Maurício Gieseler

Maurício Gieseler

Advogado em Brasília (DF), este blog é focado nas questões que envolvem o Exame Nacional da OAB, divulgando informações e matérias atualizadas, além de editoriais, artigos de opinião e manifestações que dizem respeito ao tema. Colocamos, também, a disposição de nossos visitantes provas, gabaritos, dicas, análises críticas, sugestões e orientações para quem pretende enfrentar o certame. Tudo sobre o Exame de Ordem você encontra aqui.

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- Categoria: Recursos

Todos os recursos do Portal para a 1ª fase do XVII Exame de Ordem

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Seguem todos os recursos feitos pelos professores do Portal para a 1ª fase do XVII Exame de Ordem:

1ª fase do XVII Exame de Ordem: análise sobre o erro material na questão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos

1ª fase do XVII Exame da OAB: recurso para a questão das funções executiva, legislativa e judiciária

XVII Exame de Ordem: análise da questão de Luan, servidor público do estado de Minas Gerais

As dúvidas mais comuns nesta fase podem ser esclarecidas no post abaixo:

Resultado preliminar da 2ª fase será divulgado amanhã, e prazo recursal terá início na próxima quarta-feira! Confiram os detalhes mais importantes!

Confiram o calendário restante da prova:

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Temos hoje e amanhã para o início do prazo recursal. As perspectivas sobre anulações e sobre o que fazer vocês podem ler no post abaixo:

Vamos conversar honestamente sobre recursos e possibilidades de anulações?

Amanhã saberemos o tamanho real da aprovação.

- Categoria: Jurisprudência em Exame de Ordem, Mandado de Segurança

E se a OAB não anular nenhuma questão da 1ª fase? O que fazer?

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Acabei de receber a seguinte pergunta:

Mauricio, e se a FGV não considerar as questões passiveis de anulação do XVII da Ordem e mantiver o gabarito atual, o que fazer?

Quando temos a publicação do resultado final da 1ª fase, com a anulação ou não de questões, administrativamente a história acaba. E, infelizmente, as injustiças se cristalizam para quem reprovou mas detinha a esperança por ao menos uma mísera anulação.

Só resta o caminho do Judiciário…

Neste momento sempre temos examinados cogitando entrar com um mandado de segurança. Reação natural de quem fica indignado com os posicionamentos da banca.

E, em regra, o candidato está tão convicto de que a não-anulação, por exemplo, foi tão absurda que suas chances de sucesso são consideráveis.

Pois bem…

Não vou dizer que ninguém consegue o sucesso. Sempre alguns candidatos conseguem suas liminares.

Entretanto, a regra é o indeferimento das ações. Aliás, é a regra para a esmagadora maioria dos casos. Parece até que há uma má-vontade do judiciário em lidar com o tema, pois, indistintamente das razões das ações, as respostas são sempre muito parecidas. Até mesmo quando há um erro material, erro este que autorizaria a intervenção do judiciário, o raciocínio do candidato é jogado na vala comum das argumentações: “não cabe ao Poder Judiciário intervir em casos adstritos à discricionariedade da Administração.

Vejam dois arestos abaixo que sintetizam essa lógica:

Não cabe ao Poder Judiciário, no controle jurisdicional de legalidade, substituir-se à banca examinadora nos critérios de correção de provas e de atribuição de notas a elas (MS 21176, Plenário). Agravo regimental improvido. (Acórdão do Supremo Tribunal Federal no Agravo Regimental no Recurso Extraordinário nº. 243.056/CE, Primeira Turma, Relatora Ministra Ellen Gracie, julgado por unanimidade, em 6 de março de 2001, publicado no DJU, de 6 de abril de 2001, p. 96)

MANDADO DE SEGURANCA. CONCURSO. Incabível, em mandado de segurança, discutir-se o critério fixado pela banca examinadora para a habilitação dos candidatos. A penalização, nas questões de múltipla escolha, com penalização consistente no cancelamento de resposta certa para questão ou questões erradas, e questão de técnica de correção para tal tipo de provas, não havendo nisso qualquer ilegalidade. Incabível, outrossim, reexame das questões formuladas pela banca examinadora e das respostas oferecidas pelos candidatos. (Acórdão do Supremo Tribunal Federal no Mandado de Segurança nº. 21.176/DF, Tribunal Pleno, Relator Ministro Aldir Passarinho, julgado por unanimidade, em 19 de dezembro de 1990, publicado no DJU, de 20 de março de 1992, p. 3.321)

Na prova objetiva passada então, a frustração foi imensa. Havia uma questão, a do cheque, que era absurda e cujo erro MATERIAL era patente. O enunciado a banca pedia para o candidato apontar a alternativa INCORRETA, quando era para ser apontada a alternativa CORRETA. Naturalmente, das 4 alternativas, 3 eram incorretas e 1 correta, o que demonstrou o vício material na formulação da questão.

E aqui surge um problemão!

No último dia 23 de abril o STF julgou o Recurso Extraordinário (RE) 632853, com Repercussão Geral reconhecida, e sedimentou o entendimento de que os critérios adotados por banca examinadora de concurso não podem ser revistos pelo Poder Judiciário.

Por maioria de votos, os ministros reafirmaram a jurisprudência do Tribunal, assim como da Justiça Federal, e assentaram que, apenas em casos de flagrante ilegalidade ou inconstitucionalidade, a Justiça poderá ingressar no mérito administrativo para rever critérios de correção e de avaliação impostos pela banca examinadora.

Para o relator do processo, o ministro Gilmar Mendes, a jurisprudência do STF é antiga no sentido de que o Poder Judiciário não poder realizar o controle jurisdicional sobre o mérito de questões de concurso público. O ministro destacou que a reserva de administração impede que o Judiciário substitua banca examinadora de concurso, por ser um espaço que não é suscetível de controle externo, a não ser nos casos de ilegalidade ou inconstitucionalidade. No entendimento dele, a jurisprudência do STF permite apenas que se verifique se o conteúdo das questões corresponde ao previsto no edital, sem entrar no mérito. Gilmar, no caso naquela oportunidade julgado, entendeu que houve indevido ingresso do Judiciário na correção das provas.

Agora vamos para a parte curiosa da questão: A OAB participou do julgamento como amicus curiae, e não como parte.

Reparem na imagem abaixo:

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É a foto do advogado que estava representando a OAB.

E qual seria o interesse da Ordem nisto?

Poucos atentam hoje a isto, mas antigamente, entre 2008 e 2010, brigávamos muito contra a Ordem por conta dessa questão de anulações. E eu publicava aqui tutoriais e mesmo um modelo de Mandado de Segurança para os candidatos (meu modelo de MS teve mais de 6 mil downloads) poderem lutar pelos seus direitos na Justiça.

O índice de sucesso nunca foi muito grande, mas como o processo de unificação estava em seu início, no começo muitos buscavam no Judiciário seus direitos.

Mas essa jurisprudência, que ontem ganhou finalmente grande força, além de já ser anteriormente aplicada em concursos públicos passou a ser usada também no Exame de Ordem.

Como na maioria dos casos a OAB vencia (esmagadora maioria, diga-se de passagem) a liberdade da Ordem em fazer o que bem entendesse passou a ser quase absoluta.

Por isso, EXATAMENTE por isso, que as questões mais absurdas não são anuladas. É porque simplesmente fica por isso mesmo, já que pouquíssimos conseguem sucesso pela via da Justiça.

O advogado da OAB disse com todas as letras que a Ordem 500 processos por edição do Exame, totalizando 1.500 ações por ano. No rol dos seus argumentos estava a ilação de que, caso a tese da administração pública fosse rechaçada, o Judiciário receberia uma avalanche de ações para cada concurso público e a Ordem sofreria ainda mais processos em função do Exame de Ordem.

E agora, com a vitória desta tese em repercussão geral, não só no Exame de Ordem, mas também nos concursos públicos em geral a porta da Justiça virtualmente foi fechada.

Corrigir critérios de correção das provas pela via judicial se tornou algo muito, mas muito mais difícil, e isso considerando a anterior dificuldade.

Infelizmente a via judicial para os candidatos se tornou absurdamente difícil.

- Categoria: Como se preparar para a prova

A importância de organizar os parágrafos da peça da 2ª fase da OAB

Durante o processo de preparação para a 2ª fase, um dos aspecto do treinamento que precisa de uma atenção é a forma como os parágrafos são organizados.

Perguntinha: tem alguma importância organizar os parágrafos?

Vejam, a FGV só oferece 150 linhas para os candidatos fazerem toda a peça. Em regra isso é mais do que suficiente, apesar de alguns candidatos reclamarem do espaço em determinados momentos.

Não é, evidentemente, motivo para ninguém se preocupar. Vocês estão fazendo suas peças e certamente já se familiarizaram com esse aspecto. De toda forma, é bom evitar desperdícios, em especial se o candidato notar que o enunciado exigirá uma peça mais extensa.

A preocupação, ao fim, é a de sempre: o texto tem de ser inteligível, mostrar clareza e se fazer entender. Gostem ou não, agradar aos olhos dos corretores da banca da FGV é sim um objetivo, e isso envolve não só passar o conhecimento de forma completa como também em escrever corretamente.

Vamos olhar detalhes importantes na prova. (NOTA: atentem apenas ao aspecto estético das imagens. Nada além disso)

1 – Espaçamento entra a qualificação da parte e a indicação da competência

Existe um espaço correto entre a indicação da competência, no topo da folha, e a indicação da parte em uma peça?

Eu desconheço qualquer história de aplicação de penalidades em candidatos por fazerem uma outra escolha. O candidato pode sim pular várias linhas como também pode, perfeitamente, não pular nenhuma.

É indiferente.

A imagem abaixo mostra um exemplo do formato que eu julgo mais apropriado.

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Vocês devem se lembrar de que o espaço que colocamos nas petições tem como finalidade apenas facilitar a vida para o pessoal do cartório, quando eles colocam uma etiqueta ou um carimbo. Não se trata de uma regra procedimental;tão somente de uma tradição (podemos chamar assim) que tem uma finalidade.

No exemplo acima temos um trecho de peça sem maiores firulas.

Abaixo uma peça com a delimitação de espaço:

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Isso pode ser feito sem maiores problemas também, quando o critério é o de correção da banca. Mas em termos estritamente práticos, eu acho desnecessário tal espaço. Aliás, TODAS as peças que tiraram 5 que eu já vi, sem exceção, não tinham tal espaço.

Abaixo um exemplo interessante. O candidato colocou entre parênteses o termo “10 linhas”.

Isso é absolutamente desnecessário! Ou coloca dá o espaço ou não dá, não precisa escrever isso, como se fosse algum tipo de regra. Não é!

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Na prática não muda nada: não ajuda e nem prejudica. Mas fica meio esquisito.

2 – Espaçamento entre parágrafos

Vejam o texto abaixo.

Considerem aqui o esforço necessário para compreender a redação.

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Relevem o fato da redação estar certa ou errada, isso aqui é indiferente.

Agora olhem o próximo texto. Continuem levando em conta o esforço necessário para se entender o sentido da redação:

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Minha conclusão: quando o candidato abre uma linha de distância entre um parágrafo e outro o esforço para se efetuar a leitura é menor.

Acredito que essa deva ter sido também a conclusão de vocês.

E faz sentido! É exatamente por isso que existem parágrafos: para delimitar linhas, sequências de raciocínio, e evitar não só a confusão como também para facilitar a leitura.

Minha dica: separem cada parágrafo. Usem uma única linha para isto. Fica muito melhor de ler (o corretor da sua prova muito provavelmente vai achar isso também) e, mais importante ainda, é melhor de se estruturar o raciocínio. E aqui falo do raciocínio de cada um de vocês!

Em breve vou publicar um texto sobre a lógica da argumentação para auxiliá-los

Vejam a imagem abaixo. Mais uma redação sem parágrafos! Não é bem pior para se ler?

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E observem que a letra não é feia, ao contrário. Tenho certeza de que a leitura seria mais fluida se os parágrafos fossem nítidos.

Talvez, por alguma razão, o candidato não queira dar de espaço entre um parágrafo e outro. Nestes casos, o ideal será ao menos apresentar um recuo de texto significativo para dar a ideia do parágrafo.

Na imagem abaixo o recuo foi pequeno, mas poderia ter sido significativo:

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Acredito que a questão agora esteja bem clara.

Tudo não passa da adoção de pequenos detalhes, coisas simples que vão facilitar a correção da prova de vocês na hora da verdade.

É isso que interessa!

- Categoria: Como se preparar para a prova

Novo Cronograma de Estudos para a 1ª fase do XVIII Exame de Ordem

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Segue um cronograma de estudos reeditado para o XVIII Exame de Ordem!

Ele, desta vez, não está indo de forma completa, mas sim apenas com as aulas já disponibilizadas do nosso curso para a 1ª fase. Desta forma, será atualizado a cada 3 semanas em conformidade com o conteúdo disponível no momento.

Assim, ficará mais fácil para vocês acompanharem tudo.

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Curso Preparatório Completo para o XVIII Exame de Ordem

Lembrando, e isso é importante, que as aulas são completas para o XVIII Exame. O aluno começa a estudar a qualquer momento e não perde nada do conteúdo!

Como auxiliares na preparação indico os livros de Doutrina Completa, Questões Comentadas e Mais de 1000 Dicas dos professores do Portal Exame de Ordem:

Portal Exame de Ordem – Doutrina Direcionada

Portal Exame de Ordem – Questões Comentadas da 1ª Fase

Portal Exame de Ordem – Mais de 1000 Dicas

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O arquivo pode ser distribuído livremente, ok?

Cliquem no link abaixo e baixem GRATUITAMENTE o nosso cronograma de estudos:

Cronograma de Estudos – reeditado – para o XVIII Exame de Ordem

No cronograma vocês encontrarão o conteúdo programático a ser estudado, devidamente adaptado, dividido por matérias e dias da semana, tudo devidamente estruturado e com orientações sobre a metodologia de estudo.

Imprimam o PDF e usem-no como suporte para os seus estudos!

Quem começa a estudar ANTES não chora DEPOIS!

Bons estudos!

- Categoria: Anulações de questões, Resultados

Resultado preliminar da 2ª fase será divulgado amanhã, e prazo recursal terá início na próxima quarta-feira! Confiram os detalhes mais importantes!

A partir de amanhã os candidatos que não passaram na 1ª fase terão oportunizada a chance de reverter o quadro e tentar a sorte na 2ª fase.

Na terça teremos a publicação da lista preliminar de aprovados e na quarta o prazo recursal terá início.

Confiram a agenda:

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Vamos abordar aqui as dúvidas mais frequentes sobre as anulações na 1ª fase do Exame de Ordem. São sempre muitas perguntas e tudo pode ser condensado em uma publicação só:

1 – Fui aprovado! A anulação de questão que eu tenha acertado poderá me prejudicar?

R: Não, isso não ocorre. Caso uma questão que você tenha acertado seja anulada, sua pontuação permanecerá a mesma.

2 – Fui aprovado! Caso a banca resolva alterar o gabarito em alguma questão, serei prejudicado?

R: Se você está com 40 pontos e a banca resolver alterar o gabarito de uma questão que você acertou, sim, você infelizmente será prejudicado e passará para os 39 pontos, ou seja, ficará reprovado.

Isso aconteceu exatamente na prova passada, no dia da divulgação do resultado preliminar:

FGV retifica questão do gabarito oficial: O que acontece com os candidatos?

Eu sou totalmente contra a retificação de questões, em especial depois de passado tanto tempo. O candidato começa a estudar para a 2ª fase, crente da aprovação e é surpreendido desta forma no meio do caminho. O ideal seria a banca simplesmente anular a questão.

Mas não há motivo para apreensão, pois a retificação só ocorreu duas vezes na história do Exame Unificado. Ademais, não vejo, em princípio, nenhuma questão passível de retificação, mas tão somente questões passíveis de anulação.

3 – Fui reprovado. Se a banca anular uma questão que eu acertei serei beneficiado?

R: Não! Neste caso a nota permanecerá a mesma. O acréscimo na nota só ocorrerá se a banca anular uma questão que o recorrente tenha errado. Somente nesta hipótese.

4 – Preciso recorrer para ganhar os pontos derivados de eventuais anulações?

R: Não! Neste caso, na 1ª fase, a anulação de uma ou mais questões beneficiará todos os candidatos, aprovados, reprovados, recorrentes e não recorrentes, desde que estes tenham errado a(s) questão(s).

5 – Posso copiar os recursos que encontro na internet?

R: Não! O edital é claro neste ponto. Recursos idênticos serão indeferidos. Faça uma paráfrase dos recursos disponibilizados pela web.

Ainda hoje publicaremos nossa relação de recursos.

E cada questão demanda seu próprio recurso. Assim que abrir o prazo recursal cada cada questão terá seu espeaço para seu respectivo recurso.

6 – Quantas questões podem ser anuladas?

R:  A questão das anulações é sempre nebulosa. Vejamos o histórico de anulações:

IV Unificado – 3 anuladas

V Unificado – 1 anulada

VI Unificado – 2 anuladas

VII Unificado – 4 anuladas

VIII Unificado – Nenhuma anulação

IX Unificado – 3 anuladas

X Unificado – Nenhuma anulação

XI Unificado – 1 anulada

XII Unificado – Nenhuma anulação

XIII Unificado – Nenhuma anulação

XIV Unificado – Nenhuma anulação

XV Unificado – 2 anuladas

XVI Unificado - Nenhuma anulação

XVII Unificado -

Sugiro a leitura do post abaixo, com uma análise fria do contexto e das expectativas para esta prova:

Vamos conversar honestamente sobre recursos e possibilidades de anulações?

7 – Compensa fazer um curso preparatório para a 2ª fase mesmo não tendo passado?

R: Depende do ânimo para correr riscos.

O risco é menor, mas bem tangível, para quem fez 39 pontos, maior para quem 38 e assim sucessivamente.

O risco sempre existe. Ter feito 39 pontos não é garantia de ser aprovado caso a Ordem anule 1 ou 2 questões: é preciso ter errado ao menos uma delas para conseguir o aproveitamento do ponto e a subsequente aprovação.

E não é garantia porque nunca sabemos o que será anulado ou não, e mesmo se algo será anulado.

Essa ponderação do risco é personalíssima e deve ser feita após uma boa dose de reflexão. Sugiro uma conversa com colegas e parentes antes de tomar uma decisão.

E então, a OAB vai anular alguma questão da 1ª fase do XVII Exame? Vale mesmo a pena arriscar?

Lembrando sempre que o estudo para a 2ª fase não é perdido caso ao final a aprovação não venha. A preparação é perfeitamente aproveitável na próxima 1ª fase.

Na atual conjuntura, e aqui falo apenas como sugestão, eu acredito que quem esteja por até 3 questões pode assumir o risco. É mera sugestão, sem implicações sobre quantas questões de fato a OAB irá anular.

A ponderação final será sempre de vocês.

8 – Não tenho esperanças. Quando será o próximo Exame de Ordem?

R: Confiram a data para a próxima prova objetiva.

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Temos então 4 meses até a sua realização. É um bom momento para iniciar os estudos!

Falando nisto, somente hoje o nossa Curso Regular para a 1ª fase do XVIII Exame está com 35% de desconto:

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9 – Quando a banca divulgará as possíveis anulações?

Será no próximo dia 21.

Teremos 3 longas semanas daqui até lá.

Isso é importante, pois a prova será no dia 13/09. Não dá para esperar pelo resultado final da 1ª fase para dar início aos estudos, pois o tempo de preparação será muito pequena, sendo impossível esgotar o conteúdo programático nesse lapso temporal.

A decisão precisa ser tomada agora.

- Categoria: Promoções

Promoção Nocaute PRORROGADA! Desconto de 35% até às 23h59 de hoje!

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A Promoção Nocaute está foi PRORROGADA! Com isso o desconto de 35% no curso para a 1ª fase e nos demais cursos do CERS continua valendo!

Confira neste link o regulamento: Regulamento da Promoção Nocaute

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Aproveitem, pois hoje termina!

- Categoria: Promoções

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Faltam 4 meses para a prova objetiva do XVIII Exame de Ordem. Este lapso temporal é o ideal para quem deseja começar a se preparar com antecedência, visando esgotar todo o conteúdo da futura prova objetiva. E é por isso que estamos lançando agora este curso: pois ele é abrangente, completo, perfeito para quem quer passar na 1ª fase com SEGURANÇA!

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Aproveitem, pois a promoção vai durar apenas 24h!

- Categoria: Como se preparar para a prova

Os piores hábitos de estudo

Às vezes a gente estuda muito para uma determinada matéria, e mesmo assim não conseguimos ir bem. São madrugadas afora se esforçando ao máximo e o resultado ainda assim é decepcionante na hora das provas. Mas, será que estudar a qualquer custo funciona? Existem alguns hábitos de estudo que mais atrapalham que ajudam, confira:

1. Sublinhar/destacar tudo

Este hábito não ajuda em nada, já que não cumpre o papel básico do ato de “destacar”, que é lembrar apenas detalhes importantes. Quando o estudante sublinha tudo, ele não consegue focar em nada, e acaba se desesperando ao ver a quantidade de coisas que (teoricamente) tem que aprender.

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A solução para isso é usar o marca-texto ou sublinhar apenas aquilo de mais importante que há no texto. Sublinhe expressões importantes, frases que resumem o assunto e dados indispensáveis. A explicação completa do assunto não precisa de destaque, precisa de leitura e compreensão.

2. Copiar do quadro

O problema não é exatamente copiar o que o professor escreve, e sim copiar sem um objetivo final. Se você reescreve toda a matéria em seu caderno e nunca mais a lê, você só está desperdiçando papel e tinta de caneta. Ao invés disso, procure prestar atenção à explicação do professor e estudar através de livros e apostilas mais tarde. Copiar somente funciona para aqueles alunos que de fato estudam a matéria dada em sala de aula. De qualquer forma, vale mais a pena filtrar o que o professor escreve, e anotar apenas partes importantes, em tópicos, pois isso também abre a possibilidade de prestar atenção, em vez de apenas copiar a aula inteira.

3. Copiar do livro, reescrever anotações

O problema de escrever tanto é que uma hora o foco é perdido. Escrever repetidas vezes o mesmo assunto faz com que o cérebro desligue a memória recente e, desta forma, as informações não são absorvidas. Em vez de copiar tudo na íntegra, o melhor é ler o assunto e escrever um resumo, sem consultar as fontes. Vale resumo em texto corrido ou em tópicos, como o estudante se sentir melhor. Desta maneira você pode comparar o seu resumo com o texto original e ver o que faltou, quais informações ainda precisam ser absorvidas, e o seu estudo será muito mais eficaz.

4. Reler o mesmo assunto diversas vezes

Da mesma maneira que escrevendo a mesma coisa muitas vezes o cérebro desliga, quando você lê repetidamente o mesmo texto, ele também passa a ignorar a informação e não a absorve. O ideal é ler textos diferentes, fazer pesquisas na internet e ver imagens sempre que possível, pois isso mantém o cérebro ativo e a memória ligada.

5. Perder noite de sono para estudar

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É cientificamente comprovado que o sono é o responsável pela fixação das informações em nossa memória. Então, de nada adianta deixar de dormir para estudar, pois o cérebro cansado não tem a capacidade de reter novos dados, bem como a falta de sono ou um sono de baixa qualidade o impedem de firmar novas referências. Ou seja, estudar com sono ou pular uma noite para estudar é um péssimo negócio.

6. Estudar por muito tempo sem pausas

Também é cientificamente comprovado que a concentração humana tem limite de tempo. Cerca de 30 minutos após o começo do estudo, o nosso cérebro se desconcentra. Por isso é importante que o seu tempo de estudo seja planejado, e que conte com pausas previstas. É melhor evitar a perda da concentração, que se resume em perda de tempo. Aqui no InfoEscola você encontra um passo-a-passo para montar sua rotina de estudos, confira.

7. Não testar o próprio conhecimento

Não adianta somente ler. Principalmente quando se estuda disciplinas exatas e biológicas, é fundamental resolver questões. Quanto às humanas, é importante responder questionários, principalmente os que contêm perguntas retóricas, pois estimulam o cérebro a buscar as informações, fixando-as. Leia, responda perguntas, pesquise, troque ideias sobre o assunto com os seus colegas. Tudo isso ajuda a melhorar o seu rendimento como estudante.

Fonte: InfoEscola

- Categoria: Ensino jurídico

Abertas as inscrições para o 1º Congresso Online de Inteligência Emocional, Alta Performance e Gestão do CERS

Divulgação - Facebook (1)

A inteligência emocional permite controlar impulsos, canalizar esforços, persistir mediante frustrações e motivar a si mesmo em prol de um objetivo, seja o reconhecimento profissional, satisfação pessoal ou aprovação em um concurso ou competição.

Essas habilidades serão debatidas no 1º Congresso Online de Inteligência Emocional, Alta Performance e Gestão, que acontece entre 25 e 27 de agosto de 2015. O evento é produto da parceria entre o CERS Cursos Online e a Federação Brasileira de Coaching Sistêmico (Febracis).

Cliquem no link abaixo para se inscreverem:

http://congresso.cers.com.br/inteligencia-emocional/

Expoentes palestrantes da área estarão reunidos em um encontro interativo e gratuito, voltado para todos os públicos. Espectadores de todo o Brasil poderão acompanhar a transmissão das palestras ao vivo, pela internet, e participar ativamente das discussões por meio do aplicativo CERS no Bolso e redes sociais, que permitirão o envio de opiniões e perguntas que fomentarão o debate entre os convidados no estúdio.

Esse é um evento que fará MUITA diferença na preparação para concursos, OAB e, por que não, para a vida de vocês!

Não percam!

- Categoria: Debate sobre a legitimidade do Exame de Ordem

Ele não gosta da OAB, mas ainda assim pode precisar dela…

É público e notório que o deputado federal mais importante e influente do momento, Eduardo Cunha, não gosta da OAB.

Existem inúmeras manifestações do notório parlamentar neste sentido. E, claro, ele tem todo o direito de assim se posicionar, afinal, ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Cunha, mesmo ocupando a posição que ocupa, não estabelece com a Ordem sequer um relacionamento protocolar.

A animosidade é notória!

Tanto é assim que o Exame de Ordem, o processo seletivo para o ingresso na advocacia, há muito é um alvo constante dentro de sua atuação legislativa, incluindo aí um projeto de lei para acabar pura e simplesmente com a prova e várias “emendas jabutis”, com o mesmo fito, inseridas e PLs cujos temas eram estranhos à discussão sobre o fim do Exame de Ordem.

Mas ontem, curiosamente, Cunha  efetuou uma série de publicações no twitter:

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Essa mensagem foi uma reação a entrevista veiculada pela Rede Globo sobre a advogada Beatriz Catta Preta, que se sentiu ameaçada por integrantes da CPI da Petrobrás:

Advogada diz que encerrou carreira devido a ameaças de membros da CPI

Sim, Eduardo Cunha, em algum momento qualquer pessoa pode vir a depender dos serviços de um advogado. Eu, você, um feto ainda na barriga da mãe, um idoso em um leito de hospital, um milionário, um mendigo, um homem, uma mulher, um negro, um branco…enfim, todos nós podemos precisar de um advogado, pois todos nós podemos sofrer uma injustiça, uma violência, um abandono ou qualquer tipo de adversidade imposta pelo simples fato de respirarmos. Aliás, até aqueles que não respiram mais também são protegidos pelas leis e podem precisar, veja só, de um advogado!

Advogado de Eduardo Cunha rebate depoimento de advogada ao Jornal Nacional

Imagine, deputado, que o seu advogado sofra uma restrição em sua atuação e VOCÊ, Eduardo Cunha, não possa ter garantido, e de forma ampla, o seu SA-GRA-DO direito de defesa.

Sabe quem seria o primeiro a se manifestar sua defesa , ou melhor, na defesa das prerrogativas daquele que te defende? É isso mesmo: a Ordem dos Advogados do Brasil!

Eu até pensei em sugerir neste texto que Vossa Excelência parasse de atacar a Ordem, mas não sou inocente e não espero que isto aconteça. O objetivo desta publicação é a de mostrar o quão incoerente é a sua atuação em relação à OAB.

Não é difícil imaginar, diante de um contexto político tão complexo como o atual, que o advogado de Vossa Excelência ainda possa precisar da Ordem dos Advogados do Brasil para garantir que Vossa Excelência exerça amplamente seu sagrado direito DE defesa.

Somos muito frágeis deputado, e o mundo vive dando voltas. A sociedade, e a cidadania, precisam que a OAB seja FORTE para que ela se coloque, com sua força moral e social, como anteparo para abusos, em especial os praticados pelo Estado.

Fragilizar Ordem seria, Excelência, fragilizar a todos nós: um feto ainda na barriga da mãe, um idoso em um leito de hospital, um milionário, um mendigo, um homem, uma mulher, um negro, um branco, eu e até mesmo Vossa Excelência.

Com uma OAB fragilizada, nobre deputado, o Estado de Direito corre o seríssimo risco de ser maculado. E isso é ruim para todos.

Ainda mais, veja só, neste conturbado e singular momento em que vivemos. A roda do mundo gira e não sabemos amanhã onde poderemos estar. Só espero que a OAB esteja lá para poder ajudar qualquer um a exercer plenamente seus direitos, isso por intermédio daqueles que são constituídos para defender qualquer um: o advogado.

O Exame de Ordem, Excelência, não é uma brincadeira: é uma necessidade!