

Após uma rápida pausa após a leitura, os candidatos fizeram uma prova e, quem usou as fontes difíceis teve um desempenho superior a quem usou somente a fonte Arial 16, na proporção de, em média, 85,5% a 72,8%.

Os pesquisadores descobriram que , em média, aqueles que receberam as fontes mais difícil de ler , na verdade, lembrou 14 % a mais.

Para os pesquisadores, a apresentação de informações de uma forma difícil de digerir obriga o leitor a se concentrar mais , e isso leva a ” transformação profunda ” e ” melhor recuperação ” depois.

É um exemplo dos efeitos positivos do que os cientistas chamam de “disfluência” .

E o que é “disfluência”?

A fluência pode ser definida como uma progressão silábica que se faz no tempo, sem oscilações e sem inserções. Já a disfluência é caracteriza pela dificuldade em se estabelecer a progressão sem oscilações ou inserções. Lembrando que a disfluência está associada, conceitualmente, com 3 desordens:

1 – a gagueira;

2 – a disprosódica orgânica, que é uma desorganização da fala ou da linguagem na qual os ritmos estão alterados, os sons são distorcidos e a velocidade da fala pode ser mais lenta do que o normal;

3 – a taquilalia, que é um problema de linguagem onde o ritmo da fala é muito mais rápido do que o normal e esta fala é desorganizada, tornando a linguagem incompreensível;

Para o professor Daniel Oppenheimer, um dos co-autores do estudo, a disfluência é apenas um sentimento subjetivo de dificuldade associado a qualquer tarefa mental “. Seguindo essa lógica, se algo é difícil de ver ou ouvir , o leitor passa a se sentir disfluente, e é exatamente a percepção da disfluência que faz as pessoas a pensarem mais sobre o que está lendo!

“Quando descobrimos que no laboratório esse fenômeno, ficamos muito animados, pois a descoberta tem implicações óbvias para a sala de aula”, disse Oppenheimer.

 Animados, os pesquisadores resolveram conduzir um grande experimento, envolvendo alunos de 15 a 18 anos de uma escola pública.

Eles foram divididos em dois grupos, sendo que um recebeu um material de leitura, incluindo texto das aulas de inglês, história e ciências com a fonte Monotype Corsiva. O outro grupo eu com a fonte convencional de sempre.

Conclusão: alunos que usaram o material com letras estranhas tiveram resultados significativamente melhores do que os outros, em todas as disciplinas.

Para Oppenheimer, é possível melhorar a capacidade de aprendizado com uma intervenção simples e que leva basicamente nenhum esforço para ser implementada.

Para Dylan Wiliam, Professor Emérito de Avaliação Educacional do Instituto de Educação de Londres, disse, referindo-se ao estudo, que o que realmente importa quando se lê é a plena consciência, ou uma leitura mais cuidadosa.

Ou seja, uma fonte “esquisita” tem o condão de gerar uma maior atenção do leitor, e isso produziria a melhor apreensão do conteúdo.

Os pesquisadores salientam que há limites para o tamanho da distorção da fonte, pois uma mudança nela de forma drástica poderia suprimir os benefícios desse tipo de leitura, e até mesmo gerar prejuízos na cognição.

Qual é esse limite ? Oppenheimer não tinha uma resposta para essa indagação.

“Obviamente, se leitor não pode ler a fonte em toda a extensão do texto, ele não poderá aprender o conteúdo. Em algum momento fica-se tão irritado que surge a desistência. E diferentes pessoas provavelmente têm limites diferentes. Então, por enquanto, o melhor é se aproveitar de pequenas mudanças ao invés de forçar os próprios limites.”

Esse é, sem dúvida, um conceito muitíssimo interessante para ser usado nos resumos que os próprios estudantes fazem, pois o material didático disponível hoje não propicia esse tipo de avaliação.

Como os resumos têm a função de rever o conteúdo e ajudar no estabelecimento da memória profunda, o uso de letras um pouco diferentes pode fazer uma boa diferença durante a preparação. Mudar uma fonte é algo muitíssimo simples e um laboratório pode ser tentado por qualquer um.

Com informações da BBC.

- Categoria: Como se preparar para a prova, Doutrina para a prova

Fazendo as marcações e remissões nos códigos para a 2ª fase da OAB

Como marcar os vade mecuns e códigos da forma CORRETA, sem dar margem para os fiscais perturbarem na hora da verdade? Isso é muito importante, pois perder o vade logo na hora prova seria algo muito, mas muito triste!

Mas isso é algo relativamente raro de acontecer. Basta seguir as dicas deste post que tudo ficará 100% na hora da verdade.

E é tudo bem simples, sem mistérios!

Vamos olhar em detalhes, em conformidade com o edital do XV Exame.

Para começar, sempre priorizem vade mecuns novos. A regra, sempre, sempre e sempre é adquirir o material mais atualizado. Desta forma o candidato não tem como se complicar.

Ah mas eu tenho um ainda deste semestre, preciso mesmo comprar outro?

PRECISA!!!

O edital deste Exame foi publicado no dia 29/09/2014. Todas as mudanças jurisprudenciais e legislativas ocorridas ANTES desta data podem ser abordadas na prova.

Ou seja: uma questão da prova pode ser construída com a utilização de alguma lei muito recente e derrubar os candidatos que estejam usando um material menos atualizado.

E qualquer meio ponto na 2ª fase tem um valor imenso. Pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

“Ah, mas isso é um abuso!!!”

Até pode ser, mas não sou eu que faço as regras, não elaboro as provas e não reprovo ninguém. Cada um sabe onde o calo aperta e quanto custa para si mesmo eventual reprovação.

Fazer um bom curso ou comprar um material mais qualificado faz parte do investimento para alavancar a própria carreira.

Os códigos CERTOS para a 2ª fase do XV Exame de Ordem!

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Tudo, no fundo, não passa de uma questão de escolha. Quer usar um vade velho? É uma escolha pessoal. A indicação de um código novo objetiva única e exclusivamente proteger vocês da eventualidade de alguma atualização legislativa não estar no vade, e isso custar uma determinada pontuação. Tal pontuação, ao fim, e em tese, pode custar a aprovação.

Míseros décimos podem fazer a diferença entre ser aprovado ou não.

E, como eu disse, é uma questão de escolha. Vocês fazem a que julgarem mais adequada.

Muito bem!

No XIII Exame a FGV publicou um comunicado facilitando um pouco a vida dos candidatos. Tirando isto, as regras permanecem as mesmas. Vamos olhar o anexo III do edital atual:

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Vamos tratar aqui item por item!

Isso, de marcar o código com marca texto, traço ou SIMPLES REMISSÕES é permitido sem nenhum problema.

Agora reparem em um detalhe: Vocês podem escrever diretamente no código para fazer as remissões, mas não podem escrever nos materiais utilizados para separar páginas.

Simples assim!

Pode ser que o candidato se confunda com o trecho: “sem nenhum tipo de anotação manuscrita ou impressa“, entretanto, esse tipo de vedação a anotação manuscrita ou impressa (pelo próprio candidato) está vedada nos recursos usados para fazer a separação do código. Ou seja, se o candidato quiser colocar um post-it, ele não deverá ter marcação nenhuma, EXCETO, se tal marcação vier direto da fábrica (editora ou livraria), com simples remissão a ramos do Direito ou leis.

Resumo do resumo: não escrevam nos post-its! Se quiser que eles indiquem algo, comprem já prontos.

Vejam aqui uns exemplos do que é PROIBIDO:

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Reparem só nas imagens: aqui o candidato colou post-its nas folhas do vade, e neles fez uma série de remissões.

Isso é PROIBIDO!

Vejam agora uma imagem com o uso correto dos post-its, incluindo aí os post-its que já vem com marcações direto da gráfica:

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A regra permanece bem clara sobre a utilização de referências nos vades. Vocês podem riscar, marcar e anotar, mas dentro dos parâmetros impostos pelo edital.

A remissão tem de ser feita DIRETAMENTE no papel do código, e não em post-its. Observem as regras abaixo:

1 – Vocês não podem colocar informações extras. A simples remissão nada mais é do que indicar no código a existência de leis, artigos, súmulas ou oj’s, declinando-os sem maiores informações.

Isso feito diretamente no código! Não podem marcar os post-its, exceto se eles vierem assim. Já explico como.

2 – A simples remissão não pode indicar a estruturação de uma peça jurídica. Não é possível fazer um “guia” de determinado tipo de ação ou ações.

3 – As marcações no vade podem ser feitas livremente, com canetas e marca-textos.

4 – Os post-its podem ser usados desde que não carreguem qualquer tipo de informação, EXCETO, se eles forem fabricados por editoras ou outras instituições ligadas ao mercado gráfico, e com impressão que contenha simples remissão a ramos do Direito ou a leis (e também Súmulas e OJ’s!)

É isso!

Vejam as imagens abaixo. Vocês podem usar canetas, clipes e post-its de todos os jeitos e cores:

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Na imagem abaixo um exemplo do uso do marca-texto. O dispositivo normativo pode ser marcado em toda a sua amplitude, sem maiores limitações:

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O candidato pode trocar também livremente as cores, sem maiores problemas.

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Circular com caneta também é possível.

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Sublinhar o texto não implica em maiores problemas. Não há limitação para esse tipo marcação.

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Aqui mostro o uso de uma seta, se for do interesse do examinando. Também não há problema nisso. Apenas não recomento o uso indistinto de símbolos gráficos, como corações, estrelinhas e afins. Anotações simples e sem floreios.

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Uma parte importante!

Vejam um exemplo de como se faz a simples remissão. Vejam que indiquei uma lei e uma súmula.

Primeiro há de se considerar que não existe um limite para o número de remissões possíveis. O candidato pode colocar quantas achar necessárias, desde que sigam o modelo abaixo: a simples indicação do dispositivo legal correlato.

Essa indicação pode ser feita em qualquer parte do vade, sem limites, desde que seja, evidentemente, simples. Escrevam o que acharem pertinente, de forma seca, sem maiores informações.

Exemplos:

“Art. 724 do CC”

“Vide Súmula 126 do TST”

“Lei 8.906/94″

Em cada artigo do vade vocês podem colocar quantas remissões desejarem.

E, claro, NÃO ESTRUTUREM um guia para uma peça ou ação. Não façam isso. Se o fiscal pegar, um abraço! Vai perder o vade e corre o risco real de ser eliminado do certame.

A imagem abaixo apresenta um exemplo do que é PROIBIDO, pois se trata da estruturação de um guia para uma petição:

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Agora um exemplo do uso de post-its. Podem ser de todos os tipos possíveis e de todas as cores, desde que, evidentemente, sem nenhum tipo de marcação escrita, seja indicando lei, seja indicando o início de um código ou qualquer outra coisa. Nada escrito neles.

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Um exemplo de uso prático dos post-its. Na parte lateral (imagem acima) o examinando faz um tipo de marcação, sendo que as cores podem perfeitamente representar algum tipo de código prévio. E, na parte superior, outro tipo de marcação, representando outro tipo de consulta, ao bel prazer do candidato.

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Aqui uma visão abrangente da ideia do uso de vários tipos e posicionamentos dos post-its com o uso concomitante dos clipes.

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Sem mistérios, não é?

Aqui coloco a imagem produzida pela própria FGV sobre os post-its. Observem que nela consta explicitamente post-its com referência feitas pelo fabricante, essas sim permitidas:

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Não tem erro!

- Categoria: Inscrição

Terminam HOJE as inscrições para a repescagem no XV Exame de Ordem

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Hoje termina o período de inscrição para a repescagem no XV Exame de Ordem.

Os candidatos que foram reprovados na 2ª fase do XIV Exame não podem deixar essa oportunidade passar.

Confiram os links abaixo:

Link de inscrição – Reaproveitamento

Requerimento de Alteração de Local de Prova – Reaproveitamento

Edital Complementar (Reaproveitamento 1ª Fase)

Vejam os detalhes de como funciona a repescagem:

Abertas as inscrições para a repescagem no XV Exame de Ordem!

Quem ainda não começou a estudar não deve mais perder tempo! Faltam 47 dias até a prova da 2ª fase.

Ainda não escolheram o curso de 2ª fase? Vejam a nossa aula inaugural gratuita! Façam o cadastro primeiro, é fácil e rápido:

Cadastro CERS

Depois basta se cadastrar na 1ª aula gratuita:

2ª fase em todas as disciplinas - 1ª aula grátis!

Além disso, o aluno pode fazer seu próprio horário de estudo e ver cada aula até 2 vezes no momento que achar mais adequado.

5 FORTÍSSIMAS razões para você fazer a 2ª fase da OAB no Portal Exame de Ordem

E toda as nossas aulas são ONLINE:

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito do Trabalho, com Renato Saraiva, Aryanna Manfredini e Rafael Tonassi

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Penal, com Geovane Moraes e Ana Cristina Mendonça

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Administrativo, com Matheus Carvalho

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Civil, com a equipe coordenada por Cristiano Sobral

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Constitucional, com Flávia Bahia

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Tributário, com Josiane Minardi

Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Empresarial, com Francisco Penante

Não percam tempo!

- Categoria: Cursos do Portal

Valor promocional dos cursos de 2ª fase do Portal Exame de Ordem foi PRORROGADO!

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Os valores promocionais de TODOS os cursos de 2ª fase do Portal Exame de Ordem foram PRORROGADOS até o dia 06/12!

Mais uma chance para vocês adquirirem os MELHORES CURSOS para a 2ª fase do Exame de Ordem.

E chamar os cursos do Portal de melhores não é exagero não! Os conteúdos programáticos dos cursos do Portal foram modificados para trabalhar os aspectos relevantes para os candidatos da repescagem, e, evidentemente, úteis também para quem vai fazer a 2ª fase caso tenham sido aprovados na 1ª fase do XV Exame.

O foco central dos cursos completos está no processo de identificação e elaboração das principais peças da prática profissional, bem como, a resolução de casos concretos referentes ao direito material e processual de cada disciplina.

Os professores, em seus respectivos cursos, orientarão todos os candidatos tanto nos aspectos teóricos quanto principalmente nos aspectos práticos, demonstrando para os alunos as principais peças processuais para a segunda fase do XV Exame de Ordem Unificado.

IMPORTANTE: A primeira aula de TODOS os cursos de 2ª fase do XI Exame de Ordem serão gratuitas! É isso mesmo! Vocês podem ver gratuitamente a primeira aula de cada curso para fazer uma avaliação pessoal do respectivo professor!

Façam o cadastro primeiro, é fácil e rápido:

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Depois basta se cadastrar na 1ª aula gratuita:

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E o nosso curso, INÉDITO, proporciona uma preparação – profunda e completa – para os candidatos.

E nosso conceito de preparação profunda e integral envolve tanto a abordagem teórica como a prática oferecidas de forma concomitante, exatamente para proporcionar a apreensão completa do conteúdo da disciplina e as especificidades da 2ª fase.

O candidato da repescagem PRECISA de um curso completo e abrangente, da mesma forma que o examinando que será aprovado na próxima 1ª fase.

IMPORTANTE!

Nossas aulas específicas para a 2ª fase, incluindo aí o reforço concebido para os candidatos da repescagem, são todas INÉDITAS, reforçadas por aulas bônus em todas as disciplinas.

IMPORTANTE!!

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Diante da possibilidade da FGV não anular nenhuma questão da 1ª fase do XV Exame de Ordem, resolvemos adotar a seguinte medida para AUXILIAR os candidatos que estão com dúvidas quanto a preparação, ou não, para a 2ª fase do XV Exame:

Os examinados reprovados podem se inscrever em qualquer um dos nossos cursos de 2ª fase e, após o resultado final da 1ª fase, caso a banca não anule questões ou as questões anuladas não sejam aproveitadas, poderão converter o dinheiro investido para o curso completo de 1ª fase visando XVI Exame de Ordem.

Confiram as regras:

Seguro CERS – Exame de Ordem

Na compra do curso para 2ª Fase do XIV Exame de Ordem você garante o mesmo valor em bônus para transferência para o Curso Online para OAB primeira fase XVI Exame de Ordem caso não seja aprovado após a divulgação do resultado (previsto para 29/08/2014).

Para solicitar a transferência entre em contato pelo email seguro@cers.com.br, entre os dias 16/12/2014 e 19/12/2014. O cadastro será comparado com a lista de aprovados e a migração será feita num prazo de até 48h.

Transferência exclusiva para o Curso Online para OAB primeira fase XVI Exame de Ordem mediante pagamento do investimento faltante.

Após o dia 19/12/2014 o aluno perde automaticamente o direito ao bônus.

Confiram agora os nosso cursos:

DIREITO DO TRABALHO

O curso será composto de 43 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em quatro blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

- 17 aulas INÉDITAS, com duração de aproximadamente 2 horas, de prática processual trabalhista;

- 07 aulas de DIREITO DO TRABALHO ministradas para primeira Fase do XV Exame de Ordem  pelos professores Renato Saraiva e Rafael Tonassi.

- 08 aulas de DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO ministradas para do XIV Exame de Ordem  pela professora Aryanna  Manfredini

- 05 encontros INÉDITOS para aprofundamento/revisão, abordando alguns dos assuntos mais cobrados pela FGV;

- 05 aulas de SÚMULAS E OJS DO TST ministradas pelo professor Rafael Tonassi

- 01 aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra

- 06 simulados com a correção disponibilizada em vídeo, com duração aproximada de até 01 hora cada.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito do Trabalho

DIREITO PENAL

O curso será composto por 93 aulas com, aproximadamente, 2h de duração cada uma, de acordo com a distribuição abaixo indicada.

- 32 AULAS INÉDITAS (COM APROXIMADAMENTE) 2 HORAS DE DURAÇÃO CADA.

- 08 AULAS DE REVISÃO SOBRE DIREITO MATERIAL E PROCESSUAL PENAL.

- 01 AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA (COM PROFESSOR RODRIGO BEZERRA).

- 01 TUTORIAL INFORMATIVO ORIENTANDO O ALUNO SOBRE O FUNCIONAMENTO DO CURSO E A UTILIZAÇÃO DAS AULAS BÔNUS QUE SERÃO DISPONIBILIZADAS

- 01 TUTORIAL DE ORIENTAÇÃO SOBRE A MARCAÇÃO DO VADE MECUM

- 06 SIMULADOS COM CORREÇÃO EM VÍDEO E PADRÃO DE RESPOSTA

Além das aulas inéditas, serão disponibilizadas as seguintes aulas bônus.

DIREITO PENAL

- 27 aulas de direito penal gravadas para o curso de DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL 2014, aprofundando temas sobre parte geral do Direito Penal e crimes em espécie.

DIREITO PROCESSUAL PENAL

- 15 aulas de processo penal gravadas para o de DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL 2014.

- 02 aulas sobre Provas no Processo Penal gravadas para o curso de AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Penal

DIREITO ADMINISTRATIVO

O curso será composto por 42 aulas com, aproximadamente, 2h de duração cada uma, conforme programação abaixo:

- 23 aulas gravadas para o curso para Carreira Jurídica 2014.

Direito Material completo.

- 13 aulas inéditas de prática com peças e questões

Aula 1. (Aula inaugural)  Apresentação do curso e orientação de estudo. Marcação do código do aluno, com as remissões necessárias e organização das matérias por cores para facilitar a pesquisa de direito material. Análise de cabimento das ações em geral.
Aula 2. Estrutura da Petição Inicial. Ações de rito ordinário. Tutelas de Urgência. Treinamento de peças.
Aula 3.  Mandado de Segurança Individual e Coletivo. Treinamento de peças.
Aula 4.  Ação Popular. Treinamento de peças.
Aula 5.  Ação Civil Pública e Mandado de Injunção. Treinamento de peças.
Aula 6.  Ação de Desapropriação e Ação de Improbidade administrativa. Treinamento de peças.
Aula 7. Habeas data. Treinamento de peças.
Aula 8.  Contestação. Treinamento de peças.
Aula 9.  Treinamento de peças. Recursos judiciais. Apelação e recurso ordinário.
Aula 10. Treinamento de peças. Recursos judiciais. Recurso extraordinário e especial. Agravo.
Aula 11.  Treinamento de peças. Recursos judiciais. Agravo. Recursos administrativos.
Aula 12.   Recursos administrativos. Pareceres
Aula 13. Questões subjetivas.

- 05 aulas de Revisão abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

- 01 aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra.

- 05 simulados com correção em vídeo e duração aproximada de até 01 hora cada.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Administrativo

DIREITO CONSTITUCIONAL

O curso será composto de 40 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

PARTE I  – AULAS BÔNUS – DIREITO MATERIAL

16 Aulas já gravadas para o curso da Procuradoria da Fazenda Nacional 2014/2015.  Teoria.

- AULAS INÉDITAS -

PARTE II – AULAS DE REVISÃO PARA A OAB

05 aulas de Revisão (Teoria e Questões) – abordando os assuntos mais cobrados pela FGV Projetos – gravadas especialmente para o XV Exame.

 PARTE III – PEÇAS PROCESSUAIS

18 aulas de peças processuais, gravadas especialmente para o XV Exame, de acordo com o cronograma abaixo:

Aula 1. (Aula inaugural). Apresentação do curso e orientação de estudo. Análise dos principais pontos do edital. Principais temas abordados nas peças processuais e nas questões teóricas. Estatística de peças cobradas nos exames anteriores. Indicação bibliográfica. Visão geral da prova do XIV Exame.

Aula 2. Estrutura da Petição Inicial. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Tutelas de Urgência. Mandado de Injunção.

Aula 3.  Mandado de Injunção. Habeas Data.

Aula 4.  Habeas Data. Ação Popular.

Aula 5.  Ação Popular.  Habeas Corpus.

Aula 6.  Mandado de Segurança Individual e Coletivo.

Aula 7. Mandado de Segurança Individual e Coletivo. Ação Ordinária.

Aula 8. Ação Ordinária. Reclamação Constitucional.

Aula 9. Ação Direta de Inconstitucionalidade.

Aula 10. Ação Declaratória de Constitucionalidade. Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão. Questões subjetivas.

Aula 11.  Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. Questões subjetivas.

Aula 12.  Noções sobre as ações do controle concentrado estadual. Representação de Inconstitucionalidade. Parecer Jurídico.

Aula 13. Ação Civil Pública.  Ação de Impugnação de Mandato Eletivo. Questões subjetivas.

Aula 14.  Teoria Geral dos Recursos. Apelação. Recursos constitucionais I.

Aula 15. Recursos Constitucionais II.

Aula 16. Recursos Constitucionais III.

Aula 17. Recursos Constitucionais IV.

Aula 18. Orientações sobre a defesa do Réu. Contestação. Exceções, Reconvenção. Revisão Final.

PARTE IV – SIMULADOS

07 Simulados com correção em vídeo.

O curso contará também com uma aula de Português Jurídico com o Professor Rodrigo Bezerra.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Constitucional

DIREITO CIVIL

O curso será composto de 43 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte programação:

- 19 aulas de Direito Civil com os professores Cristiano Sobral , Luciano Figueiredo e Roberto Figueiredo.

- 18 aulas de Direito Processual Civil com os professores André Mota e Sabrina Dourado.

- 05 aulas de Revisão abordando os assuntos mais cobrados pela FGV

- 01  Aula de português  Jurídico que será realizado pelo professor Rodrigo Bezerra.

- 10 Simulados com correção em Vídeo.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014: R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Civil

DIREITO EMPRESARIAL

O curso será composto de 10 simulados e 30 encontros com aproximadamente 02 horas. Cada encontro será dividido em 4 blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

PARTE 1 – MÓDULO TEÓRICO – 08 ENCONTROS JÁ GRAVADOS PARA OAB PRIMEIRA FASE DO XV EXAME

Onde será tratado o direito material, enfrentando-se temas como: Do Direito de Empresa. Do conceito de Empresa. Do Empresário. Da caracterização e da inscrição.  Da capacidade. Do Microempreendedor Individual, Da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Da Sociedade. Disposições gerais. Da sociedade não personificada. Da sociedade em comum. Da sociedade em conta de participação. Da sociedade personificada. Desconsideração da personalidade jurídica da sociedade empresária Da distinção entre sociedade empresária e não empresária. Sociedade de Propósito Específico (SPE). Das sociedades de pessoas. Da sociedade simples. Da sociedade em nome coletivo. Da sociedade em comandita simples. Da sociedade limitada. Da sociedade em comandita por ações. Da sociedade cooperativa. Das sociedades coligadas. Da liquidação da sociedade. Da transformação, da incorporação, da fusão e da cisão das sociedades. Da nacionalidade da sociedade e da sociedade dependente de autorização. Do Estabelecimento.  Disposições gerais. Clientela e aviamento. Dos Institutos Complementares: Registro Público de Empresas Mercantis, Nome empresarial, Dos prepostos e Da escrituração. Das Sociedades por Ações. Lei n. 6.404/1976. Dos Valores Mobiliários. Do Mercado de Valores Mobiliários. Da Comissão de Valores Mobiliários. Da Recuperação Judicial, Extrajudicial e da Falência do Empresário e da Sociedade Empresária. Dos Contratos Empresariais. Dos Títulos de Crédito. Do Sistema Financeiro Nacional. Lei n. 4.595/1964. Do Regime de Administração Especial Temporária (RAET). Da Intervenção e Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras. Da Propriedade Intelectual. Das Patentes. Dos Desenhos Industriais. Das Marcas. Das Indicações Geográficas. Dos Crimes contra a Propriedade Industrial. Da Concorrência Desleal. Da Transferência de Tecnologia e da Franquia. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Da proteção da propriedade intelectual de programa de computador – Lei nº 9.609/1998.

PARTE 2 – MÓDULO PROCESSUAL – 15 ENCONTROS INÉDITOS + 01 AULA DE MARCAÇÃO DA LEGISLAÇÃO* + 01 ENCONTRO SOBRE PORTUGUÊS JURÍDICO

Abordagem das principais peças prático-profissionais e questões discursivas, envolvendo qualquer dos pontos a seguir:Petição inicial, contestação, exceções, reconvenção, impugnações, réplicas, memoriais e manifestações. Recursos. Cumprimento de sentença e processo de execução. Tutelas de urgência: tutela antecipada, tutelas cautelares. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa. Arbitragem. Lei n. 9.307/1996. Do Direito de Empresa. Do conceito de Empresa. Do Empresário. Da caracterização e da inscrição.  Da capacidade. Do Microempreendedor Individual, Da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Da Sociedade. Disposições gerais. Da sociedade não personificada. Da sociedade em comum. Da sociedade em conta de participação. Da sociedade personificada. Desconsideração da personalidade jurídica da sociedade empresária Da distinção entre sociedade empresária e não empresária. Sociedade de Propósito Específico (SPE). Das sociedades de pessoas. Da sociedade simples. Da sociedade em nome coletivo. Da sociedade em comandita simples. Da sociedade limitada. Da sociedade em comandita por ações. Da sociedade cooperativa. Das sociedades coligadas. Da liquidação da sociedade. Da transformação, da incorporação, da fusão e da cisão das sociedades. Da nacionalidade da sociedade e da sociedade dependente de autorização. Do Estabelecimento.  Disposições gerais. Clientela e aviamento. Dos Institutos Complementares: Registro Público de Empresas Mercantis, Nome empresarial, Dos prepostos e Da escrituração. Das Sociedades por Ações. Lei n. 6.404/1976. Dos Valores Mobiliários. Do Mercado de Valores Mobiliários. Da Comissão de Valores Mobiliários. Da Recuperação Judicial, Extrajudicial e da Falência do Empresário e da Sociedade Empresária. Dos Contratos Empresariais. Dos Títulos de Crédito. Do Sistema Financeiro Nacional. Lei n. 4.595/1964. Do Regime de Administração Especial Temporária (RAET). Da Intervenção e Liquidação Extrajudicial de Instituições Financeiras. Da Propriedade Intelectual. Das Patentes. Dos Desenhos Industriais. Das Marcas. Das Indicações Geográficas. Dos Crimes contra a Propriedade Industrial. Da Concorrência Desleal. Da Transferência de Tecnologia e da Franquia. Ações de rito ordinário, sumário e especial. Da proteção da propriedade intelectual de programa de computador – Lei nº 9.609/1998.

*A aula de marcação da Legislação terá a duração de aproximadamente 40 minutos.

PARTE 3 – MÓDULO REPESCAGEM – AULAS DE REVISÃO INÉDITAS – 05 ENCONTROS

05 Encontros INÉDITOS para aprofundamento/revisão, abordando algumas das peças e temas não explorados pelos livros e cursos de prática jurídica empresarial disponíveis no mercado.

PARTE 4 – MÓDULO SIMULADOS – 10 SIMULADOS INÉDITOS

07 Simulados Regulares (peças) e 03 Super Simulados (peças e questões), corrigidos EXCLUSIVAMENTE ONLINE pela equipe do Professor Penante, refletindo as suas principais apostas para a prova.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Empresarial

DIREITO TRIBUTÁRIO

O curso será composto por 43 encontros de 02 horas, sendo cada encontro dividido em quatro blocos de 30 minutos, de acordo com a seguinte carga horária:

16 aulas espelhadas do curso começando do zero tributário;

03 aulas de súmulas do STJ e STF, referentes ao direito material.

Serão 17 aulas inéditas sobre a prática tributária, com resolução de mais de 50 questões e mais de 30 peças ao decorrer do curso, comentários a provas anteriores da banca da FGV e mais duas aulas de recursos constitucionais.

Cada aula, com duração de aproximadamente 2 horas, com aulas específicas de correção dos exercícios e simulados, on line.

Além de todo o conteúdo disponibilizado para os examinados que farão a segunda fase, objetivando auxiliar os alunos de repescagem, acrescentamos ao curso regular de segunda fase, sem qualquer ônus, cinco (5) aulas de revisão e mais três (3) simulados, possibilitando uma preparação ainda mais intensa e completa.

Serão realizados 6 simulados no total.

Valor Promocional até o dia 06/12/2014: R$ 430,00 (quatrocentos e trinta reais)

Matrícula: Curso Preparatório para a 2ª fase de Direito Tributário

A MELHOR preparação para o Exame de Ordem vocês encontram AQUI!